Infraestrutura Tecnológica de Software

Apresentação do Programa

A importância de qualquer infraestrutura tecnológica sempre será a base que definirá a vida de qualquer sistema. No campo da Informática ou dos Sistemas de Informação, a decisão sobre uma infraestrutura tem uma importância estratégica, já que limitará ou potencializará o crescimento e o desenvolvimento de uma organização.

1.1. Importância de uma formação em valor agregado das tecnologias

No mundo de hoje, o conhecimento das tecnologias não pode mais ser limitado a um simples domínio técnico: é necessária uma reflexão sobre seu potencial e o impacto que exercem sobre os sistemas informáticos produzidos, bem como entender as relações entre seus componentes de software e hardware. Uma falta de domínio pode gerar arquiteturas de hardware/software pouco robustas, que poderão tornar uma grande quantidade de sistemas obsoleta em pouco tempo ou prender uma organização a sistemas de difícil manutenção.

Nesse sentido, o Programa Infraestrutura Tecnológica de Software ajuda a compreender os diversos componentes tecnológicos que são utilizados nas infraestruturas tecnológicas de software com a finalidade de dominar seu projeto e sua implementação.

1.2. Conceitos centrais do programa: infraestrutura tecnológica e software

A infraestrutura tecnológica agrupa e organiza o conjunto de elementos tecnológicos que integra um projeto, suporta ou sustenta as operações de uma organização. A infraestrutura define o êxito de uma empresa na medida em que sua robustez, qualidade e sustentabilidade são traduzidas em um aumento do investimento em TI. Por esse motivo, é crucial conhecer todos os seus componentes ou elementos, tanto no que se refere ao software como ao hardware. Uma infraestrutura sólida permite que um software opere de maneira eficiente e eficaz durante o tempo previsto, com elevados níveis de serviços e benefícios.

O software é o mais novo ativo das organizações, cujo valor é obtido pela importância de seu uso, eficiência, processamento de dados e capacidade de facilitar operações. Nesse sentido, é mais do que importante e relevante a operação sobre infraestruturas estáveis que garantam um trabalho eficiente do software.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática do desenho dos conteúdos, permite dirigir o Programa de Infraestrutura tecnológica de Software a profissionais que desempenham suas funções ou queiram desempenhá-las no setor da informática e que desejam desenvolver sistemas informáticos mais robustos e integrados, especialmente em cenários globais. Contudo, igualmente é voltado para a pequena e média empresa, facilitando tanto sua inserção nas redes globais quanto na melhoria do próprio potencial de gestão. Permite que pessoas que atuam como engenheiros de software, programadores, analistas, técnicos de sistemas ou telecomunicações, ou que desenvolvam tarefas de apoio ou assistência técnica, assessoria tecnológica, ou similares possuam uma visão ampla das diversas tecnologias da informação, do seu conhecimento e uso organizacional.

Titulação

Ao ser aprovado em todas as disciplinas e satisfazendo todas as exigências acadêmicas, administrativas e financeiras previstas pela Fundação Universitária Iberoamericana e pela universidade ou entidade que regulamenta o programa, será expedido o grau ou título respectivo. O nome do grau ou título poderá variar em função da legislação de cada país e do regulamento de cada universidade ou entidade que o emitir.

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa depende do perfil acadêmico do aluno e dos requisitos da universidade correspondente.

Em relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um Programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não existe uma data específica para seu início, razão pela qual o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, dispõe-se de uma duração mínima do programa de 3 meses, contados a partir da data de entrega do primeiro volume até a data de recebimento do último exercício de avaliação.O tempo máximo disponib
  • O tempo máximo disponibilizado para o término do Programa é de 9 meses. Nesse período de tempo, o aluno deve ter sido aprovado com êxito em todas as atividades avaliadas.

No caso de alunos sem titulação prévia, a estrutura de créditos do programa é estabelecida conforme a tabela abaixo:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª Parte: Disciplinas 18 4 180
2ª Parte: Estudo e Resolução de Caso 10 2 100
TOTAL 28 6 280

No caso de alunos com titulação prévia e que tenham cursado algum programa que exija a realização de um Trabalho Final, a estrutura de créditos do programa é estabelecida conforme a tabela abaixo:

  CRÉDITOSa DURACIÓNb HORAS
1ª Parte: Disciplinas 18 4 180
2ª Parte:Estudo e Resolução de Caso 10 2 100
3ª Parte: Trabalho Final 10 3 100
TOTAL 38 9 380

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula. 
b. Duração em meses.

