Economia e Regulação das Telecomunicações

Apresentação do Programa

Diante dos variados cenários nos mercados globais e, especialmente, na indústria das telecomunicações, são produzidas excepcionais oportunidades para a melhor gestão em matéria de Telecomunicações.

Para enfrentar esses novos desafios, o Programa em Economia e Regulação das Telecomunicações se orienta a Engenheiros, Pessoal de Vendas e Administradores das Empresas de Telecomunicações, e profissionais dos Órgãos Reguladores que queiram ampliar seu conhecimento nas novas tendências, oportunidades de melhoria e nas mais eficazes práticas em matéria de Tecnologias, Modelos de Negócio, Financiamento, Assuntos Econômicos e, em geral, nos aspectos necessários para uma melhor gestão.

Programa em Economia e Regulação das Telecomunicações está focado em desenvolver os conceitos básicos de Economia das Telecomunicações no que se refere a custos e preços, assim como também propor conceitos de regulação em um contexto de mudanças permanentes nos modelos de negócios, como os derivados da convergência. Esses conceitos são imprescindíveis para os profissionais que enfrentam uma indústria de mudanças e modificações nas regras do jogo.

O programa oferece todas as ferramentas necessárias para conseguir uma profunda compreensão da indústria, assim como analisar as novas oportunidades de mercado, as mudanças que ocorrem por ocasião da convergência e as melhores práticas em matéria de custos e pricing.

1.1 Importância de uma formação em Economia e Regulação das Telecomunicações

A relevância de uma formação como essa é fundamental, já que, no contexto atual, é importante que a “tomada de decisões” de organizações e entidades reguladoras possa entender e aprofundar os aspectos fundamentais da indústria das telecomunicações, unindo os conceitos de concorrência e regulação no mundo, comparando as diversas experiências para obter uma visão global e estratégica da temática. Entretanto, nesse sentido, mostram-se, também, os conceitos básicos de economia aplicada ao setor, no que diz respeito a custos e preços e sua repercussão nas decisões estratégicas das organizações.

Busca-se desenvolver um aspecto mais crítico da indústria, baseado no conhecimento, para poder antecipar a evolução do setor e estar preparado, dentro das organizações, para obter os melhores benefícios; e dentro das entidades reguladoras, para absorver, dentro de seu âmbito, os novos modelos de negócio.

1.2 Conceitos centrais: Economia e Regulação das Telecomunicações

O conhecimento e a aprendizagem demonstraram ser capacidades básicas para os líderes no contexto atual de gestão de empresas. Isso, somado às profundas mudanças tecnológicas e de mercado, faz com que os objetivos estratégicos e operacionais devam estar de mãos dadas com uma maior compreensão dos conceitos econômicos, das tendências e da concorrência na particularidade das telecomunicações.

No momento atual, ocorrem mudanças permanentes tanto nos suportes tecnológicos quanto nos modelos de negócio. Isso, por sua vez, deixa claras as mudanças reguladoras que podem afetar, em maior grau, os números do negócio dos operadores ou os resultados do setor em âmbito nacional. Por isso, é imprescindível ter um conhecimento claro de todos estes aspectos. Somente dessa maneira, os responsáveis pelas decisões nessas áreas disporão de todas as ferramentas para uma intervenção precisa e proporcional onde seja necessário, a fim de cumprir os objetivos estabelecidos pelas empresas ou as autoridades reguladoras.

O programa procura cobrir essas necessidades através de disciplinas cujos conteúdos são orientados a prover os conhecimentos básicos e práticos necessários para enfrentar os principais desafios da indústria das telecomunicações. Está voltado ao pessoal técnico e hierárquico dos operadores das autoridades reguladoras e das empresas em geral, que tenham relação com essa indústria.

