Master Internacional em Nutrição e Dietética

Apresentação do Programa

Uma boa alimentação ajuda, em grande parte, a contribuir para um ótimo estado de saúde das pessoas. Esta premissa deve-se considerar. Por isso, devemos educar e conscientizar as pessoas que nos rodeia sobre sua vital importância.

O campo da alimentação e da nutrição durante muitos anos tem estado em um segundo plano em nossa sociedade. Não se dava a importância que realmente tem. Atualmente temos um sistema de saúde baseado na cura; a prevenção deve ser nosso primeiro objetivo e a cura deve-se deixar em um segundo termo. Em termos econômicos, alguns programas adequados de prevenção ajudariam a reduzir o gasto atual em Saúde, focalizado em grande parte aos tratamentos paliativos ou curativos.

O avanço das ciências que dão sustentação à nutrição, como a bioquímica, a biologia molecular, a fisiopatologia, a toxicologia, a dietética e a bromatologia faz da nutrição uma ciência fascinante por ser moderna e aplicada. Este avanço faz com que se contemple a nutrição não apenas com olhos científicos, mas com um olhar humano.

O campo da alimentação e da nutrição afeta toda a sociedade, razão pela qual tem uma relação direta com vários campos profissionais. Em muitas ocasiões, estes profissionais não têm uma graduação universitária, no entanto, por suas características pessoais ou por sua experiência, desejam uma formação de qualidade neste campo.

Este Programa é necessário para acessar a uma série de conteúdos que serão imprescindíveis em uma boa execução de trabalho no âmbito da nutrição e para tomar a decisão mais oportuna em todo momento com base nos novos critérios nutricionais.

A quem é dirigido

A metodologia de formação somada à clareza, amplitude e didática da organização dos conteúdos, permite dirigir o Master Internacional em Nutrição e Dietética a profissionais que desenvolvem as suas atividades em postos relacionados com a saúde, a indústria ou empresas que queiram especializar-se na Área da alimentação.

Master Internacional em Nutrição e Dietética tem como destinatários:

  • Licenciados e Graduados em Ciências da Saúde que desejam atualizar ou aprofundar seus conhecimentos em Nutrição e Dietética.
  • Licenciados e Graduados que em razão do exercício profissional desejam se especializar em Nutrição e Dietética.
  • Pessoas com Licenciatura ou Graduação universitária que tenham interesse próprio na matéria.
  • O Master Internacional em Nutrição e Dietética é um complemento ideal para enriquecer qualquer formação de Pré-graduação ou de Pós-graduação para pessoas interessadas em especializar-se em temas de saúde e nutrição.

Titulação

A aprovação com êxito no programa de Master Internacional em Nutrição e Dietética permitirá obter o grau de: MASTER INTERNACIONAL EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA ESPECIALIZADO EM ... (aquele módulo optativo que o aluno tenha escolhido).

Os Diplomas serão expedidos pela Universidade na qual o aluno se matriculou com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

A duração estimada para a realização do Master Internacional em Nutrição e Dietética é de 2 anos.

Com relação à distribuição do tempo se estabelece que:

  • Por ser um Curso a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, razão pela qual o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis;
  • O tempo máximo para poder realizar o curso é de 24 meses. Neste período de tempo, o aluno deve finalizar todas as avaliações correspondentes ao curso.

A estrutura de créditos e horas do Master Internacional em Nutrição e Dietética se apresenta na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª Parte: Módulo Obrigatório 45 12 450
2ª Parte: Módulos Optativos 15 6 150
3ª Parte: Tese de Master 30 6 300
TOTAL 90 24 900

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Ser capaz de discernir entre crenças alimentares e alimentação adequada para cada pessoa ou grupo, mediante a articulação pedagógica de fundamentos teóricos baseados em evidência científica.

Objetivos específicos:

  • Aplicar normas nutricionais adequadas através da avaliação nutricional do paciente e dos últimos avanços e desenvolvimentos na área da nutrição, alimentação e dietética.
  • Organizar e conceber programas de assessoramento nutricional adaptado às necessidades específicas.
  • Dar ao aluno conhecimentos dos últimos avanços científicos em pontos fundamentais da nutrição e a dietética, tais como a nutrigenômica, os transtornos alimentares, a alimentação na atividade física ou a nutrição clínica.
  • Favorecer o pensamento crítico dos alunos em temas relacionados com a saúde e a nutrição.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Master Internacional em Nutrição e Dietética são as seguintes:

  • Profissionais de Ciências da Saúde que desejam se especializar em uma área do campo da Nutrição;
  • Docente em programas de ensino regular e não regular, pessoal sanitário, pessoal de serviços de restaurantes, centros de informações ao consumidor, associações de enfermos crônicos, colégios, centros cívicos, centros esportivos, etc;
  • Pesquisador científico em temas relacionados à alimentação;
  • Gerentes ou responsáveis por empresas de restaurantes coletivos: colégios, catering, hotéis, hospitais, geriátricos, etc;
  • Técnico em departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P D) da indústria farmacêutica ou do setor alimentar;
  • Técnico em departamento de Marketing da indústria farmacêutica ou alimentar;
  • Técnico em departamento de Qualidade da indústria farmacêutica ou alimentar;
  • Contato comercial em empresas alimentícias ou farmacêuticas com linha de produtos apresentando características nutritivas específicas.

Plano de estudos

Master Internacional em Nutrição e Dietética é formado por 3 partes formativas descritas a seguir: 

  • 1ª PARTE: MÓDULO OBRIGATÓRIO (45 CRÉDITOS)

A primeira parte tenta aprofundar as disciplinas fundamentais da nutrição e aprofundar nas áreas temáticas de grande importância no conhecimento global da Nutrição, como o conhecimento pormenorizado do metabolismo dos alimentos e a elaboração de dietas tanto em um estado ideal de saúde quanto em estados patológicos em que a nutrição tem uma grande relevância. 

As disciplinas e seus créditos correspondentes que compõem a 1ª Parte: Módulo Obrigatório são mostradas na seguinte tabela:

  • 2ª PARTE: MÓDULOS OPTATIVOS (15 CRÉDITOS)

O aluno deve escolher uma das cinco especializações possíveis, compostas por 3 ou 2 disciplinas dependendo da especialização escolhida, e com um total de 15 créditos.

As disciplinas e os créditos correspondentes a cada um dos módulos optativos, são mostrados a seguir:

  TRANSTORNOS DA CONDUTA ALIMENTAR CRÉDITOS
1 Terapia combinada para o tratamento da obesidade 10
2 Transtornos da conduta alimentar: Anorexia e Bulimia 5
  TOTAL 15
  ALIMENTAÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA NA INFÂNCIA CRÉDITOS
1 Nutrição Infantil e Origem Fetal de Patologias 5
2 Desnutrição 5
3 Atividade Física em Crianças e Adolescentes 5
  TOTAL 15
  NUTRIÇÃO, ESPORTE E ATIVIDADE FÍSICA CRÉDITOS
1 Nutrição e Deporte 5
2 Ajudas Ergogênicas 5
3 Transtornos Alimentares no esporte 5
  TOTAL 15
  • 3ª PARTE: PROJETO FINAL OU DISSERTAÇÃO DE MASTER (30 CRÉDITOS)

A última parte do Master está destinada à realização do Projeto Final (PFM) ou Dissertação de Master (DM), sobre algum tema relacionado com a especialidade escolhida e que contabilizará um total de 30 créditos.

  DISSERTAÇÃO DE MASTER CRÉDITOS
  TOTAL 30
1 Metodologia da Pesquisa Científica 5
2 Dissertação de Master 25

O objetivo é apresentar um documento completo que mostre o desenvolvimento total do projeto proposto, contemplando a possibilidade de sua execução concreta de acordo aos delineamentos e detalhes da Dissertação de Master apresentada.

O Projeto deve ser uma contribuição a alguns dos campos estudados ou correlacionados, tanto teórica quanto aplicada, e respeitando as doutrinas, teorias e disciplinas relacionadas.

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: MÓDULO OBRIGATÓRIO

  1. FUNDAMENTOS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

    Através dessa disciplina, pretende-se oferecer uma visão global de vários aspectos nutricionais.

