Gestão e Conservação de Espaços Naturais

Apresentação do Programa

As figuras de proteção dos espaços naturais podem ter um papel preponderante nos próximos anos como experimentação de modelos de desenvolvimento sustentável. Os espaços naturais tendem a avançar rumo à diversificação de suas possibilidades, oferecendo funções de lazer e desenvolvimento, além das clássicas conservacionistas.

A partir de um enfoque eminentemente prático, o programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais está focado no estudo, por um lado da conservação dos espaços naturais e de recursos concomitantes, assim como a gestão destes sob uma visão do que deve ser um correto planejamento territorial e desenvolvimento sustentável.

Em relação à conservação são tratados aspectos diversos, tanto em nível genético, de espécies e de comunidades, enfatizando as metodologias mais empregadas na atualidade para assegurar sua perpetuação. Referente à gestão são abordados os conceitos de intervenção nas diferentes tipologias de espaços, tanto terrestres como marinhos, assim como a interação entre o meio urbano e o meio natural, de forma integral.

A quem é dirigido

O Programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais foi criado especialmente para satisfazer a dois tipos diferentes de grupos:

  • Pessoas sem uma titulação universitária que, por suas próprias características pessoais ou experiência, podem alcançar uma formação de qualidade neste campo.
  • Titulados superiores que, além da formação de base, desejam uma especialização prática no campo ambiental para que tenham possibilidade de ampliar suas aberturas profissionais.

Titulação

A conclusão com sucesso do Programa permitirá que você obtenha a titulação do Gestão e Conservação dos Espaços Naturais.

Após a conclusão com êxito do Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade em que se matriculou.

 

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais é de 300 horas (30 créditos).1.

Com relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • por ser um Programa a distância e não estar sujeito a classes presenciais, não se estabelece uma data concreta de início, pois o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, sempre que haja vagas disponíveis;
  • por motivos acadêmicos e de aprendizagem exige-se uma duração mínima no Programa de três meses, contabilizados a partir da data de entrega dos dois primeiros volumes até a data de recepção do exercício de avaliação;
  • o tempo máximo disponível para a realização do Programa é de seis meses. Neste período de tempo, o aluno deve entregar todas as avaliações correspondentes às disciplinas.

A estrutura de créditos do programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais é apresentada na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
Disciplinas 30 6 300

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Adquirir os conhecimentos necessários à conservação de espaços naturais e seus recursos, e determinar a gestão sob uma visão do correto planejamento territorial no âmbito do desenvolvimento sustentável.

Objetivos específicos:

  • Estabelecer critérios naturais, socioeconômicos e legislativos, visando efetuar uma correta gestão de espaços naturais.
  • Conhecer os convênios e tratados existentes entre Estados, em que são estabelecidas políticas de gestão e conservação da biodiversidade e das áreas naturais, destacando-se a preocupação por estes temas nas políticas internacionais.
  • Analisar as principais causas de redução e de perdas de diversidade biológica e as possíveis soluções a serem consideradas para que se possam evitá-las.
  • Identificar os fatores críticos e os níveis de estudo na monitorização da biodiversidade e determinar que tipo de indicadores geralmente são empregados.
  • Conhecer os diferentes biomas terrestres, a distribuição, as principais características climáticas, a vegetação e a fauna, bem como as principais pressões antropogênicas que colocam em perigo sua manutenção e conservação.
  • Determinar o surgimento, ao longo da história da humanidade, dos diferentes modelos de exploração do território e os principais motores da mudança para, desta forma, caracterizar um ecossistema explorado em contraposição a um sistema ecológico natural.
  • Avaliar as diferentes estratégias de conservação adotadas em escalas nacional e internacional, e relacioná-las visando o alcance de uma máxima eficácia na conservação dos recursos e na identificação das prioridades a serem consideradas numa estratégia global.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais são as seguintes:

  • Guarda florestal.
  • Ocupação em locais como técnico/assessor em recursos florestais.
  • Docência.

Plano de estudos

O programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais é composto de oito disciplinas, incluindo casos práticos de estudo sobre gestão de espaços naturais.