Os conteúdos abordam desde os fundamentos em telecomunicações e de gestão e direção empresarial até temas avançados em Economia e Regulação das Telecomunicações. Sem antecipar a descrição dos conteúdos de cada disciplina, estas permitem:

  • Compreender os conceitos essenciais das comunicações, gestão empresarial e trabalho em equipe.
  • Aprofundar os aspectos econômicos que são a base do entendimento do comportamento dos mercados, para analisar a política tarifária das operadoras, a regulação econômica exercida pelas autoridades reguladoras e os fundamentos da regulação em geral, enfatizando um tema crucial da regulação e específico das telecomunicações: a interconexão atual e futura.
  • Focar temas mais específicos sobre a regulação da concorrência nas telecomunicações, vendo as particularidades que são próprias dessa indústria e que são consistentes com as regulações horizontais da concorrência.
  • Concentrar o trabalho nos conceitos de convergência, dando a base tecnológica de uma maneira acessível e necessária para o entendimento do comportamento dos mercados, dos modelos de negócio e da regulação.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática dos conteúdos, permite direcionar o programa de Economia e Regulação das Telecomunicações a todas as pessoas que queiram aprofundar e adquirir conhecimentos de eficiência econômica e de regulação em um cenário competitivo e de profundas e dinâmicas mudanças, como é o da indústria das Telecomunicações.

Titulação

Ao aprovar todas as Disciplinas e satisfazendo todas as exigências acadêmicas, administrativas e financeiras previstas e exigidas pela Fundação Universitária Iberoamericana e a universidade ou entidade que regula o programa, expede-se o grau ou título respectivo. O nome do grau ou título a ser obtido pode variar em função da legislação de cada país e da norma de cada universidade ou entidade que o conceder.

Estrutura do Programa

Com relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um programa de ensino a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, razão pela qual o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, dispõe-se de uma duração mínima do programa de 9 meses, contabilizados a partir da data de entrega do primeiro volume até a data de recebimento do último exercício de avaliação.
  • O prazo máximo para realizar o programa é de 12 meses. Nesse período de tempo, o aluno deve ter sido aprovado em todas as atividades avaliadas.

Para o caso de pessoas sem titulação anterior, a estrutura de créditos do programa está na seguinte tabela:

  CRÉDITOS1 DURAÇÃO2 HORAS
1ªParte: Disciplinas 30 9 300
TOTAL 30 9 300

Para o caso de pessoas com titulação prévia, a estrutura de créditos do programa está na seguinte tabela:

  CRÉDITOS3 DURAÇÃO4 HORAS
1ª Parte: Disciplinas 30 9 300
2ª Parte: Trabalho Final 10 3 100
TOTAL 40 12 400

1. A equivalência em créditos pode variar conforme a universidade que titule. 
2. Duração em meses. 
3.A equivalência em créditos pode variar conforme a universidade que titule. 
4.Duração em meses.

Objetivos

Objetivo geral

  • Compreender e dominar os conceitos básicos relativos a custos, preços e regulação das telecomunicações, assim como o estado da concorrência e monopólios, como parte da estratégia de desenvolvimento empresarial.

Objetivos específicos

  • Compreender o fundamento das novas estratégias empresariais, embasado na economia das telecomunicações.
  • Conhecer mais profundamente as particularidades quanto à regulação nos diferentes países e na comparação com os países mais avançados nessa matéria.
  • Conhecer e dominar as metodologias de cálculo de custos e preços, no que concerne à preparação dos países às TICs.
  • Conhecer e dominar os principais assuntos que orientam os novos marcos reguladores, devido aos variados modelos de negócios derivados da convergência.
  • Poder elaborar uma análise crítica das tendências estudadas, podendo aplicá-la à realidade do seu país.

Saídas Profissionais

O potencial que os participantes adquirem é amplo e extenso. A seguir, algumas das possibilidades profissionais:

  • Consultoria e assessoria empresarial e governamental;
  • Direção ou gerência de telecomunicações;
  • Realizador e avaliador de projetos.

Plano de estudos

O programa de Economia e Regulação das Telecomunicações compõe-se de:

  • 1ª PARTE: DISCIPLINAS (30 CRÉDITOS)

A primeira parte permite obter os fundamentos e conhecimentos essenciais do programa.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem o programa são mostradas na seguinte tabela:

Essas disciplinas, apesar de serem independentes, são sequenciais e estão estruturadas segundo uma ordem pedagógica coerente. Cada uma se divide em unidades temáticas básicas ou capítulo, cujo conteúdo inclui material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente às diversas atividades de avaliação.