    PRODUTOS ALIMENTARES
    Cereais e derivados. Leguminosas. Hortaliças e verduras. Fruta. Conservação de frutas e verduras. Frutos secos. Derivados lácteos. Alimentos ricos em gordura insaturada. Bebidas não alcoólicas. Conteúdo alcoólico e energético das bebidas alcoólicas. Intolerâncias alimentares.
    ÁGUA E EQUILÍBRIO ELETROLÍTICO
    Ganhos hídricos. Perdas hídricas. Regulação da ingestão e excreção de água. Regulação dos eletrólitos plasmáticos. Desequilíbrios hidroelectrolíticos. Transtornos do equilíbrio ácido-básico.
    AMINOÁCIDOS E OUTROS COMPONENTES NITROGENADOS CONSIDERADOS NUTRIENTES ESSENCIAIS
    Características dos aminoácidos mais importantes no organismo. Carnitina. Colina e derivados. Aminoácidos contendo enxofre e derivados. Alguns derivados da cisterna. Glutamina e arginina.
    INTERAÇÕES ENTRE MEDICAMENTOS E ALIMENTOS
    Interações que afetam o estado nutricional do paciente. Interações que afetam a absorção do medicamento devido aos alimentos ingeridos. Interações dos alimentos com componentes específicos dos mesmos. Interações dos alimentos com o álcool.
    ALIMENTOS DO FUTURO: ALIMENTOS FUNCIONAIS E TRANSGÊNICOS
    Alimentos funcionais. Alimentos transgênicos.
    INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO NUTRICIONAL
    Objetivos nutricionais. Estratégias dos programas de educação nutricional. Avaliação da educação nutricional. Experiência espanhola em educação nutricional: o Programa EDALNU. Novas perspectivas da educação nutricional. Guias alimentares.
  2. BIOQUÍMICA NUTRICIONAL

    Estudo da regulação do metabolismo, a sinalização celular, a regulação da expressão gênica e o destino dos macronutrientes.

    METABOLISMO E SUA REGULAÇÃO
    Metabolismo. Regulação do metabolismo.
    INTEGRAÇÃO METABÓLICA
    Integração metabólica. Sinalização intercelular. Sinalização intracelular.
    REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA
    Visão geral. Regulação da transcrição. Regulação pós-transcripcional. Nutrientes e expressão gênica.
    DESTINO METABÓLICO DOS CARBOIDRATOS
    Introdução. Metabolismo hepático. Metabolismo nos tecidos periféricos. Regulação da glicemia. Visão global do metabolismo da glicose. Considerações nutricionais.
    DESTINO METABÓLICO DOS LIPÍDIOS
    Introdução. Lipoproteínas plasmáticas. Utilização tissular dos ácidos graxos. Metabolismo e funções dos triglicerídios. Metabolismo e funções do colesterol. Visão geral simplificada do metabolismo de colesterol e triglicerídios.
    DESTINO METABÓLICO DOS AMINOÁCIDOS
    Panorâmica geral do metabolismo nitrogenado. Reações gerais do metabolismo dos aminoácidos. Destino do esqueleto carbonado dos aminoácidos. Metabolismo do amônio. Biossíntese de aminoácidos não essenciais. Funções precursoras dos aminoácidos da dieta. Metabolismo dos aminoácidos nos diferentes tecidos. Qualidade da proteína alimentar. Complementação proteica. Considerações nutricionais.
    COMPOSTOS NITROGENADOS CONDICIONALMENTE ESSENCIAIS
    Introdução. Aminoácidos condicionalmente essenciais. Nucleótido. Outros compostos nitrogenados condicionalmente essenciais.
  3. NUTRIENTES E SISTEMA NERVOSO

    Estudo do sistema nervoso central, a regulação da ingestão de alimentos e do balanço energético corporal, e os principais nutrientes que influem no sistema nervoso.

    INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO
    Os nutrientes e o sistema nervoso. Organização geral do sistema nervoso. O cérebro. O sistema nervoso autônomo. Os neurotransmissores. A barreira hematoencefálica.
    REGULAÇÃO DA INGESTÃO DE ALIMENTOS E DO BALANÇO ENERGÉTICO CORPORAL
    Regulação da ingestão de alimentos e do balanço energético. Regulação a curto e a longo prazo. Papel do hipotálamo na regulação da ingestão de alimento. Núcleos hipotalâmicos. Regulação a curto prazo. Papel dos nutrientes na regulação da ingestão. Teoria glicostática. Regulação a curto prazo. Sinais gastrintestinais. Regulação a longo prazo da ingestão e controle do balanço energético. Integração pelo SNC dos sinais orexigênicos e anorexigênicos. O Sistema Nervoso Simpático - Adrenal e a regulação do balanço energético. Regulação do balanço energético, metabolismo mitocondrial e proteínas desacopladoras.
    VITAMINAS E SISTEMA NERVOSO
    Vitaminas e sistema nervoso. Tiamina (vitamina B1). Niacina (vitamina B3). Piridoxina (Vitamina B6). Cianocobalamina (vitamina B12) e Ácido Fólico (vitamina B9). Retinol (vitamina A). Calciferol (vitamina D). Tocoferol (vitamina E).
    NUTRIENTES PRECURSORES DO NEUROTRANSMISSORES 
    Nutrientes e Neurotransmissores. O triptofano e a serotonina. A tirosina e as catecolaminas. Lecitina, colina e acetilcolina. O ácido glutâmico e o glutamato monossódico. A arginina e o óxido nítrico.
    ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS E SISTEMA NERVOSO
    Ácidos Graxos essenciais e sistema nervoso. Ácidos Graxos poli-insaturados de cadeia longa (AGPI). Metabolismo dos ácidos graxos essenciais. Ácidos graxos essenciais da série O6 e sistema nervoso. Ácidos graxos essenciais da série O3 e sistema nervoso.
    OUTROS NUTRIENTES E SEUS EFEITOS SOBRE O SISTEMA NERVOSO
    Elementos minerais. Macrominerais. Elementos minerais. Microminerais. Alimentos com efeitos conhecidos sobre o Sistema Nervoso. O açúcar. O café, o chá e o chocolate. O álcool.
  4. INFLAMAÇÃO E NUTRIÇÃO

    Através dessa disciplina, pretende-se conhecer e compreender os mecanismos moleculares, as interações mais importantes e os principais processos inflamatórios com influência na saúde e com implicações nutricionais.

    DEFINIÇÃO E MECANISMOS MOLECULARES IMPLICADOS NA RESPOSTA INFLAMATÓRIA
    A RESPOSTA INFLAMATÓRIA DENTRO DO MARCO GERAL DA RESPOSTA IMUNOLÓGICA
    MECANISMOS GERAIS DOS PROCESSOS AUTOIMUNOLÓGICOS
    INTERAÇÕES GERAIS ENTRE NUTRIENTES E PROCESSOS INFLAMATÓRIOS
    PROCESSOS INFLAMATÓRIOS INTESTINAIS
    PROCESSOS INFLAMATÓRIOS RESPIRATÓRIOS
    PROCESSOS INFLAMATÓRIOS CUTÂNEOS
    OBESIDADE E INFLAMAÇÃO
    RELAÇÃO ENTRE NUTRIÇÃO E ATEROSCLEROSE
    PROCESSOS INFLAMATÓRIOS PERIODONTAIS
    PROCESSOS INFLAMATÓRIOS COM COMPONENTE AUTOIMUNOLÓGICO: ARTRITE REUMATOIDE
  5. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL

    Explicação dos conceitos necessários para realizar pesquisas epidemiológicas, conceitos da Saúde Pública e a aplicação dos conhecimentos adquiridos com a aprendizagem de um programa informático de cálculo de dietas próprio do Programa.

    DETERMINAÇÃO DA INGESTÃO DE ALIMENTOS E NUTRIENTES: PESQUISA DE ALIMENTAÇÃO
    Introdução. Métodos para determinar a ingestão de alimentos. Determinação da ingestão atual de nutrientes. Determinação da ingestão de nutrientes no passado. Principais fontes de erro nos estudos de avaliação do consumo de alimentos. Ajudas de memória. Alimentos consumidos habitualmente junto com outros. Tipos de cozimento.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL: ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
    Introdução. Técnicas de diluição. Espectrometria fotônica. Recontagem de isótopos naturais. Ativação neutrônica. Técnicas densitométricas. Técnicas volumétricas. Técnicas de análise elétrica. Reatância ao infravermelho próximo (NIR). Técnicas de análise de imagem. Tomografia axial computadorizada (TAC). Ultrassons. Técnicas antropométricas.
  6. TABELAS DE COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS E DIETÉTICA

    Trata-se de obter um primeiro contato com as Tabelas de composição de alimentos para ver suas aplicações, limitações, etc. Em uma segunda parte, será estudado como se deve realizar uma dieta.

    GRUPOS DE ALIMENTOS
    Introdução. Grupos de alimentos segundo a FAO/OMS. Grupos de alimentos segundo outros critérios. Gamas de produtos.
    TABELAS DE COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS
    Introdução. Evolução histórica. Usos e aplicações. Confecção e desenho. Seleção de alimentos e nutrientes. Fontes de dados. Expressão de dados. Fontes de variabilidade e erro. Fatores intrínsecos ao alimento. Fatores de tipo metodológico. Conteúdo das tabelas de composição. Conteúdos básicos. Conteúdos de apoio. Enganos mais frequentes no uso das tabelas de composição dos alimentos.
    ELABORAÇÃO DE DIETAS E ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA
    Introdução. Pautas de acompanhamento na confecção de uma dieta. Sistema de tabelas de alimentação. Sistema de porções ou equivalência. Tabela de porções ou equivalência. Equivalências em gramas. Equivalência por porções. Valores normais analíticos. Pesos ideais. Procedimento a ser seguido na elaboração de uma dieta.
    TIPOS DE DIETAS MILAGROSAS
    Dietas absurdas. Dietas tóxicas. Dietas de emagrecimento não equilibradas. Dietas monótonas. Práticas dietéticas do islamismo. Práticas dietéticas do judaísmo. Práticas dietéticas do hinduísmo.
  7. NUTRIÇÃO, ENVELHECIMENTO E ANTIAGING

    Aplicação de um tratamento das mudanças fisiológicas que têm lugar no envelhecimento, epidemiologia das alterações nutricionais próprias da idade, requisitos nutricionais e planejamento de dietas para esta idade, importância da atividade física, patologias próprias da idade, medicamentos e sua interação com os alimentos.

