Gestão da Inovação Aplicada ao Produto

Apresentação do Programa

O mundo atual dos projetos estabeleceu uma evidente e proativa relação entre “desenho de produto” e inovação, de maneira que a atividade de desenho, tal como conhecemos, incorpora um percentual crescente de inovação, tanto que não podemos mais falar de Desenho, devemos falar de Inovação, principalmente em temas relacionados a produto, em que a inovação, pelas próprias demandas no mercado, deve ser aplicada imediatamente.

Neste cenário, o presente programa reconhece em sua proposta uma relação preestabelecida, que se estrutura como um plano formativo orientado a isso e atendendo os principais temas a considerar: do ambiente à produtividade, da rentabilidade do projeto à competitividade, incorporando temáticas conhecidas e novas, necessárias para entender os impactos da inovação aplicada ao produto.

No Programa de Gestão da Inovação Aplicada ao Produto, encontram-se destacados os principais temas necessários para entender o exercício da inovação aplicada ao produto a partir do enfoque da gestão. Além disso, considerando a necessidade de formação atual em todos os níveis desta esfera de conhecimento, utilizou-se uma linguagem de fácil compreensão.

Com uma formação geral distribuída em 9 disciplinas, o programa é abordado a partir de dois enfoques: gestão e inovação, que interpretam as necessidades formativas não só dos interessados em Inovação e Produto, mas também daqueles interessados na própria gestão que surge entre ambas as matérias (inovação e produto).

O desenvolvimento do programa acontece a partir dos conceitos básicos de gestão de projetos, que se enunciam nos padrões de competências em conhecimentos estabelecidos pelas principais instituições internacionais (Associação de Gestão de Projetos, AGPA, membro do IPMA), para desta maneira introduzir os interessados no mundo globalizado dos projetos.

A quem é dirigido

O programa de Gestão da Inovação Aplicada ao Produto foi desenvolvido considerando a necessidade atual de formação neste campo de conhecimento, não só em todas as disciplinas, mas, além disso, em todos os níveis formativos.

O programa dirige-se a estudantes com ou sem experiência na área, responsáveis e muito disciplinados em seus estudos, e interessados em incorporar conhecimentos de gestão, inovação e produto dentro de um espaço multicultural, o mesmo espaço no qual se desenvolve a gestão de projetos, um lugar interdisciplinar, visando aplicá-los de uma maneira responsável no campo da docência e da pesquisa de projetos inovadores e/ou na esfera profissional.

Titulação

A conclusão com sucesso do Programa permitirá que você obtenha a titulação do Gestão da Inovação Aplicada ao Produto.

Após a conclusão com êxito do Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade em que se matriculou.

Estrutura do Programa

A duração estimada para a realização do programa de Gestão da Inovação Aplicada ao Produto é de 380 horas (38 créditos)1.

Sobre a distribuição do tempo, fica estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, desta maneira, o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, sempre que houver vagas disponíveis;
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, o programa dispõe de uma duração mínima de seis meses;
  • O tempo máximo para concluir o programa é de um ano. Neste período de tempo, o aluno deve entregar todas as avaliações correspondentes às disciplinas e o Estudo e Resolução de Caso, no caso da Especialização, o Trabalho Final.

A estrutura de créditos do Programa de Gestão da Inovação Aplicada ao Produto é apresentada tabela abaixo:

  CRÉDITOSa DURAÇÃObb HORAS
1ª. Parte: Disciplinas 28 9 280
2ª. Parte: Trabalho Final 10 3 100
TOTAL 38 12 380

a. La equivalencia en créditos puede vwariar según la universidad que titule. Un (1) crédito ECTS (European Credit Transfer System) equivale a 10 + 15 horas. Si el alumno cursa el Programa matriculado en una universidad no perteneciente al Espacio Europeo de Educación Superior (EEES), la relación entre créditos - horas, puede variar.
b. Duración en meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Formar especialistas em gestão capazes de desenvolver e participar de um processo de gestão tão particular como é a inovação aplicada ao produto.