Objetivos

Objetivo geral:

  • Conhecer a infraestrutura tecnológica empregada nos sistemas informáticos contemporâneos.

Objetivos particulares:

  • Conhecer os princípios fundamentais da infraestrutura tecnológica empregada no desenvolvimento de sistemas informáticos.
  • Conhecer os diversos sistemas, processos, métodos e metodologias empregados na implementação das diversas tecnologias estudadas no programa.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa de Infraestrutura Tecnológica de Software são:

  • Analista/designer funcional, orgânico e tecnológico de sistemas informáticos.
  • Desenvolvedor de software.
  • Diretor/Gestor de projetos de engenharia de software.
  • Designer ou analista de plataformas ou arquiteturas informáticas.

Plano de estudos

O programa de Infraestrutura Tecnológica de Software é composto por:

  • 1ª Parte: Disciplinas (180 horas).

Cada disciplina permite conhecer as principais tecnologias utilizadas em infraestruturas tecnológicas de software.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem essa parte são exibidas na tabela abaixo:

Essas disciplinas, apesar de serem independentes entre si, são sequenciais e estão estruturadas segundo uma ordem pedagógica coerente. Cada uma se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo é apresentado em material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente as diversas atividades de avaliação.

  • 2ª Parte: Estudo e Resolução de Caso (100 horas).

O objetivo é resolver um caso de enfoque eminentemente prático proposto pelo próprio aluno ou pelo tutor.

  • 3ª Parte: Trabalho Final (100 horas)

O objetivo é realizar um Trabalho Final do programa, destinado a colocar em prática os conhecimentos adquiridos. O Trabalho Final é realizado quando o regulamento do programa assim exigir, de acordo com cada universidade ou organização responsável pela emissão do grau ou título.

Descrições dos Cursos

  1. ARQUITETURAS, REDES E SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

    Essa disciplina revisa de maneira descritiva os conceitos fundamentais de redes de computadores e de sistemas distribuídos, tendo como base as arquiteturas atuais como Internet e sua relação com arquiteturas de alto desempenho de sistemas distribuídos, introduzindo questões relevantes relacionadas com a disponibilidade, segurança, confiabilidade e integridade da informação nas redes e entre elas.

    INTRODUÇÃO À INTERCONEXÃO DE REDES
    Introdução aos sistemas de redes. Tipos de arquiteturas. Conceito de sistema distribuído.
    MODELOS E ARQUITETURAS
    Modelo OSI. Arquitetura Internet. Arquitetura Cliente-Servidor. Requisitos de segurança para as novas arquiteturas: Heterogeneidade de domínios; mobilidade e segurança. Novas arquiteturas: FARA, TRIAD, IPNL, HIP, I3, HIP3, etc.
    SISTEMAS DISTRIBUÍDOS ABERTOS
    Modelos de referência. Arquiteturas e padrões. Computação orientada a serviços. Base de dados distribuída. Grades computacionais. Vantagens dos Sistemas Distribuídos. Desvantagens dos Sistemas Distribuídos.
  2. GESTÃO E SEGURANÇA DE REDES

    A disciplina prepara para utilizar a ferramenta adequada, em cada circunstância, para realizar uma gestão eficiente e segura de Redes. Para um correto funcionamento, a identificação dos riscos da informação e a garantia do sistema são muito importantes.

    SEGURANÇA DE REDES
    Introdução. Segurança da Informação. Ameaças. Mecanismos de segurança. Padrões de Controle de acesso. Planejamento e administração de sistemas seguros. Trusted Computer System Evaluation Criteria (TCSEC). Information Technology Security Evaluation Criteria (ITSEC) Common Criteria for Information Technology Security Evaluation (CC). Comunicações e segurança em redes. Código malicioso. Criptografia. Ferramentas de segurança.
    GESTÃO DE REDE
    Áreas de aplicação. Centros de Gestão de Rede e gestão integrada. Modelos de gestão. Modelo de informação. Modelo de comunicações. Monitoramento Remoto de Redes (RMON).
  3. GESTÃO DE BASES DE DADOS E RECURSOS DE INFORMAÇÃO

    A disciplina introduz os conceitos e soluções que um Administrador de Tecnologias da Informação deve conhecer para realizar uma gestão adequada da informação em sua Organização, como parte de um projeto de Engenharia de Software.