    INTRODUÇÃO. CONCEITOS E DEFINIÇÕES
    Introdução. Conceitos e definições.
    TENDÊNCIA DEMOGRÁFICA E INFLUÊNCIA DA ALIMENTAÇÃO
    Introdução. Dados demográficos: evolução e tendências. Dados epidemiológicos: incapacidade, morbidade e mortalidade nas pessoas de idade avançada. Relações com a alimentação – nutrição. Reflexões.
    INTER-RELAÇÃO ENTRE ENVELHECIMENTO E ALIMENTAÇÃO - NUTRIÇÃO
    Introdução. A alimentação – nutrição no envelhecimento: resposta a um conjunto de necessidades. Mudanças no envelhecimento que afetam a alimentação e a nutrição. Alterações alimentares como consequência de algumas patologias.
    AS PAUTAS ALIMENTARES NO ENVELHECIMENTO. RECOMENDAÇÕES
    Introdução. Fatores a considerar no planejamento de cardápios. Critérios de eficácia. Distribuição da ingestão calórica. Frequência de consumo de alimentos dos diferentes grupos. O equilíbrio alimentar. A hidratação. Fatores a considerar no planejamento de cardápios. Fatores a considerar na elaboração dos pratos. Os alimentos funcionais. Os complementos de nutrientes. Os produtos dietéticos. Visão específica dos refeitórios coletivos.
    AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL NO ENVELHECIMENTO
    Introdução. Necessidade da avaliação nutricional no processo de envelhecimento. Os métodos de avaliação nutricional e o processo de envelhecimento. Aspectos a considerar na seleção dos parâmetros de avaliação nutricional. O método de trabalho: recomendações.
    A ALIMENTAÇÃO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS DA PESSOA DE IDADE AVANÇADA
    Introdução. As dificuldades de mastigação e de deglutição. A má nutrição. As dietas terapêuticas.
    A ALIMENTAÇÃO – NUTRIÇÃO E O TRATAMENTO FARMACOLÓGICO. POSSÍVEIS INTERAÇÕES DOS MEDICAMENTOS COM AS DIETAS TERAPÊUTICAS
    Introdução. A alimentação no envelhecimento: possíveis influências no consumo de fármacos. A alimentação no envelhecimento: possíveis influências na eficácia e na segurança dos medicamentos. O tratamento farmacológico no envelhecimento: possíveis influências na alimentação e a nutrição. Possíveis interações dos medicamentos com as dietas terapêuticas. Influência do estado nutricional sobre a disposição dos fármacos. Interações entre os aditivos alimentares, outras substâncias dos alimentos e os medicamentos.
    DESINTOXICAÇÃO: CHAVE DO BOM EQUILÍBRIO CORPORAL
    TEORIA DO PICO HORMONAL INTESTINAL
    ALIMENTOS TÓXICOS E ENVELHECIMENTO
  8. PATOLOGIA DIGESTIVA: TEORIA E PRÁTICA CLÍNICA

    Estudo das enfermidades que têm lugar em qualquer ponto ao longo do trato gastrintestinal, assim como as deficiências de absorção, enfermidades que afetam o pâncreas ou fígado.

    ESÔFAGO. CASO CLÍNICO
    Anatomia e fisiologia. Testes diagnósticos. Acalasia. Enfermidade por refluxo gastroesofágico. Caso clínico.
    ESTÔMAGO E DUODENO. CASO CLÍNICO
    Anatomia e fisiologia. Testes diagnósticos. Gastrite e úlcera gastroduodenal. Cirurgia gástrica. Caso clínico.
    INTESTINO DELGADO E CÓLON. CASO CLÍNICO
    Bases morfológicas e funcionais. Testes diagnósticos.
    TRANSTORNOS DA MOTILIDADE INTESTINAL. CASO CLÍNICO
    Constipação. Megacólon. Doença diverticular do cólon. Síndrome do intestino irritável.
    SÍNDROME DIARREICO. CASO CLÍNICO
    Definição. Fisiopatologia. Avaliação diagnóstica do paciente com diarreia. Tratamento.
    SÍNDROMES DA MÁ ABSORÇÃO. DOENÇA CELÍACA. CASO CLÍNICO
    Má absorção. Doença celíaca. Conceito e prevalência. Diagnóstico. Espru tropical. Tratamento. Caso clínico.
    MÁ ABSORÇÃO DE CARBOIDRATOS. CASO CLÍNICO
    Introdução. Fisiopatologia. Clínica. Diagnostico. Má absorção de dissacarídeos. Má absorção de monossacarídeos.
    ALERGIA A PROTEÍNAS ALIMENTARES. CASO CLÍNICO
    Conceito. Etiologia. Fisiopatologia e patogenia. Clínica. Diagnóstico. Tratamento. Prevenção. Caso clínico.
    SÍNDROME DO INTESTINO CURTO. CASO CLÍNICO
    Síndrome do intestino curto. Caso clínico. Outras causas de má absorção.
    DIARREIA AGUDA. CASO CLÍNICO
    Introdução. Etiologia. Fisiopatologia. Clínica. Exames complementares. Tratamento. Prevenção. Caso clínico.
    DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. DOENÇA DE CROHN. COLITE ULCEROSA. CASO CLÍNICO
    Conceito e etiopatogenia. Epidemiologia. Doença de Crohn. Colite ulcerosa. Diagnóstico. Considerações nutricionais e alimentares na doença inflamatória intestinal. Etiologia da desnutrição. Deficiências nutricionais mais frequentes. Tratamento. Caso Clínico.
    PÂNCREAS. CASO CLÍNICO
    Anatomia. Fisiologia. Métodos de exploração. Pancreatite. Fibrose cística. Caso Clínico.
    FÍGADO E VIAS BILIARES. CASO CLÍNICO
    Anatomia do fígado e das vias biliares. Funções do fígado. Fisiopatologia. Doenças do fígado. Tratamento nutricional e alimentar. Aspectos gerais. Hepatite aguda não complicada. Cirrose. Doenças das vias biliares.
    DOENÇAS DAS VIAS BILIARES. CASO CLÍNICO
  9. TECNOLOGIA ALIMENTAR

    Estudo dos tratamentos térmicos, a desidratação, formas de acondicionar, armazenar e transportar, e a tecnologia culinária.

    ALIMENTOS PROCESSADOS
    Tipos de alimentos processados comercialmente. Qualidade de alimentos processados. Gestão de qualidade na indústria alimentar. Alteração dos alimentos.
    OPERAÇÕES DE PREPARAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS
    Operações de preparação. Extrusão. Operações de extração. Operações aplicadas às gorduras comestíveis.
    OPERAÇÕES DE CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS
    Introdução. Conservação química dos alimentos. Aplicação de frio. Aplicação de tratamentos térmicos. Eliminação de água. Radiações ionizantes. Outros sistemas de conservação.
    ENVASADO Y ALMACENAMIENTO DE ALIMENTOS PROCESADOS
    Acondicionamento. Armazenamento, distribuição e transporte.
    MODIFICAÇÕES DA COMPOSIÇÃO DOS ALIMENTOS COMO CONSEQUÊNCIA DE SUA PREPARAÇÃO CULINÁRIA
    O processo de cocção. Cocções em meio não líquido. Cocções em meio aquoso. Cocções em meio gorduroso. Cocções mistas. Cocções especiais.
    O PROCESSO DE COCÇÃO

2ª PARTE: MÓDULOS OPTATIVOS

  1. NUTRIGENÔMICA E BIOTECNOLOGIA

    1. ALIMENTOS FUNCIONAIS E TRANSGÊNICOS

      Com essa disciplina, pretende-se identificar os principais componentes funcionais nos alimentos, os produtos Light, os probióticos, os prebióticos, simbióticos, o conceito de segurança alimentar na elaboração de alimentos funcionais e os alimentos transgênicos, seus efeitos e perspectivas para o futuro.

      ALIMENTOS FUNCIONAIS
      Generalidades. Novas perspectivas. Produtos Light. Probióticos. Prebióticos. Simbióticos. Novos conceitos em Segurança Alimentar no Desenvolvimento de Alimentos Funcionais.
      ALIMENTOS TRANSGÊNICOS
      O que é um alimento transgênico. Problemas expostos na utilização de alimentos transgênicos. Efeitos tóxicos colaterais sobre outros organismos vivos. Invasividade das colheitas. Efeitos sobre a biodiversidade da vida selvagem. Efeitos sobre o solo e a água. Desenvolvimento de resistência a antibióticos. Perspectivas de futuro.
    2. PRINCÍPIOS DE BIOTECNOLOGIA, GENÔMICA E PROTEÔMICA NA ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

      Estudo da biotecnologia através de sua história, a utilização de novas biotecnologias e a identificação de produtos de interesse para a saúde e para a indústria alimentar. Além disso, serão estudadas a genômica e proteômica aplicadas à alimentação e à nutrição.

      INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA BIOTECNOLOGIA
      A MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL
      As propriedades ideais de um microrganismo industrial típico. Exemplos de produtos industriais. Rotas metabólicas primárias e secundárias. As características das fermentações em grande escala. A construção de um fermentador aeróbio. Controle e fiscalizado da fermentação. O escalonamento das fermentações industriais. O processo de escalonamento. .
      AS NOVAS BIOTECNOLOGIAS
      Os produtos da engenharia genética. Visão global da nova biotecnologia. A expressão de genes de mamíferos em bactérias. Clonagem do gene via RNAm. Busca do gene via a proteína. Dobramento das proteínas e estabilidade. Proteínas de fusão para uma melhor purificação. A mineração de genomas. A mineração dirigida de genes. Os organismos transgênicos. As rotas metabólicas desenhadas em bactérias. A engenharia genética de animais. Terapia gênica em humanos.
      PRODUTOS DE INTERESSE PARA A SAÚDE
      Antibióticos: isolamento e caracterização. Vitaminas e aminoácidos. Os esteroides e outras biotransformações. As enzimas como produtos industriais. Produção de hormônios. Outras proteínas e produtos de mamíferos. As vacinas concebidas geneticamente. Os animais transgênicos em pharming.
      PRODUTOS PARA A INDÚSTRIA ALIMENTAR
      O vinho. Produção de cerveja, destilarias e álcool em grandes quantidades. O vinagre. O Ácido cítrico e outros compostos orgânicos. As leveduras e fungos como alimento e suplemento de alimentos. Enzimas por engenharia genética. Melhorando o gado e outros animais destinados à alimentação mediante transgênicos. Planta transgênicas na agricultura. 
      GENÔMICA E PROTEÔMICA. APLICAÇÕES À ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO
      Genômica, proteômica e biologia de sistemas. Metabolômica e nutrigenética. O projeto do microbioma humano, a metagenômica do trato gastrintestinal e a probiogenômica. A genômica e a indústria agroalimentar.
    3. NUTRIGENÔMICA

      Estudo da Nutrigenômica com base nas interações mútuas entre genes e nutrientes, a influência de determinados genes sobre o aproveitamento dos nutrientes adquiridos através da dieta e sua implicação em determinados processos fisiopatológicos.

      INTRODUÇÃO À NUTRIGENÔMICA. PERSPECTIVAS DE FUTURO NA NUTRIGENÔMICA
      O genoma humano. Estrutura de um gene. Técnicas de utilidade na Nutrigenômica. Perspectivas de futuro na Nutrigenômica.
      EFEITOS DOS GENES SOBRE A DIETA
      Introdução. Nutrigenômica das enfermidades inatas do metabolismo. Nutrigenômica de enfermidades multifatoriais.
      NUTRIGENÔMICA: OS NUTRIENTES COMO REGULADORES DA EXPRESSÃO GÊNICA
      Introdução. Regulação da expressão de genes por glicose. Regulação da expressão de genes por ácidos graxos. Regulação da expressão de genes por aminoácidos. Regulação da expressão de genes por vitaminas. Regulação da expressão de genes por vitaminas. Regulação da expressão de genes por água. Regulação da expressão de genes por outros compostos presentes nos alimentos. Como conclusão.
      NUTRIGENÔMICA: IMPLICAÇÕES FISIOPATOLÓGICAS. INTERAÇÕES NUTRIENTES - GENES EM SITUAÇÕES PATOLÓGICAS
      Introdução. Interações Nutrientes - Genes em Situações fisiológicas. Interações Nutrientes - Genes em situações patológicas. Como conclusão.
  2. TRANSTORNOS DA CONDUTA ALIMENTAR

    1. TERAPIA COMBINADA PARA O TRATAMENTO DA OBESIDADE

      Estudo das principais causas e complicações que trazem o sobrepeso e a obesidade, para poder aplicar os últimos avanços em seu tratamento e elaborar programas de prevenção.

      SITUAÇÃO ATUAL. CONCEITOS
      Introdução. O que é a obesidade? Epidemiologia. Classificação e quantificação.
      DIAGNÓSTICO DO SOBREPESO E OBESIDADE
      Introdução. Diagnóstico médico. Diagnóstico psicológico - psiquiátrico. Avaliação da composição corporal.
      ETIOPATOGENIA DA OBESIDADE
      Introdução. Fatores genéticos. Fatores Fisiológicos. Fatores ambientais. Aumento de peso e medicamentos. Obesidade e inflamação.
      COMPLICAÇÕES DERIVADAS DA OBESIDADE
      Introdução. Transtornos metabólicos e endócrinos. Doenças cardiovasculares. Complicações respiratórias. Alterações digestivas. Síndrome X. Transtornos psicológicos e alterações neurológicas. Processos oncológicos. Alterações ginecológicas. Alterações cutâneas. Problemas ósseos e articular. Alterações renais. Risco cirúrgico.
      PROTOCOLO DE TRATAMENTO DA OBESIDADE
      Introdução. Protocolo da obesidade. A consulta dietética. Cálculo das necessidades energéticas. Elaboração de dietas. A comunicação. Uma equipe multidisciplinar.
      PESQUISA ALIMENTARES E DETERMINAÇÃO DA INGESTÃO DE NUTRIENTES
      Introdução. Historia clínica. Avaliação do consumo alimentar individual. Determinação da ingestão de nutrientes.
      TRATAMENTO
      Introdução. Critérios de intervenção terapêutica. Objetivos do tratamento. Tratamento dietético. Tratamento farmacológico. Tratamento psicológico. Tratamento cirúrgico. Cirurgia plástica. Tratamento fitoterapêutico da obesidade. Cumprimento terapêutico. Prognóstico a longo prazo do tratamento.
      PREVENÇÃO DA OBESIDADE
      Introdução. Atividade física e hábitos saudáveis. Políticas alimentares. Conselho alimentar na gestação. Conselho alimentar na infância. Conselho alimentar na infância. Conselho alimentar na adolescência. Conselho alimentar na terceira idade.
      EDUCAÇÃO NUTRICIONAL E PREVENÇÃO DA OBESIDADE
      Introdução. Planejamento de um programa de educação nutricional. Execução de um programa de educação nutricional. Avaliação dos programas de educação nutricional. Estratégias em educação nutricional. Novas perspectivas e novas tecnologias em educação nutricional. Estratégias europeias para a prevenção do excesso de peso. Espanha: estratégia NAOS e código PAOS. Catalunha: desenvolvimento do PAAS. O conselho ou pautas para o paciente.
      INFORMÁTICA APLICADA À DIETOTERAPIA
      Introdução. Casos práticos obesidade.
    2. TRANSTORNOS DA CONDUTA ALIMENTAR: ANOREXIA E BULIMIA

      Estudo do diagnóstico, tratamento dietético, complicações secundárias, tratamento psicoterapêutico e psicofarmacológico. Conhecimento da evolução, do prognóstico e da prevenção.

      DESCRIÇÃO DOS TRANSTORNOS DA CONDUTA ALIMENTAR
      Definições e critérios diagnósticos. Epidemiologia. Etiopatogenia.
      HISTÓRIA CLÍNICA E EXPLORAÇÃO CLÍNICA E PSICOPATOLÓGICA
      Atitude do clínico diante do doente e de sua família. Informação específica a ser reunida. Alteração de hábitos de vida. Alterações emocionais, cognitivas e relacionais. Padrões de personalidade.
      EXPLORAÇÃO FÍSICA
      Sintomas e sinais observáveis e dedutíveis da exploração física. Antropometria e composição corporal.
      BIOMARCADORES SANGUÍNEOS DO ESTADO NUTRICIONAL
      Testes de laboratório para a avaliação clínica dos pacientes. Parâmetros hematológicos. Parâmetros bioquímicos séricos. Técnicas de neuroimagem. Marcadores de massa óssea. Densitometria óssea.
      HISTÓRIA DIETÉTICA E AVALIAÇÃO DA INGESTÃO 
      História dietética. Instrumentos de análise. Hábitos dietéticos. Ingestão de energia e nutrientes.
      ADAPTAÇÃO A SEMI-INANIÇÃO E COMPLICAÇÕES MÉDICAS
      Alterações metabólicas. Alterações endócrinas. Alterações cardiovasculares. Alterações orofaciais e gastrintestinais. Alterações neurológicas e músculo - esqueléticas. Alterações nos neurotransmissores ligadas à fome e à saciedade. Alterações imunológicas. Alterações dermatológicas. Alterações renais.
      PROGRAMA DE TRATAMENTO. PLANO DE VIDA. ASPECTOS NUTRICIONAIS
      Características do tratamento multidisciplinar. Organização e direção do tratamento. Plano de vida. Modalidades de tratamento. Intervenção nutricional. Efeitos secundários da intervenção nutricional. Tratamento da osteoporose na anorexia nervosa.
      TRATAMENTO PSICOTERAPÊUTICO E PSICOFARMACOLÓGICO DOS TCA
      Introdução. Tratamento psicoterapêutico específico e não específico. Plano de vida e psicoterapia. Modalidades de tratamento e psicoterapia. Trabalho com os pais. Terapia familiar. Avaliação do tratamento psicoterapêutico. Plano de vida e tratamento farmacológico dos TCA. Tratamento sintomático dos problemas digestivos. Tratamento psicofarmacológico da AN. Tratamento psicofarmacológico da BN e TA.
      EVOLUÇÃO, PROGNÓSTICO, E PREVENÇÃO
      Programa de acompanhamento. Pautas nutricionais a serem instauradas a longo prazo. Prognóstico dos TCA. Prevenção primária, secundária e terciária.
  3. ALIMENTAÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA NA INFÂNCIA

    1. NUTRIÇÃO INFANTIL E ORIGEM FETAL DE PATOLOGIAS

      Através dessa disciplina, pretende-se conhecer as patologias mais frequentes em idades precoces, assim como seu tratamento nutricional.