Objetivos específicos:

  • Estabelecer as relações, a partir da gestão, entre os principais temas que participam da inovação aplicada especialmente ao desenho de produto.
  • Incorporar um enfoque ou uma visão estratégica necessária para a gestão de produto em um mercado globalizado multicultural.
  • Entender que o papel da inovação aplicada ao produto não se verifica apenas no campo estético, mas, principalmente, em seu uso e na contribuição para a melhoria de vida (benefícios) que o produto traz para a sociedade/indivíduo.
  • Formar especialistas responsáveis com a sociedade, considerando que a inovação aplicada a produto tem um forte impacto na vida humana.
  • Explorar, a partir da teoria, todos os espaços de conhecimento que vinculam desde a gestão até a inovação e o produto.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Programa de Gestão da Inovação Aplicada a Produtos são:

  • Integrar departamentos de inovação e produtos.
  • Integrar e gerenciar equipes de projeto.
  • Integrar e dirigir equipes de Gestão de Projetos de Inovação.
  • Consultoria em Projeto/Inovação.
  • Integrar equipes de profissionais de design em universidades, empresas e governos.
  • Consultoria em projetos de comunicação.
  • Pesquisar no campo da ciência e do trabalho profissional no campo de projetos inovadores e de produtos.

Plano de estudos

O programa de Gestão da Inovação aplicada ao Produto é composto de 9 disciplinas, e no caso da Especialização, de um Trabalho Final de Curso

  • 1ª. Parte: Disciplinas

As disciplinas permitem a compreensão e o conhecimento geral da atividade da gestão aplicada à inovação em produto.

É importante destacar que as 9 disciplinas que integram o programa foram desenvolvidas a partir de dois enfoques, a gestão e a inovação, para não formar apenas os interessados em inovação, mas, também, todos aqueles que desejam fazer parte de equipes de trabalho na gestão de projetos.

As disciplinas e as horas correspondentes à primeira parte do curso são apresentadas na tabela abaixo:

  • 2ª. Parte : Trabalho final

No caso da Especialização, a última fase do programa destina-se à elaboração do Trabalho Final de Especialização.

Descrições dos Cursos

As disciplinas que compõem o Programa de Estudos, são independentes e, ao mesmo tempo, estão estruturadas seguindo uma ordem pedagógica coerente.Cada uma se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui material impresso que deve ser estudados para responder satisfatoriamente as diversas atividades de avaliação.

1ª. PARTE: DISCIPLINAS

  1. TEORIA DO OBJETO

    A disciplina tem como intenção contribuir, a partir de um aspecto conceitual, para a compreensão das qualidades configuracionais do objeto e seus diferentes níveis de percepção, entendendo o objeto como um fenômeno de criação cultural.

    O objetivo é que o aluno conheça e compreenda as qualidades que distinguem um objeto de desenho, que possa identificá-las como fatores ou requisitos através do estudo da forma e das condições de percepção, assim como do valor de uso e de suas funções.

    O OBJETO DE DESENHO E SUA CONFIGURAÇÃO. DEFINIÇÕES
    A PERCEÇÃO DO OBJETO
    ASPECTOS DO OBJETO: O FORMAL, O EXISTENCIAL E O PRAGMÁTICO
    AS RELAÇÕES DO OBJETO: COM O USUÁRIO, COM O CONTEXTO, COM OUTROS OBJETOS
    A RELAÇÃO ENTRE FORMA E FUNÇÃO DO OBJETO DE DESENHO
    O VALOR DO OBJETO
  2. GESTÃO INTEGRAL DE DESENHO E DE PRODUTO

    A gestão de desenho é o caminho indicado para transitar pela empresa que pretenda materializar seu produto. Esta disciplina nos introduz, portanto, de maneira específica, na gestão de Desenho ou inovação e na gestão de Produto.

    Deve-se destacar que consideraremos que somente há desenho se existir um fator inovador, para o qual a palavra desenho e inovação serão trabalhadas como sinônimos.

    A gestão do desenho requer, por trabalhar com conceitos de inovação e, igualmente, transitar por cenários novos, um ajuste muito preciso para diminuir todo tipo de risco. Este ajuste se relaciona, em certo ponto, com o trabalho de ajuste que também deve ser feito na gestão do produto, pois este, por sua natureza tangível, deverá incorporar em seus processos, entre outros, o tema da significação e da percepção da forma.