    GESTÃO TECNOLÓGICA DA INFORMAÇÃO
    Introdução. A Informação. A Gestão do Conhecimento. A Informação como recurso. Os Sistemas de Gestão de Base de dados.
    DEFINIÇÃO DO TRABALHO DO ADMINISTRADOR DE BASE DE DADOS
    Introdução. Administração de Base de Dados, Dados e Sistema. Tarefas do Administrador de base de dados. Tipos de Administradores de Base de dados. O Administrador de Base de dados na Organização.
    DEFINIÇÃO DO AMBIENTE DE BASE DE DADOS
    Introdução. Definição da Estratégia. Instalação do Servidor de Base de dados. Atualizações do Servidor de Base de dados. Definição de padrões.
    MODELAGEM DE DADOS
    Introdução. Componentes de um Modelo de Dados. Fases do Desenho de Modelos de Base de dados. Normatização.
    DESENHO DE APLICATIVOS COM ACESSO À BASE DE DADOS
    Introdução. SQL. Definição de Transações. Bloqueios.
    INTEGRIDADE DE DADOS
    Introdução. Integridade Estrutural. Integridade Semântica.
    DISPONIBILIDADE DA INFORMAÇÃO
    Introdução. Custo do Downtime. Problemas de Disponibilidade. Garantia de disponibilidade.
  4. LINGUAGENS E PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO

    A disciplina traz uma visão geral das linguagens de programação, assim como as particularidades da filosofia da construção dessas ferramentas que possibilitam que o mundo se mova por meio dos computadores. Nesse espaço de exposição das linguagens e paradigmas de programação, ganham força os modelos de programação que definem linguagens e paradigmas. Do mesmo modo, a disciplina permite aprofundar as questões teóricas da programação funcional, com a utilização do Scheme, uma linguagem de programação que pode ser utilizada para a implementação de vários modelos de programação e que permite a conceitualização desse paradigma de programação.

    INTRODUÇÃO
    APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
    LINGUAGENS E PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO
    História. Conceito de linguagens de programação. Classificação das linguagens de programação. Outras classificações de paradigmas de programação. Evolução temporal das linguagens de programação.
    PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL
    Linguagens de programação. Avaliação de uma expressão. Definição de novas funções. Quote. Algumas funções do Scheme. Outros exemplos de definição de funções. Resumo.
    PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL COM O SCHEME
    Modelo de substituição. Ordem de avaliação normal v/s de aplicação. Macros. Conceitos prévios. Os macros.
    PROCEDIMENTOS DE ORDEM SUPERIOR
    Listas no Scheme. Funções como dados de primeira classe. Funções como argumentos. Funções sem nome. Tipos de dados de primeira classe. Funções que devolvem funções. Let. Resumo.
    ABSTRAÇÃO DE DADOS
    Pares do Scheme. A agregação de dados não tem razão de ser primitiva. Abstração de dados e barreira de abstração. Tipo abstrato de dados sequência (ou lista). Mais sobre os diagramas box-and-pointer.
    DADOS HIERÁRQUICOS
    Listas hierárquicas. Uso das funções de listas hierárquicas. Árvores binárias. Árvores genéricas.
    RECURSIVIDADE
    A recursão. O custo espacial da recursão. Processos recursivos e iterativos. Outros exemplos de processos recursivos e processos iterativos. Resumo.
  5. TECNOLOGIA WEB E WEB ENGINEERING

    A disciplina revisa todos os conceitos, características, componentes e técnicas ligadas à Web, tanto do ponto de vista das tecnologias Web quanto da Web Engineering, que busca produzir sistemas e aplicações confiáveis, abrangentes e de alta qualidade.