      ESTUDO DO CRESCIMENTO E SUA REGULAÇÃO DO FETO À IDADE ADULTA
      Crecimiento y desarrollo humano. Períodos de crecimiento celular. Tipo de tejidos según su crecimiento y maduración. Crescimento e desenvolvimento humano. Períodos de crescimento celular. Tipo de tecidos segundo seu crescimento e amadurecimento. Especialização tissular. Padrões de crescimento de órgãos e tecidos. Crescimento e mudanças nas proporções corporais. Períodos críticos ou sensíveis do crescimento celular. O padrão do crescimento humano. O modelo infância - puberdade (ICP) de Karlberg. Peculiaridades evolutivas do crescimento da espécie humana. Períodos cronobiológicos. Etapas da vida. Regulação do crescimento. Adolescência. Maturação biopsicossocial. Mudança secular do crescimento. Aceleração secular do crescimento e da maturação sexual. Catch - up, catch - down e canalização do crescimento. Métodos de avaliação de crescimento.
      A ALIMENTAÇÃO NO PERÍODO LACTENTE
      Importância da nutrição nesse período da vida. Maturação fisiológica, metabólica e funcional do aparelho digestivo, renal e sistema nervoso central. Fator condicionante da evolução do padrão de alimentação da criança de 0 a 3 anos. Evolução do padrão alimentar da criança de 0 a 3 anos. Características da alimentação e calendário de introdução de alimentos segundo os períodos alimentares da criança de 0 a 3 anos.
      NUTRIÇÃO DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR E ESCOLAR
      Características do pré-escolar e do escolar. Fatores condicionantes da nutrição da criança. Padrões alimentares em crianças pré-escolares e escolares e o momento de sua instauração. Regulação da ingestão de energia e nutrientes em crianças pré-escolares e escolares. Situação atual da ingestão real de energia e nutrientes em crianças pré-escolares e escolares. Necessidades ou requisitos de energia, macronutrientes e micronutrientes. Alimentos que representam o maior aporte de energia e nutrientes na dieta das crianças pré-escolares e escolares. Distribuição da energia e dos nutrientes nos diferentes tipos de refeições do dia. Comidas rápidas ou snacks. O café da manhã. Índices de uma dieta saudável. Recomendações e educação nutricional.
      NUTRIÇÃO DO ADOLESCENTE
      Requisitos nutricionais. Aumento das necessidades de energia, macronutrientes e micronutrientes na adolescência. Riscos nutricionais nos adolescentes. Patologias nutricionais presentes na adolescência. Estilo de vida saudável para os adolescentes. É necessária a suplementação alimentar na adolescência?
      ORIGEM FETAL DAS DOENÇAS DO ADULTO
      A hipótese da origem fetal das doenças do adulto ou hipótese de Barker. Regulação do desenvolvimento fetal. Fracasso do aporte adequado de nutrientes mãe - placenta - feto. Fenótipos de recém-nascido e patologia de adulto. Dieta e composição corporal da mulher grávida. Sua influência no crescimento fetal. Influência da nutrição e o crescimento no primeiro ano de vida, na patologia do adulto. Alimentação com leite humano ou de fórmula infantil no primeiro ano de vida e risco de doenças de adulto. Desenvolvimento fetal e pressão sanguínea em idades posteriores da vida. Crescimento e desenvolvimento fetal e risco de morbimortalidade cardiovascular de adulto. Desenvolvimento fetal e risco de diabetes tipo 2 e síndrome metabólica na idade adulta. Correlação entre o desenvolvimento hepático fetal e o metabolismo lipídico e a coagulação sanguínea na vida adulta. Alteração do crescimento fetal, peso ao nascer e infecção respiratória nos primeiros anos de vida e risco de doença pulmonar obstrutiva na vida adulta. Influência do desenvolvimento fetal e pós-natal sobre o desenvolvimento de osteoporose na idade adulta. Peso ao nascimento e risco de câncer de mama e ovário na idade adulta. Alteração do crescimento no período fetal e no primeiro ano de vida e risco de doença psiquiátrica. Crescimento fetal e nível intelectual na idade adulta.
    2. DESNUTRIÇÃO

      Essa disciplina proporciona uma ampla visão dos diferentes tipos de desnutrição, síndromes, fatores e transtornos implicados. Este material didático proporciona a informação necessária para conhecer todos os aspectos e tratamentos requeridos em qualquer situação em que a má nutrição por falta esteja presente.

      INTRODUÇÃO
      Considerações gerais, dados históricos, classificação da desnutrição, situação no mundo e no México, Importância.
      DESNUTRIÇÃO SECUNDÁRIA
      Introdução. Diagnóstico. Índice de risco. Índice de Maastricht. Avaliação Mininutricional. Tratamento.
      SÍNDROMES CARENCIAIS ESPECÍFICAS
      Introdução. Deficiência de vitamina C. Deficiência de vitamina A. Deficiência de vitaminas B. Deficiência de outras vitaminas. Carência de ferro e anemia. Deficiência de iodo, zinco e outros minerais. Síndromes carenciais de latência média e longa.
      A DESNUTRIÇÃO NA INFÂNCIA: FATORES CAUSAIS
      IIntrodução. Etiologia. A mãe e o peso ao nascer. A lactação e a alimentação mista. O desmame nos meios pobres. A interação entre a desnutrição e a infecção.
      A DESNUTRIÇÃO MODERADA: TRANSTORNOS FUNCIONAIS
      Introdução. Características antropométricas. Características clínicas. Manifestações funcionais. Conclusões sobre a desnutrição moderada.
      A DESNUTRIÇÃO GRAVE
      Definição. Etiologia e epidemiologia. Sintomas e sinais. Tratamento. O tratamento fora dos hospitais.
      MEDIDAS PREVENTIVAS DA DESNUTRIÇÃO NOS PAÍSES DE POUCO DESENVOLVIMENTO 
      Introdução. Os programas existentes. Situação atual na América Latina. Programas recomendados. Outros tipos de programas. Comentários finais sobre os programas.
    3. ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

      Essa disciplina aprofunda as normas de exercício físico aplicáveis e adaptadas a crianças e adolescentes de acordo com seu estado de saúde.

      Características da infância e da adolescência. Promoção da saúde e qualidade de vida em jovens. A condição física saudável em jovens. Atividade física em crianças com sobrepeso ou obesidade. Atividade física no âmbito escolar. Doença crônica e risco de exclusão social associada à obesidade e atividade física na população infantojuvenil: da teoria à prática.

  4. NUTRIÇÃO CLÍNICA

    1. ENFERMIDADES DE GRANDE PREVALÊNCIA: TEORIA E PRÁTICA CLÍNICA

      Estudo das doenças mais importantes, de um ponto de vista totalmente prático, como a obesidade, diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares.

      OBESIDADE. CASOS CLÍNICOS
      Introdução. Caso clínico I. Caso clínico II.
      DIABETES. CASOS CLÍNICOS
      Introdução. Caso clínico I. Caso clínico II.
      HIPERTENSÃO ARTERIAL. CASOS CLÍNICOS
      Metodologia do capítulo. Introdução. Caso clínico. Causas de hipertensão. Cumprimento terapêutico. Prognóstico da hipertensão. Prevenção da hipertensão.
      DOENÇAS CARDIOVASCULARES. CASOS CLÍNICOS
      Metodologia do capítulo. Introdução. Caso clínico. Conceito de doença cardiovascular. Caso clínico 2.
      OSTEOPOROSE. CASOS CLÍNICOS
      Introdução. Caso clínico. Descrição. Causas de osteoporose. A osteoporose como um problema de saúde. Estudo do paciente no qual suspeitamos osteoporose. Tipificação do risco que confere a osteoporose ao paciente. Critérios de intervenção terapêutica e benefícios do tratamento. Objetivos do tratamento da osteoporose. Medidas terapêuticas no paciente que apresenta osteoporose. Recomendações alimentares. Acompanhamento do caso.
    2. OUTRAS ENFERMIDADES: TEORIA E PRÁTICA CLÍNICA

      Avaliação daquelas doenças de baixa prevalência, mas com uma estreita vinculação com a alimentação do paciente.