    GESTÃO DE DESENHO
    GESTÃO DE PRODUTO
    RELAÇÕES ENTRE INOVAÇÃO E PRODUTOS, A PARTIR DA GESTÃO POR ETAPAS, DIAGNÓSTICO E COMUNICAÇÃO
    O RESUMO DO PROJETO
  3. ÂMBITOS DO DESENHO: CONDICIONANTES DO CONTEXTO E REQUISITOS DO USUÁRIO

    Do trabalho de quem realiza o desenho obtém-se como resultado um produto com uma dada porcentagem de inovação, que pode ser tangível ou intangível, variando conforme a área de desenho de que falemos.

    Para ambos os casos, este produto deve dar resposta às necessidades de “usabilidade” do usuário, para fazê-lo eficientemente, mas também deve atender a certas demandas inconscientes feitas pelo prazer emocional do usuário.

    Estas demandas um tanto sensíveis são condicionadas por um contexto social, cultural e de mercado, que exigem uma análise especial.

    Sem esquecer, além disso, que a incorporação de um produto inovador, pode chegar a requerer mudanças de hábito em seu contexto imediato.

    MUDANÇAS DE CONTEXTO NO TEMPO
    A GLOBALIZAÇÃO E O PRODUTO
    CONTEXTO IMEDIATO: SOCIAL, CULTURAL E DE MERCADO
    NOVOS CENÁRIOS DO DESENHO
    DETERMINAÇÃO DAS DEMANDAS DO USUÁRIO
  4. PRODUTO E AMBIENTE

    A partir da definição de uma série de conceitos ambientais e socioeconômicos básicos, envolvidos no conceito de desenvolvimento sustentável, foca-se a relação que existe entre produto e ambiente, considerando este último como (tudo) o meio que rodeia o primeiro e do qual, além disso, é parte.

    Neste tema, a inovação surge como protagonista, pois deve considerar o ambiente e o impacto futuro que o produto ocasionará nele como o primeiro condicionante da criatividade.

    CONCEITOS AMBIENTAIS BÁSICOS
    O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
    PROBLEMÁTICA AMBIENTAL GLOBAL
    RELAÇÕES COM OS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO. POR UM CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE
    O AMBIENTE E SUA RELAÇÃO COM A INOVAÇÃO APLICADA A PRODUTOS
  5. A INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA DE MELHORA E APORTE DE VALOR AO PRODUTO

    O conceito de inovação já não se relaciona mais somente com a criatividade associada ao produto, na atualidade, invadiu todas as áreas da empresa e também todas as etapas que compõem o ciclo de vida do projeto e o ciclo de vida do produto.

    Isto se deve à um tendência em destaque há mais de uma década: afasta-se do planejamento calculado e aproxima-se da formação em criatividade centrada na resolução de problemas, consequência do pouco tempo com que se conta para dar soluções a situações de conflito.

    A inovação, então, já não é apenas uma contribuição tangível, mas, sim, uma ferramenta de melhoria e de soma de valor a partir do intangível.

    Embora esse valor possa chegar a ser medido quantitativamente com parâmetros econômicos, é um componente invisível e que somente se encontra na imaginação do usuário.

    Um produto extremamente inovador pode carecer de qualquer valor de maneira que não obterá sucesso para o objetivo porque foi criado.

    CONCEITO DE INOVAÇÃO
    CONCEITO DE VALOR
    VALOR PERCEBIDO PELO PÚBLICO-ALVO
    INOVAÇÃO COMO CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA PARA O PRODUTO
    CONCEITOS E ELEMENTOS DOS QUAIS DEPENDE A MELHORIA EFICIENTE DO PRODUTO
    QUANDO? UM PRODUTO NÃO PODE SER MELHORADO
    INOVAÇÃO E VALOR, SUAS RELAÇÕES
  6. RELAÇÕES ENTRE INOVAÇÃO, CRIATIVIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE

    Atualmente, existem dois pares de componentes indispensáveis no momento de desenvolver um projeto do qual resultará um produto, são eles, inovação e criatividade, que funcionam em uma alta porcentagem como sinônimos, e produtividade e competitividade, que embora não sejam sinônimos, são dependentes um do outro.

    Ao mesmo tempo, existe um forte vínculo nos dois sentidos entre os pares, por um lado, a competitividade dependerá muito do grau de inovação do produto, e, por outro, a produtividade pode condicionar a criatividade do mesmo.