  • 2ª PARTE: TRABALHO FINAL (10 CRÉDITOS)

O objetivo é realizar um Trabalho Final do programa, destinado a colocar em prática os conhecimentos adquiridos no programa. O Trabalho Final será realizado quando a norma que regulamenta o programa exigir, segundo cada universidade ou organização que conceda o grau ou título.

Descrições dos Cursos

  1. SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

    A disciplina prepara para adquirir os conceitos básicos relativos aos serviços de Telecomunicações, focando suas análises nas possibilidades de desenvolvimento empresarial.

    CONCEITOS RELATIVOS A SERVIÇOS
    Qualidade de serviço. Serviços telefônicos. Sinais e técnicas de transmissão. Formato de Sinais binários. Ruído. Sinais de dados. Sinais de voz e digitalização. Meios de transmissão. Comutação. Sinalização. Tráfego.
    SERVIÇOS
    Televisão: TV digital terrestre (TDT). Telefonia fixa e móvel. Acessos à Internet de Banda Larga. Redes de dados. Redes sem fio.
    SERVIÇOS EMPRESARIAIS
    Necessidades. Serviços disponíveis. Adaptação serviço / cliente. Provisão de novos serviços.
    CASO PRÁTICO
  2. DIREÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

    Esta disciplina se enfoca no pensamento estratégico aplicado à direção e oferece um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo inerente aos entornos instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO UM MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento estratégico e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico validado internacionalmente. A matriz SWOT como um valioso instrumento do planejamento estratégico.
    A IMPLANTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Elaboração de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medida. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
  3. TÉCNICAS DE DIREÇÃO DE EQUIPES DE TRABALHO

    Essa disciplina aponta os elementos teóricos e práticos relacionados a grupos e equipes de trabalho, suas características, as técnicas e ferramentas para sua gestão eficaz.

    AS EQUIPES DE TRABALHO
    Introdução. Considerações gerais. Formação de equipes. A diversidade dos tipos de grupos. Diferença entre grupos e equipes de trabalho. Os sistemas de alto rendimento e a direção participativa. Normas de equipe. As habilidades diretivas para o trabalho em equipe. A legitimação das percepções. Regras de trabalho em equipe. O consenso. Três elementos-chave para o trabalho em equipe. Características das equipes eficientes. Erros mais frequentes na coordenação de equipes de trabalho. Gestão de conflitos.
    PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR AS EQUIPES
    Introdução. Interação entre os interesses individuais e coletivos. A autorrealização pessoal no trabalho da equipe. A liderança e as equipes autodirigidas. Exercício prático: Os 7 hábitos da liderança. O oitavo hábito da liderança. A inteligência emocional na equipe. Você é uma pessoa assertiva? Redes sociométricas, o sociograma. O teste de avaliação de grupo. Psicodrama. As reuniões e sessões de trabalho em equipe. O método de interação. A delegação, a autonomia e a independência. A direção por objetivos e resultados.
    A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
    Introdução. Empowerment. Considerações acerca da tomada de decisões. Fatores de que depende o processo de tomada de decisões. As técnicas de produção de ideias. Técnicas centradas em alcançar o consenso. Técnicas centra em organizar ideias. A criatividade. Fechaduras mentais da criatividade.
  4. TÉCNICAS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS E NEGOCIAÇÃO

    Contém informação para ajudar a entender os aspectos teóricos e práticos relacionados com o conflito e as estratégias de resolução mais usuais: Negociação, Mediação e Arbitragem, entre outros.

    INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE CONFLITOS
    Teorias sobre a origem e causas dos conflitos. Classes ou tipos de conflitos. Formas de expressão de conflito. Fontes ou causas dos conflitos. Fases ou etapas dos conflitos. Consequências dos conflitos. Conclusões.
    ESTRATÉGIAS OU MÉTODOS PARA RESOLVER CONFLITOS
    Lidar com o conflito (fases e curva de resolução). Introdução às estratégias de resolução de conflitos. Estratégias de negociação. Estratégia de mediação (facilitação e consulta). Estratégia de arbitragem.
    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PARA RESOLVER CONFLITOS
    Competências emocionais necessárias para resolver conflitos. Competências pessoais, competências sociais. Habilidades sociais. Competências mais relacionadas com o comercial. Habilidades dos especialistas em resolução de conflitos. Conclusões.
  5. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA E REGULAÇÃO EM TELECOMUNICAÇÕES

    Essa disciplina está orientada para transmitir certos conhecimentos necessários para todas as análises econômicas das telecomunicações, tanto do ponto de vista dos reguladores quanto dos operadores.

    PRODUÇÃO E CUSTO.
    Introdução. A produção. O custo.
    CUSTOS
    Custo Total, médio, marginal e incremental. Produtos múltiplos e os custos comuns e conjuntos. Exemplo de função de custos. Atribuição dos custos comuns, Conceitos vários. Custos de curto e longo prazo. Metodologias de cálculos de custos.
    QUANTIFICAÇÃO E ANÁLISE DA DEMANDA
    Função de Demanda. Considerações em relação à elasticidade. Comportamento temporal da função de demanda. Elasticidades cruzadas. Determinação da função de demanda.
    FUNÇÕES DE INGRESSO
    Ingressos: total, médio e marginal. Ingresso líquido máximo em condições de exclusividade. Ingresso máximo em condições de concorrência.
    CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE A TARIFAÇÃO
    Discriminação de preços. Tarifa em duas partes. Restrições de capacidade. Preços sombras. Externalidades. Desnatação – Cream Skimming.
  6. REGULAÇÃO E INTERCONEXÃO

    Essa disciplina se orienta a introduzir o aluno na regulação, especialmente na regulação de preços.

    EXCEDENTES, MONOPÓLIO, OLIGOPÓLIO E CONCORRÊNCIA
    Excedentes do consumidor e do produtor. Concorrência. Monopólio e duopólio. Preços em caso de exclusividade. Comportamento da oferta em concorrência. Oligopólio e conluio.
    CUSTOS E REGULAÇÃO
    Custos relativos ao custo incremental de longo prazo e aos custos marginais. Orientação à situação de plena concorrência. Custo marginal, custo incremental e custos comuns. Regulação do Monopólio Natural e outros operadores dominantes.
    REGULAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES
    Justificativa e mudanças da regulação. Estruturas reguladoras. Autoridade Nacional Reguladora.
    INTERCONEXÃO
    Aspectos gerais. Recomendações principais para a Interconexão. Descrição das facilidades ou instalações intermédias. Oferta básica de referência.
    PRINCIPAIS CONCEITOS EMPREGADOS NO CÁLCULO DOS CUSTOS LRIC
    Estrutura da rede. Aumento relevante. Custo do capital empregado. Custo prospectivo e Depuração de custos. Custos financeiros e reguladores.
  7. REGULAÇÃO – PROMOÇÃO E DEFESA DA CONCORRÊNCIA

    Essa disciplina está orientada a introduzir o aluno nos fundamentos para a intervenção do Estado nos mercados, através de uma regulação da concorrência. Analisa-se a importância de que a regulação se oriente a estabelecer as condições de concorrência no mercado ou, pelo menos, simular as condições de concorrência. Dessa forma, não somente se consegue uma maior eficiência na regulação do setor, mas também ele se torna mais flexível e menos exigente quanto à carga reguladora, tanto para o agente regulador quanto para os operadores.