      NUTRIÇÃO EM PATOLOGIAS RENAIS. CASO CLÍNICO
      Introdução. Alterações patológicas. Caso prático.
      ALIMENTAÇÃO E CÂNCER. CASO CLÍNICO
      Aspectos gerais. Etiopatogenia. Quadro clínico. Tratamento. Prevenção. Caso clínico.
      NUTRIÇÃO E AIDS. CASO CLÍNICO
      Aspectos gerais. Etapas da infecção. Quadro clínico. Diagnóstico. Tratamento farmacológico. Tratamento nutricional. Caso clínico.
      PATOLOGIAS RESPIRATÓRIAS E NUTRIÇÃO. CASO CLÍNICO
      Aspectos Gerais. Asma. EPOC. Síndrome de distresse respiratório agudo. Síndrome de apneias obstrutivas do sono. Caso Prático.
      ANEMIAS. CASO CLÍNICO
      Anemias. Etiopatogenia. Principais tipos de anemias. Situações fisiológicas de maior risco de padecer anemia. Quadro clínico. Diagnóstico. Tratamento. Prevenção. Caso clínico.
      HIPERURICEMIA E GOTA. CASO CLÍNICO
      Aspectos gerais. Classificação das hiperuricemias. Etipopatogenia. Quadro clínico. Diagnóstico. Tratamento. Caso clínico.
      DOENÇAS NEUROLÓGICAS. CASO CLÍNICO
      Aspectos gerais. Classificação das doenças neurológicas. Doença de Alzheimer. Doença de Parkinson. Caso prático. Autismo.
      DEFEITOS CONGÊNITOS DO METABOLISMO. CASO CLÍNICO
      Introdução. Aspectos gerais. Principais tipos de defeitos congênitos do metabolismo. Hiperfenilalaninemias. Homocistinuria. Leucinose. Transtornos do ciclo da ureia. Galactosemia. Deficiências da ? - oxidação mitocondrial dos ácidos graxos. Caso clínico.
    3. NUTRIÇÃO HOSPITALAR

      Estudo da desnutrição hospitalar, o cálculo das necessidades nutricionais dos pacientes hospitalizados, a nutrição enteral e parenteral em situações clínicas especiais, a dietética hospitalar, recomendações nutricionais na alta hospitalar.

      MÁ NUTRIÇÃO HOSPITALAR
      Conceitos. Causas da Má nutrição. Classificação da má nutrição. Implicações fisiológicas.
      AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL
      Introdução. Desenvolvimento prático. Índice prognóstico nutricional (IPN). Avaliação global subjetiva (AGS). Consequências clínicas da má nutrição. Caso clínico.
      CÁLCULO DAS NECESSIDADES NUTRICIONAIS
      Introdução. Requisitos energéticos. Macronutrientes. Micronutrientes. Necessidades hídricas.
      DIETÉTICA HOSPITALAR. ADAPTAÇÕES DIETÉTICAS A PATOLOGIAS CLÍNICAS
      Introdução. Conceito de dieta. Código de dietas hospitalares. Características de uma dieta hospitalar. Elaboração da dieta. Otimização das dietas. Cardápio opcional.
      NUTRIÇÃO ENTERAL
      História. Conceito. Indicações e contraindicações. Escolha do suporte terapêutico. Material de infusão. Métodos de infusão. Fórmulas. Complicações. Vantagens da nutrição enteral. Nutrição enteral domiciliar. Caso Clínico.
      NUTRIÇÃO PARENTERAL
      Introdução. Nutrição parenteral: conceito e tipos. Indicações da nutrição parenteral total. Nutrição parenteral periférica. Via de acesso em nutrição parenteral. Requisitos nutricionais. Administração da Nutrição parenteral. Controle em nutrição parenteral. Complicações da nutrição parenteral. Retirada da nutrição parenteral. Caso clínico.
      INTERAÇÃO FÁRMACO – NUTRIENTE
  5. NUTRIÇÃO, ESPORTE E ATIVIDADE FÍSICA

    1. NUTRIÇÃO E ESPORTE

      Estudo da fisiologia do Esporte, a metabolização dos diferentes macronutrientes, a importância de uma correta hidratação, os auxílios ergogênicos, entre outros, elaboração de dietas para cada tipo de Esporte (aeróbio ou anaeróbio).

      CONCEITOS BÁSICOS DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PARA UMA PROGRAMAÇÃO NUTRICIONAL ADEQUADA
      Introdução. Tipos de fibras musculares. Características morfológicas, bioquímicas e fisiológicas. A respiração durante o Exercício. As adaptações cardiovasculares durante o Exercício. Respostas hematológicas ao Exercício. Outras adaptações.
      SISTEMAS ENERGÉTICOS NO EXERCÍCIO
      Consumo de energia pelo músculo. Combustível energético para a contração muscular. Sistemas energéticos utilizados em função da modalidade Esportiva. Metabolismo energético e tipos de fibras musculares. A fadiga muscular.
      CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS
      Utilização dos carboidratos alimentares. Efeitos da intensidade e duração do exercício sobre o consumo metabólico dos depósitos energéticos. Efeitos da dieta sobre os depósitos de glicogênio. Efeitos do treinamento. Recomendações gerais no exercício. Aspectos gerais sobre o metabolismo dos lipídios. Funções no organismo humano. Digestão, absorção e destino da gordura da dieta. Reservas de gordura. Ingestão de gordura. O colesterol no esportista. Utilização das proteínas. Demandas de proteínas no Exercício. Suplementação protéica. Aminoácidos ramificados e hipóteses da fadiga central.
      VITAMINAS E MINERAIS NO EXERCÍCIO
      Vitaminas. Vitaminas hidrossolúveis. Vitaminas lipossolúveis. Minerais. Ferro. Cálcio. Magnésio. Zinco. Outros minerais.
      HIDRATAÇÃO NO EXERCÍCIO
      Equilíbrio hídrico. Necessidades hídricas e de eletrólitos. Termorregulação no exercício. Reidratação. Ingestão de fluidos em diferentes tipos de atividades Esportivas.
      AVALIAÇÃO NUTRICIONAL NO ESPORTE
      Introdução. Necessidade de uma avaliação nutricional no esporte. Estrutura e composición corporal. Determinação da ingestão de nutrientes. Avaliação do nível de digestão, absorção e utilização metabólica do nutriente ingerido. Gasto energético. Avaliação bioquímica do estado nutricional. Avaliação clínica e outros sistemas de avaliação.
      TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO NO ESPORTE
      Introdução. Características clínicas. Comportamentos alimentares patológicos no Esporte. Esportes com maior incidência de comportamentos alimentares patológicos. Tratamento e prevenção.
      CONTROLE DO PESO CORPORAL
      Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento Esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ideal. Alcance do peso ideal.
      DIETAS PARA O CONDICIONAMENTO DE RESISTÊNCIA E DE FORÇA
      Demandas por Esporte. Nutrição para competição. Planejamento de um programa nutricional individualizado.
    2. AJUDAS ERGOGÊNICAS

      Estudo da influência da fadiga no Esportista e como se pode melhorar.

      CONCEITO DE AJUDA ERGOGÊNICA NO ESPORTE
      Conceito de ajuda ergogênica.
      VITAMINAS E ESPORTE
      Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
      AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS
      Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento Esportivo. O triptofano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inositol. Piruvato. Colina. O Esporte e as proteínas.
      ELEMENTOS MINERAIS
      Zinco. Magnésio. Selênio.
      ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
      Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Função fisiológica dos ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs) essenciais. A função das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e Esporte. Consumo e recomendações. Efeitos adversos e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
      CITRATO SÓDICO, CAFEÍNA E COENZIMA Q10
      Introdução. Citrato sódico e o Exercício. Percepção subjetiva do esforço. Dosagem. Contraindicações. Introdução. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Dosagem. Introdução. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento Esportivo. Absorção e dosagem.
      CREATINA E L-CARNITINA
      Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de Exercícios tipo sprint. Definição. Ação. Carnitina e Esporte. Fontes.
      GINSENG E ELEUTEROCOCO
      Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos.
      OUTRAS SUBSTÂNCIAS EMPREGADAS COMO AUXILIARES ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
      Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
      O DOPPING NO ESPORTE
      Introdução. Definição de dopping. Aspectos históricos. Como é feita a análise antidopping? Efeitos nocivos à saúde. Listagem de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
    3. TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE

      Estudar quais são, como se diagnosticam, o tratamento dietético que se deve aplicar, complicações secundárias, tratamento psicoterapêutico e psicofarmacológico. Conhecer qual será a evolução, o prognóstico e a prevenção.

      TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE
      Os transtornos do comportamento alimentar na atualidade.
      ETIOPATOGENIA
      Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Fatores predispostos. Fatores precipitantes. Fatores perpetuantes.
      CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DE ANOREXIA E BULIMIA NERVOSA
      Critérios específicos de anorexia nervosa. Critérios específicos da bulimia nervosa.
      CONSEQÜÊNCIAS DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES
      Sintomas causados por um balanço nutricional negativo.
      CLÍNICA
      Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.
      PREVENÇÃO
      A prevenção primária. A prevenção secundária. A prevenção terciária.
      TRATAMENTO NOS TRANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR
      Objetivos do tratamento. Tratamento psicológico nos meios alimentares. Tratamento nutricional e dietético na anorexia e bulimia nervosa. Motivação. Educação.
      PROGNÓSTICO
      Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.

3ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MASTER

  1. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

    Estudo de técnicas e etapas da pesquisa científica, análise entre variáveis, regras para a organização de dados e elaboração de raciocínios lógicos para comparar conjuntos de dados.

    O MÉTODO CIENTÍFICO
    AS TÉCNICAS DE PESQUISA
    O PROCESSO DE PESQUISA
    O CRITÉRIO ESTATÍSTICO PARA O PROCESSO DE PESQUISA
    ESTATÍSTICA DESCRITIVA
    ESTATÍSTICA DIFERENCIAL
    CORRELAÇÃO E REGRESSÃO
    RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA
  2. PROJETO FINAL OU DISSERTAÇÃO DE MASTER

    O aluno deverá realizar a Memória Final ou Pré-projeto do Master sobre algum tema relacionado com a especialidade escolhida e desenvolvê-la após aceita pelo tutor designado.

    O trabalho deverá apoiar-se no documento "Normas de Elaboração da Dissertação de Master" que o aluno receberá na primeira entrega de material didático.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica Geral

  • Dr. Maurizio Battino.Diretor da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador em Bioquímica e docente da Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione.

Espanha

  • Dr. Rafael Tojo Sierra. Catedrático de Pediatria. Universidad de Santiago de Compostela.
  • Dr. Javier González Gallego. . Catedrático de Fisiologia da Universidad de León.
  • Dr. Antonio Gálvez del Postigo Ruiz. .Catedrático de Microbiologia do Departamento de Ciências da Saúde da Universidad de Jaén.
  • Dra. Esther Fuentes Marhuenda. .Professora titular da Universidad Miguel Hernández de Elche.
  • Dr. José Mataix Verdú . (EPD). Catedrático de Fisiologia da Universidad de Granada.

Itália

  • Dott. Maurizio Battino. . Pesquisador em Bioquímica e docente da Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione
  • Prof. Enrico Bertoli. . Professor Titular de Bioquímica e Diretor da Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione

Chile

  • Dr. Fernando Mönckeberg Barros. . Decano da Faculdade de Ciências na Universidad Diego Portales (Chile). Presidente da Corporación para la Nutrición Infantil (CONIN).

Equador

  • Dr. Washington Benítez. . Diretor do Centro Internacional de Zoonosis. Universidad Central del Ecuador.

México

  • Dr. Adolfo Chávez. . Presidente da Asociación Latinoamericana de Nutrición. Chefe do Departamento de Nutrição Aplicada e Educação Nutricional do Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición (INCMyN) Salvador Zubirán.

Peru

  • Dra. Luzmila Troncoso Corzo. . Decana da Faculdade de Nutrição e Dietética da Universidad Científica del Sur (Peru).
  • Dr. Alberto Peña Hernández. Professor Titular de Pediatria e Nutrição Infantil. Universidad de Piura (Peru).

Coordenação Geral Acadêmica

  • Sra. Irma Domínguez Azpíroz. . Coordenadora Internacional.