    DESCRIÇÃO GERAL
    Sistemas de Informação Web. Tecnologias disponíveis.
    ARQUITETURA E COMUNICAÇÃO
    Arquitetura por camadas. Comunicação Cliente Servidor. Protocolos de comunicação.
    DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS WEB
    Engenharia de Requisitos para a Web. Modelagem de aplicativos Web. Arquitetura e Organização de Informação. Ferramentas Disponíveis. Melhores práticas e recomendações.
    SEGURANÇA
    Comunicação segura, métodos de autenticação. Criptografia, assinaturas digitais e certificados. Segurança da parte do servidor. Segurança da parte do cliente.
    GESTÃO DE PROJETOS WEB
    A equipe de desenvolvimento Web. Medidas de qualidade para a Web. Riscos do projeto. Controle de Avanços. Estimativa de custos. Metodologias ágeis e aplicativos Web.
    TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO
    Linguagem de Marcação Extensível (XML). Serviços Web (Web Services).
    APLICATIVOS
    Sistemas de Gestão de Conteúdos (CMS). Portais Web. Sistemas de Comércio Eletrônico. Fornecedores de Serviços e Aplicativos (Application Service Provider - ASP).
    TENDÊNCIAS
    Computação em rede (Grid Computing). Computação em nuvem (Cloud Computing). Execução Assincrônica e Pedidos XML (AJAX). Web Semântica. Aplicativos Web para celulares.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações em função das atualizações ou das melhorias efetuadas. 

Direção

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla. Doutor Engenheiro em Eletrônica, pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Eletrônica pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Ramón Llull, Espanha. Coordenador da Área P D i – Área de Projetos, FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Ms. Angélica Agudelo Reina. Mestrado e Pós-graduação em SAP MM e SD (Materials Management – Sales and Distribution). Ampla experiência em consultoria funcional de ERP’s em diferentes setores da indústria, e em análise de operações industriais. Coordenadora Acadêmica do Programa Mestrado em Direção Estratégica de Tecnologias da Informação e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dra. Isabel De La Torre Díez.Doutora em Telecomunicações pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de Valladolid em temáticas vinculadas a serviços telemáticos, base de dados, business intelligence. Pesquisador Pós-doutoral sobre Informática Biomédica.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez. Engenheiro Superior de Telecomunicação e de Gestão de RH. e Ciências Empresariais - MBA IESE. Mestrado em Redes e Serviços avançados em Internet pela Universidad Politécnica de Madrid. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado. Doctora en Telecomunicaciones por la Universidad del País Vasco. MSc. in Management of Manufacturing Systems por la Universidad de Cranfield, Inglaterra. Experiencia en Proyectos I D i. Profesora de la Universidad del País Vasco.
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutora em Telecomunicações pela Universidad del País Vasco. MSc. in Management of Manufacturing Systems pela Universidad de Cranfield, Inglaterra. Experiência em Projetos P D i. Professora da Universidad del País Vasco.
  • Dra. Izel Marez. Doutora em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De Abajo. Doutora pela Universidad de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria do Sinal, Comunicações e Eng. Telemática, da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos pela Universidad Politécnica de Cataluña, Espanha. Mestrado em Gerenciamento de Projeto e de Desenho pela Politécnica de Milão, Itália. Professor da Universidad de Buenos Aires, Argentina. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Diretor Acadêmico da Área de Meio Ambiente da Fundación Universitaria Iberoamericana.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz. Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dr. (c) Saúl Domingo Soriano. Doutor candidato pela Universidad de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Dra. (c) Gabriela Larrea Madinyá. Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Direção Estratégica pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em estratégias de comunicação e comercialização aplicando novas tecnologias.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo. Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidad Antenor Orrego de Trujillo.(Peru). Master in Computer Science na Universidade Estatal de Campinhas em São Paulo (Brasil)
  • Ms. Virginia Saman. Engenheira em Informática de Gestão da Universidad Santa María de Chile Campus Guayaquil. Mestrado em Logística (França).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER. 

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez finalizado o Programa Acadêmico, os alunos que assim o desejarpoderão ingressar na Bolsa de Trabalho Ambiental. Para isso, deverãoremeter currículum vitae, indicando dados pessoais, acadêmicose de experiência profissional. Assim, o aluno estará informado dasofertas de trabalho que venham a surgir e que se ajustem a seu perfilprofissional.