    Paralelamente a essa relação, cada uma das quatro áreas de trabalho se relaciona com as outras três de maneira independente.

    CONCEITOS: INOVAÇÃO, CRIATIVIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE
    INOVAÇÃO ESTRATÉGICA
    A CRIATIVIDADE A SERVIÇO DA PRODUÇÃO
    EXIGÊNCIAS DA COMPETITIVIDADE
    GESTÃO DAS QUATRO ÁREAS
  7. O DESENHO DE PRODUTO E OS AGENTES DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

    O avanço das tecnologias não é indiferente aos projetos especializados em produtos de base inovadora.

    E isto não acontece somente nos processos de gestão ou desenvolvimento do projeto, o impacto tecnológico ampliou, para quem realiza o desenho, o horizonte estabelecido pelas possibilidades de produção.

    Esta disciplina se ocupará, portanto, do impacto qualitativo e quantitativo da tecnologia sobre as áreas de produto e inovação.

    Do campo das tecnologias, sabemos que do uso correto de todas elas, qualquer produto inovador pode se concretizar, pois nos ocuparemos de garantir isto.

    ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL
    DA SOCIEDADE EM REDE ATUAL À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
    AGENTES DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA.
    INOVAÇÃO TECNOLÓGICA APLICÁVEL AO “PRODUTO”
  8. DIREÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

    Esta disciplina se concentra no pensamento estratégico aplicado à direção, promovendo um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo consubstancial aos ambientes instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A GESTÃO ESTRATÉGICA COMO MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico reconhecido internacionalmente. A análise SWOT como ferramenta valiosa para o planejamento estratégico.
    A IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA. ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Desenvolvimento de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medição. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
  9. DESENHO RENTÁVEL E ESTRATÉGICO

    O desenho se torna rentável com a simples incorporação não apenas de seu conceito, mas também executando-o, pois o desenho deve solucionar a situações de conflito e depois dar conta do “bom gosto”.

    Em outras palavras, de nada serve fazer um produto "belo" esteticamente se não é funcional. Se obtiver funcionalidade, então já será rentável. Se isto foi preestabelecido, então também será estratégico.

    Esta disciplina trata justamente disto, de entender que a contribuição do desenho é somar rentabilidade social e, inclusive, econômica. De outra maneira, haverá o desperdício de um alto potencial da inovação do produto, o que pode, até mesmo, chegar a ser prejudicial.

    Não se deve esquecer que ao falar de produto ou objeto, contemplam-se as percepções que sua própria linguagem (linguagem do produto) suporta e estas devem chegar ao destino e promover a resposta predeterminada.

    O DESENHO E SUA FUNÇÃO ESTRATÉGICA
    A DIREÇÃO DO DESENHO
    O DESENHO NA EMPRESA
    AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO DESENHO
    O PRODUTO E AS PESSOAS
    OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO PROJETO

2ª. PARTE : TRABALHO FINAL

No caso da Especialização, a última fase do programa destina-se à elaboração do Trabalho Final de Especialização.


1. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a modificações em função de atualizações ou melhorias efetuadas.

Direção

  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Mestrado em Gestão de Projetos e Desenho pelo Politécnico de Milão, Itália. Arquiteto. Professor na Universidade de Buenos Aires, Argentina. Presidente da AGP, membro do IPMA.
  • Dr. Luis Dzul López. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Engenheiro civil. Especialista em projetos de cooperação internacional. Professor da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Eduardo Garcia Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Mestrado em Engenharia Ambiental e Tecnologia. Engenheiro industrial.