Professores e Autores

  • Dr. Maurizio Battino. Diretor da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador em Bioquímica e professor da Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione.
  • Dr. José Mataix Verdú (EPD). Catedrático de Fisiologia da Universidad de Granada.
  • Dr. Adolfo Chávez. Presidente da Asociación Latinoamericana de Nutrición. Chefe do Departamento de Nutrição Aplicada e Educação Nutricional do Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición (INCMyN) Salvador Zubirán.
  • Dr. Javier González Gallego. Catedrático de Fisiologia da Universidad de León. Diretor do Instituto de Biomedicina da Universidad de León.
  • Dr. Emilio Martínez de Vitoria. Diretor do Instituto de Nutrição e Tecnologia de Alimentos da Universidad de Granada. Catedrático de Fisiologia e Professor da Escola de Nutrição da Universidad de Granada.
  • Dr. Enrique Roche Collado. Catedrático da Área de Nutrição e Bromatologia da Universidad Miguel Hernández. Subdiretor do Instituto de Bioingeniería da Universidad Miguel Hernández.
  • Dr. Rafael Tojo Sierra. Catedrático de Pediatria da Universidad de Santiago de Compostela.
  • Dra. (c) Irma Domínguez Azpíroz. Doutora candidata em Educação. Mestre Internacional em Nutrição e Dietética Aplicada pela Universidad de León. Mestre em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva pela UNINI. Graduada em Nutrição e Dietética pela Universidad de Navarra.
  • Dra. (c) Sandra Sumalla Cano. Doutora candidata em Projetos. Mestre Internacional em Nutrição e Dietética Aplicada pela Universidad Rovira i Virgili. Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva pela UNINI. Licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Barcelona. Graduada em Nutrição Humana e Dietética pela Universidad de Barcelona-CESNID.
  • Dra. (c) Anna Marín Bachs Doutora candidata em Educação. Mestre Internacional em Nutrição e Dietética pela Universidad de León. Graduada em Nutrição Humana e Dietética pela Universidad de Barcelona-CESNID.
  • Dr. (c) Iñaki Elío Pascual. Doutor candidato em Projetos. Mestre em Nutrição e Metabolismo. Universidad de Barcelona. Nutricionista Dietético da Unidade de Dietética e Nutrição Clínica do Hospital Universitario de Bellvitge.
  • Dr. Jordi Salas Salvadó. Catedrático de Nutrición e Bromatologia da Universidad Rovira i Virgili (Reus - Tarragona)
  • Dra. Rosa Solà Alberich. Catedrática de Medicina da Universidad Rovira i Virgili. Vice-reitora de Pesquisa e Relações com Instituições Sanitárias da Universidad Rovira i Virgili.
  • M. Flavio Marques. Mestre em Gestão de Serviços de Saúde. Licenciado em Nutrição e dietética. Professor da licenciatura em Nutrição Social e Escolar do Instituto Piaget.
  • Dra. Magdalena López Frías. Professora Titular de Fisiologia Universidad de Granada. Pesquisadora do Instituto Universitario de Investigación de Nutrición y Tecnología de Alimentos "José Mataix Verdú".
  • Dra. Elena García García. Doutora em Farmácia pela Universidad de Granada. Licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Murcia. Professora da Área de Nutrição e Bromatologia da Universidad Miguel Hernández.
  • Dra. (c) Sandra Jarrín Motte. Doutora candidata em Educação pela UNINI. Mestre em Estudos Biológico-Naturistas pela Universidad de León. Licenciada em Nutrição e Dietética pela Universidad Científica del Sur.
  • M. Lili Zavala Ciudad. Mestre em Tecnologia e Controle de Alimentos. CESIF. Licenciada em Nutrição e Dietética pela Universidad Científica del Sur.
  • M. Joan Trabal. Mestre em Nutrição e Metabolismo pela Universidad de Barcelona. Nutricionista Dietético do Hospital Clínic de Barcelona.
  • Dra. Margarita Sánchez Campos. Catedrática de Fisiologia e subdiretora da Escuela de Nutrición da Universidad de Granada.
  • Dra. Ascensión Marcos Sánchez. Professora de Pesquisa do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC). Diretora do Grupo de Imunonutrição do Departamento de Metabolismo e Nutrição do Instituto del Frío del CSIC.
  • Dr. Alfredo Entrala Bueno. Decano da Faculdade de Ciências da Saúde. Diretor do Departamento de Fisiopatologia da Universidad Alfonso X El Sabio.
  • Dr. Alfredo Martínez Hernández. Diretor do Instituto de Ciencias de la Alimentación da Universidad de Navarra.
  • Dr. Antonio M. Gálvez del Postigo Ruiz. Catedrático de Microbiologia do Departamento de Ciências da Saúde da Universidad de Jaén.
  • Dr. Antonio Marco Chover. Vice-presidente do Consejo Europeo para la Pluralidad Médica (ECPM). Membro da Equipe Diretora da Sociedad Internacional de Estudios Proteómicos (Bruxelas).
  • Dra. Iciar Astiasarán Anchía. Diretora do Instituto de Ciencias de la Alimentación e Decana da Faculdade de Farmácia da Universidad de Navarra.
  • Dr. Carlos Iglesias Rosado. Chefe do Departamento de Nutrição na Universidad Alfonso X El Sabio.
  • Dra. Virginia Motilva. Pesquisadora e Professora da Faculdade de Farmácia da Universidad de Sevilla.
  • Dra. Elena Talero Barrientos. Pesquisadora e Professora da Faculdade de Farmácia da Universidad de Sevilla.
  • Dr. Antonio Ayala Gómez. Catedrático e professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidad de Sevilla.
  • Dra. Mercedes Cano García. Professora do Departamento de Fisiologia da Universidad de Sevilla.
  • Dra. M. Carmen García Parrilla. Catedrática e Professora do Departamento de Bromatologia da Universidad de Sevilla.
  • Dra. M. Ángeles Fernández Arche. Professora do Departamento de Farmacologia da Universidad de Sevilla.
  • Dr. José Miguel Álvarez Suárez. Doutor em Alimentação e Saúde. Professor de Toxicologia, Farmacologia e Ciência dos Alimentos do Departamento de Medicina Veterinária.
  • Dr. Fermín Sánchez de Medina Contreras. Catedrático de Bioquímica e Biologia Molecular do Instituto de Nutrición y Tecnología de los Alimentos da Universidad de Granada.
  • Dr. Fernando Gil González. Professor Titular de Toxicologia. Professor da Escuela de Nutrición da Universidad de Granada.
  • Dr. Francisco J. Pérez Cano. Doutor em Farmácia pela Universidad de Barcelona. Professor convidado da Universidad de Barcelona.
  • Dr. Gonzalo Morandé Lavín. Chefe de serviço da Unidade de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Infantil Universitario Niño Jesús.
  • Dr. José Jesús Ruiz Joyanes. Doutor em Medicina e Cirurgia. Mestre em Medicina Biológica, Medicina Antienvelhecimento e Medicina Estética.
  • Dr. José Maldonado Lozano. Professor Titular de Pediatria da Universidad de Granada.
  • Dr. Juan Llopis González. Professor Titular de Fisiologia. Pesquisador do Instituto Universitario de Investigación de Nutrición y Tecnología de Alimentos "José Mataix Verdú".
  • Dr. Juan Manuel Morillo. Doutor em Odontologia pela Universidad Complutense de Madrid. Professor da Área de Ciências Básicas da Escuela de Enfermería y Fisioterapia San Juan de Dios da Universidad Pontificia Comillas de Madrid.
  • Dr. Luis García Diz. Vice-decano de Inovação e Espaço Europeu na Universidad Complutense de Madrid. Professor Titular de Nutrição. Universidad Complutense de Madrid.
  • Dr. Luis García Torres. Professor Titular de Fisiologia da Universidad de Granada. Professor do Instituto Universitario de Investigación de Neurociencias "Federico Olóriz".
  • Dr. Manuel Ramírez Sánchez. Catedrático de Fisiologia da Universidad de Jaén.
  • Dr. Marcos Mazzuka Petitta. Doutor em Medicina e Cirurgia da Universitá La Sapienza. Coordenador de Pós-graduação em Medicina da Universidad de Oriente.
  • Dr. Nabil Benomar Elbakali. Professor Titular de Microbiologia da Universidad de Jaén.
  • Dr. Narcís Gusi. Doutor em Adaptações Fisiológicas ao Exercício pela Universidad de Barcelona. Professor Titular de Didática da Expressão Plástica Musical e Corporal da Universidad de Extremadura.
  • Dr. Pedro Bullón. Presidente da Conferência de Decanos das Faculdades de Odontologia da Espanha. Catedrático de Estomatologia da Faculdade de Odontologia da Universidad de Sevilla.
  • Dr. Santiago de la Rosa Iglesias. Presidente da Comissão de Medicina Naturista do Ilustre Colegio de Médicos de Madrid (ICOMEM).
  • Dra. Assumpció Roset Elías. Doutora em Farmácia. Coordenadora do Programa de Educação para a Saúde na Escola do Departamento de Educação da Generalitat de Catalunya.
  • Dra. Elena Ortega Morente. Professora Titular de Microbiologia da Universidad de Jaén.
  • Dra. Esther Fuentes Marhuenda. Professora Titular da Área de Nutrição e Bromatologia da Universidad Miguel Hernández.
  • Dra. Hikmate Abriouel Hayani. Doutora em Ciências. Equipe Pesquisadora Contratada (Programa Ramón y Cajal) da Universidad de Jaén.
  • Dra. Isabel Prieto Gómez. Professora Titular de Fisiologia da Universidad de Jaén.
  • Dra. Magdalena Martínez Cañamero. Professora Titular de Microbiologia da Universidad de Jaén.
  • Dra. Margarida Castell Escuer. Catedrática de Fisiologia, Universidad de Barcelona.
  • Lda. Marilyn Montejo Berríos. Licenciada en Nutrição e Dietética. Universidad Científica del Sur. Professora do curso de Introdução à Nutrição. Universidad Científica del Sur. Colaboradora do curso de Técnica Dietética. Universidad Científica del Sur.
  • Dr. (c) José Alberto Frade-Martins Parraça. Doutorando Associado ao Departamento de Fisiologia da Universidad de Extremadura.
  • Dra. Margarita Sánchez Campos. Catedrática de Fisiología. Subdirectora de la Escuela de Nutrición de la Universidad de Granada.
  • Dra. Mercedes Barrionuevo Díaz. Professora Titular de Fisiologia. Professora da Escuela de Nutrición da Universidad de Granada.
  • Dra. Miriam Muñoz de Chávez (EPD). Departamento de Nutrição Aplicada e Educação Nutricional do Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición (INCMyN) Salvador Zubirán.
  • Dra. Pilar Sánchez Collado. Doutora em Farmácia. Professora Titular do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Rosario Lucas López. Professora Titular de Microbiologia da Universidad de Jaén.
  • Dra. Rosaura Leis Trabazo. Professora Titular de Pediatria da Universidad de Santiago de Compostela.
  • Dra. Rosella Mazzuka de Marta. Docente da Universidad Santa María (Venezuela). Membro da ACAM, SITEC da Itália, SOVENIA e DAW da Venezuela, LINCA do México e AVA de Barcelona.
  • M. Iván Iglesias Cid. Mestre em Administração e Direção de Empresas Agroalimentares pela Universidad de Barcelona - I.G.I.A. Graduado em Nutrição Humana e Dietética pela Universidad de Barcelona-CESNID. Professor da Faculdade de Nutrição Humana e Dietética da Universidad Ramon Llull.
  • M. Esther Huertas Hidalgo. Mestre Experimental em Ciências Farmacêuticas pela Universidad de Barcelona. Licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Barcelona. Engenheiro Técnico Agrícola em Indústrias Agrárias e Alimentares pela Universidad Politécnica de Cataluña.
  • Dra. Esther de la Paz. Secretária da Comissão de Médicos Naturistas do ICOMEM.
  • Lic. Eduard Reinoso Zamora. Licenciado em Ciência e Tecnologia dos Alimentos. Universidad de Barcelona. Graduado em Nutrição Humana e Dietética. Universidad de Barcelona.
  • Eng. Elena Rodríguez Vall-llovera. Engenheiro Técnico Agrícola em Indústrias Agrárias e Alimentares pela Universidad Politécnica de Cataluña.
  • Lic. Gloria Arbonés Vilà. Licenciada em Farmácia pela Universidad de Barcelona.
  • Lic. Gloria Rodríguez Vall-llovera. Licenciada em Farmácia pela Universidad de Barcelona.
  • Lic. Jesús Calderón Amigo. Licenciado em Farmácia pela Universidad de Valencia. Diretor adjunto do Centro de Diagnóstico Biotecnológico Dr. Calderón.
  • Alba Llorens Hidalgo. Graduada em Nutrição Humana e Dietética pela Universidad de Barcelona.
  • Lic. Ana Hispán Rodela. Licenciada em Ciências Químicas e em Ciências da Educação.
  • Laura Álvarez Vidal. Graduada em Nutrição Humana e Dietética pela Universidad de Barcelona - CESNID.
  • M. María Rafaela Rosas Morales. Mestre em Administração e Direção de Empresas Agroalimentares pela Universidad de Barcelona - I.G.I.A. Licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Barcelona. Licenciada em Farmácia pela Universidad de Barcelona.
  • M. Nuria Rodríguez González. Mestre em Administração e Direção de Empresas Agroalimentares pela Universidad de Barcelona - I.G.I.A. Licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Barcelona. Engenheiro Técnico Agrícola em Indústrias Agrárias e Alimentares pela Universidad Politécnica de Cataluña.
  • M. Julieta Ferreyra Ritta. Mestre em Ciências dos Alimentos pela Universidade Federal de Santa Catarina. Licenciada em Nutrição pela Universidad de Buenos Aires.
  • Lic. Sonia Ballarín Alins. Licenciada em Bioquímica pela Universidad de Barcelona. Licenciada em Farmácia pela Universidad de Barcelona.
  • M. Susana Cardona Aquino. Mestre em Psicologia Clínica e Psicoterapia pela Universidad Ramon Llull. Licenciada em Psicologia pela Universidad Ramón Llull.
  • Eng. Eduard Solanes Foz. Licenciado em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Barcelona. Engenheiro Técnico Agrícola em Indústrias Agrárias e Alimentares pela Universidad Politécnica de Cataluña.

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