    ASPECTOS ECONÔMICOS E REGULADORES DA CONCORRÊNCIA
    Fundamentos econômicos, Mercado relevante e operador dominante. Mercado relevante. Poder significativo de mercado ou operador dominante – Individual. Poder significativo de mercado – conjunto. Estrutura de mercado. Facilidades essenciais. Separação contábil.
    ANTECEDENTES NO MUNDO
    UIT. Austrália. Europa. EUA. Canadá. Reino Unido. Peru.
    ACORDOS ANTICOMPETITIVOS
    Acordos horizontais e verticais. Considerações gerais sobre acordos anticompetitivos. Alcance dos acordos anticompetitivos. Regulação comparada quanto a acordos anticompetitivos.
    CONDUTAS DE ABUSO DE POSIÇÃO DOMINANTE
    Condições para o abuso da posição dominante. Preços predatórios. Subsídios cruzados. Compressão vertical de preços. Preços discriminatórios. Descontos anticompetitivos. Preços excessivos. Negativa a fornecer serviços e informação. Vendas condicionadas e empacotamento. Condutas relativas a concentrações. Remédios.
    CONCENTRAÇÕES ECONÔMICAS E CONDUTAS DE CONCORRÊNCIA DESLEAL
    Concentrações de empresas. Controle de um operador. Notificação à autoridade de regulação. Análise da concentração pelo regulador. Alguns antecedentes na Região Latino-americana. Condutas de concorrência desleal.
  8. A CONVERGÊNCIA NOS MERCADOS E A REGULAÇÃO

    Essa disciplina procura introduzir o aluno nos fundamentos das novas tendências no setor das telecomunicações, entendidas em seu conjunto, na convergência e nos aspectos reguladores relacionados com ela.

    TECNOLOGIAS COM FIO
    Dorsal ou Backbone. Óptica como base para o transporte. Tecnologias de acesso com fio.
    BANDA LARGA SEM FIO NOS ACESSOS
    Grupo de tecnologias •g e •g . Grupo de tecnologias 4G. Outros tipos de acesso sem fio.
    TECNOLOGIAS PRÓPRIAS DA CONVERGÊNCIA
    IMS, MMD e TISPAN. Arquitetura IMS, estrutura e impacto no mercado. Tecnologias específicas para o multiple play.
    TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS E COMERCIAIS
    Uma visão do futuro dos operadores de telecomunicações. Redes domésticas. HD VoIP. Tendências principais para um mundo sem fio. Os aplicativos e conteúdos nos próximos anos. Web semântica. Modelos de negócio para a TV móvel. IPTV móvel. Para uma internet invisível. Redes mais densas. Comunicações unificadas. Cloud Computing. Quadruple Play dos operadores a cabo. Terceirização das operações. Cálculo de custos e preços.
    OBSTÁCULOS ATUAIS E TENDÊNCIAS PARA UMA NOVA REGULAÇÃO
    Obstáculos principais observados internacionalmente. Camada de infraestrutura. Camada de autorizações. Camada de proteção de conteúdos.
  9. FUNDAMENTOS E MELHORES PRÁTICAS NA GESTÃO DO ESPECTRO

    Essa disciplina está orientada à apresentação dos fundamentos teóricos e conceituais, o estado atual e as tendências na gestão do espectro radioelétrico (o Espectro), entendido como o conjunto de radiofrequências compreendidas entre 9 KHz e 3.000 GHz.

    SITUAÇÃO ATUAL E A GESTÃO DO ESPECTRO
    Descrição do fenômeno tecnológico da convergência em seu estado atual e tendências. Análise dos novos modelos de negócio e o uso do espectro. Limitações que o perfil atual da Gestão do Espectro impõe aos novos negócios.
    FUNDAMENTOS DE UMA EFICIENTE GESTÃO DO ESPECTRO
    Principais aspectos para uma eficiente e eficaz Gestão do Espectro. Organismos internacionais. Bases e tendências principais da Gestão do Espectro.
    ANÁLISE INTERNACIONAL DAS MELHORES PRÁTICAS
    Conclusões da análise das melhores práticas. Posição das Operadoras. Estudo da situação na América Latina.
    TENDÊNCIAS
    Proposta de princípios, ações e ferramentas. Folha de Rota de implementação das mudanças.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla.Doutor Engenheiro em Eletrônica, pela Universidad de Barcelona. Engenheiro Eletrônico pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Ramón Llull, Espanha. Coordenador da Área PDi – Área de Projetos, FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executive, Instituto de Economia Aplicada para Empresas, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunicações, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Director de PDi en www.virtualware.es; Multimedia, Animación 3D & Entornos Virtuales Interactivos. Coordenador Acadêmico do Programa Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações e suas Especializações.
  • Ing. Omar de León.Ingeniero en telecomunicaciones por la Universidad de la República de Uruguay y estudios de maestría e investigación en telecomunicaciones en el PII, Holanda. Profesor universitario entre 1964 y 1994. Director y consultor principal de Teleconsult. Asesor en telecomunicaciones para operadoras y gobiernos en más de 30 países.