Professores e Autores

  • Dra. Izol Marez. Doutora em Arquitetura. Professora da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Alberto Vera. Doutor em Integração e Desenvolvimento Econômico e Territorial. Arquiteto. Professor de Gestão Ambiental Urbana, Universidade Nacional de Lanús, Argentina.
  • Dra. Martha Velasco. Doutora em Projetos de Inovação Tecnológica. Especialista em Gestão de Projetos. Mestre em Gestão e Engenharia Industrial. Pesquisadora em Desenvolvimento Sustentável e Compromisso Social. Professora da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Miguel Ángel López Flores. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professor Pesquisador no Instituto Politécnico Nacional do México.
  • Dr. Arturo Ortega. Doutor em Engenharia Eletrônica. Engenheiro de telecomunicações. Diretor de PD&I na FUNIBER.
  • Dr. Benjamín Otto Ortega Morales. Doutor em Ciências com especialização em Microbiologia. Diretor-Geral de Pós-Graduação e Pesquisa na Universidade Autônoma de Campeche.
  • Dr. Fermín Ferriol Sánchez. Doutor em Ciências da Educação da Universidade de Havana. Professor da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Antonio Eduardo Fuenzalida. Doutor em Ciência do Exercício. Professor da Universidade Santo Tomas, Chile.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Engenheiro industrial.
  • Dra. Brenda Bravo. Doutora em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professora da Universidade Metropolitana do México.
  • Dr. Victor Jiménez. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professor na Universidade Metropolitana do México.
  • Dr. Héctor Solano. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professor da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dra. Izel Márez. Doutora em Engenharia de Projetos. Mestre em Gestão e Auditorias Ambientais.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Mestre em Gerenciamento de Projetos e Desenho pelo Politécnico de Milão, Itália. Professor na Universidade de Buenos Aires, Argentina. Diretor da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) Argentina e Uruguai.
  • Dr. Luis Dzul López. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Especialista em design de projectos de cooperação internacional. Professor da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia de Projetos. Engenheiro industrial. Especialista em Projetos de Cooperação Internacional.
  • Dra. Olga Capó Iturrieta. Doutora em Engenharia de Projetos: Ambiente, Qualidade e Prevenção. Engenharia Civil Industrial. Responsável pela Área de Projetos do Instituto de Pesquisas Agropecuárias (INIA), Chile.
  • Dr. José Rodríguez. Doutor em Engenharia Civil. Engenheiro civil. Responsável pela Área de Gestão Ambiental da FUNIBER-Peru.
  • Dr. Lázaro Cremades. Doutor em Engenharia Química. Professor de Engenharia de Projetos da Universidade Politécnica da Catalunha.
  • Dra. Margarita González. Doutora em Engenharia Química. Professora de Engenharia de Projetos da Universidade Politécnica da Catalunha.
  • Dr. José Cortizo Álvarez. Professor do Departamento de Geografia e Geologia da Universidade de León, Espanha.
  • Dr. Manuel Castejón Limas. Professor Titular do Departamento de Engenharia Mecânica, Informática e Aeroespacial na Universidade de León, Espanha.
  • Dr (c). Gregorio Urriola. Professor da Universidade das Américas no Panamá. Especialista em Cooperação Internacional.
  • Dr (c) Lina Pulgarín Osorio. Licenciada em Gestão Ambiental. Mestre em Gestão Integrada: Prevenção, Qualidade e Meio Ambiente.
  • Dr (c). Diego Kurtz. Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento.
  • Dr (c). Marcelino Diez. Especialista e Mestre em Gerenciamento de Projetos. Certificado pelo Project Management Institute (PMI) como Gerente Profissional de Projetos.
  • Dr (c). Nelson Yepes. Engenheiro industrial. Especialista em Gestão Financeira e Mestre em Design, Gestão e Direção de Projetos.
  • Dra (c). Silvana Marín Garat. Economista.Mestre em Desenvolvimento Sustentável. Experiência profissional em empresas de desenvolvimento de projetos com o exterior e consultoria em Comércio Exterior.
  • Dr (c). Pablo Urquizó. Engenheiro em computação. Mestre em Gestão Estratégica em TIC.Experiência como Diretor e Consultor em Computação e Tecnologia da Informação, Programação de Sistemas e Webmaster.
  • Dr (c). Santiago Brie. Estudios: Licenciado em Gestão Ambiental Urbana.Mestrado em Design, Gestão e Direção de Projetos. Professor na Universidade Nacional de Lanús. Argentina.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER. 

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez finalizado o Programa Acadêmico, os alunos que assim o desejarpoderão ingressar na Bolsa de Trabalho Ambiental. Para isso, deverãoremeter currículum vitae, indicando dados pessoais, acadêmicose de experiência profissional. Assim, o aluno estará informado dasofertas de trabalho que venham a surgir e que se ajustem a seu perfilprofissional.