Professores e Autores

  • Dr. Miguel López Coronado. Doutor Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Politécnica de Madrid. Catedrático do Departamento de Teoria do Sinal e Comunicações e Engenharia Telemática, Universidad de Valladolid.
  • Dr. Juan Antonio Romo ArgotaDoutor Engenheiro de Telecomunicação pela Universidad del País Vasco. Professor da Escuela Superior de Ingeniería de Bilbao, Departamento de Eletrônica e Telecomunicações, Universidad del País Vasco.
  • Dra. Isabel De La Torre Díez.Doutora em Telecomunicações pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de Valladolid em temáticas vinculadas a serviços telemáticos, base de dados, business intelligence. Pesquisador Pós-doutoral sobre Informática Biomédica.
  • Dra. Begoña Blanco JáureguiDoutora de Comunicações, Eletrônica e Controle, Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Bilbao. Universidad del País Vasco. Pesquisadora do grupo Networking, Quality and Security (NQAS) na Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Bilbao.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez. Engenheiro Superior de Telecomunicação e de Gestão de RH. e Ciências Empresariais - MBA IESE. Mestrado em Redes e Serviços avançados em Internet pela Universidad Politécnica de Madrid. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado.Doutora em Telecomunicações pela Universidad del País Vasco. MSc. in Management of Manufacturing Systems pela Universidad de Cranfield, Inglaterra. Experiência em Projetos P D i. Professora da Universidad del País Vasco.
  • Dr. David Barrera Gómez.Doutor Engenheiro pela Universidad Politécnica de Cataluña e MBA pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Izel Marez.Doutora em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Santos Gracia Villar.Doutor em Engenharia Industrial pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De AbajoDoutora pela Universidad de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria do Sinal, Comunicações e Eng. Telemática, da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Ignacio Eizmendi IzquierdoProfessor da Universidad del País Vasco.
  • Dr. Eduardo García Villena.Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Diretor Acadêmico da Área Ambiental da Fundação Universitária Iberoamericana.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i emwww.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz.Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (http://www.ngs.ufsc.br/) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME(http://www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dr. (c) Saúl Domingo Soriano. Doutor candidato pela Universidad de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Dr. (c) Jon Sánchez de la FuenteProfessor da Universidad del País Vasco.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo.Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidad Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Master in Computer Science na Universidade Estatal de Campinhas em São Paulo (Brasil).
  • Ms. Virginia Saman.Engenheira em Informática de Gestão da Universidad Santa María de Chile Campus Guayaquil. Mestrado em Logística (França).
  • Ing. Omar de León.Ingeniero en telecomunicaciones por la Universidad de la República de Uruguay. Estudios de maestría e investigación en telecomunicaciones en el PII, Holanda. Director y consultor principal de Teleconsult.
  • Inga. Sylvia ChebiIngeniera en telecomunicaciones por la Universidad de la República de Uruguay. Graduada por la Universidad de Montevideo (Uruguay) y la Universidad Adolfo Ibañez (Chile). Consultora en Teleconsult.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER. 

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez finalizado o Programa Acadêmico, os alunos que assim o desejarpoderão ingressar na Bolsa de Trabalho Ambiental. Para isso, deverãoremeter currículum vitae, indicando dados pessoais, acadêmicose de experiência profissional. Assim, o aluno estará informado dasofertas de trabalho que venham a surgir e que se ajustem a seu perfilprofissional.