As disciplinas permitem conhecer e compreender, em primeiro lugar, os fundamentos teóricos, conceituais e históricos implicados nos espaços naturais e, em segundo lugar, sua implementação organizacional, social e tecnológica.

O objetivo é conseguir que os alunos adquiram uma visão global dos espaços naturais através de diferentes temáticas multidisciplinares relacionadas.

As disciplinas e horas correspondentes ao programa de Gestão e Conservação dos Espaços Naturais podem ser observadas na seguinte tabela:

Estas disciplinas, apesar de serem independentes entre si, estão estruturadas segundo uma ordem pedagógica coerente que facilita sua compreensão de uma menor a uma maior complexidade. Cada disciplina se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente os testes de avaliação.

Descrições dos Cursos

  1. AS ÁREAS NATURAIS NO CONTEXTO DAS SOCIEDADES

    A título de introdução, analisa-se cronologicamente a relação homem-natureza, incidindo-se sobre os fatores socioeconômicos que influenciam a gestão do meio natural. São identificadas as principais entidades com fins conservacionistas, os convênios, os tratados e as políticas empregadas na atualidade visando a proteção da natureza.

    EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA RELAÇÃO HOMEM-NATUREZA
    A pré-história. Idade Antiga. Idade Média. A grande ruptura. Os séculos XIX e XX. O capitalismo. A situação atual. Perspectivas de futuro.
    ECONOMIA E NATUREZA
    Teorias econômicas para um modelo de gestão da natureza. Novas tendências no pensamento econômico. Distanciamento e globalização econômica. A co-evolução das grandes sociedades modernas.
    IMPORTÂNCIA DA CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NO MUNDO
    Entidades internacionais com fins conservacionistas. Entidades européias com fins conservacionistas. Entidades americanas com fins conservacionistas. Convênios, tratados e políticas de alcance internacional para a proteção da natureza. Convênios e tratados de alcance europeu para a proteção da natureza. Convênios, tratados e políticas de alcance americano para a proteção da natureza.
  2. BIODIVERSIDADE

    A biodiversidade é uma ferramenta imprescindível à gestão de um espaço natural: por isso, é necessário explicar o que é biodiversidade, qual sua importância em um sistema natural, que ferramentas existem para quantificá-la e, finalmente, saber interpretar o significado das mudanças ocorridas.

    CONCEITO DE BIODIVERSIDADE
    Introdução. Definição de biodiversidade. Diversidade e biodiversidade: dois conceitos não equivalentes. Importância da biodiversidade. O valor da biodiversidade. A diversidade cultural.
    NÍVEIS DE BIODIVERSIDADE
    Introdução: perspectivas de enfoque da biodiversidade, classificação da biodiversidade de acordo com a estrutura, composição, funcionalidade. Diversidade Genética: o material hereditário, a natureza da mudança (mutação e recombinação), deriva genética vs seleção natural (processos de especiação), a perda de variabilidade genética, as limitações da genética em conservação. Diversidade de Espécies: o conceito de espécie e de população, tipo de espécies (dos endemismos às espécies exóticas), extinção e especiação, quantidade de espécies e sua distribuição no mundo, os limites à diversidade de espécies (limites da evolução e limites ecológicos). Riqueza de Ecossistemas e Biomas: tipos de ecossistemas e de biomas, diversidade de ecossistemas no mundo (superfície e distribuição).
    INDICADORES DAS MUDANÇAS NA BIODIVERSIDADE
    Indicadores genéticos: diversidade alélica, presença/ausência de alelos pouco comuns, heterozigosidade, polimorfismo fenotípico, nível de intercâmbio genético entre populações, etc. Indicadores de população-espécie: abundância absoluta e relativa, distribuição e dispersão de espécies, crescimento de população e níveis de flutuação de espécies de especial interesse, fertilidade, fecundidade, sobrevivência, etc. Indicadores de comunidade-ecossistema: identidade, abundância relativa, riqueza, freqüência de distribuição por faixas de idades, porcentagem de espécies exóticas com relação às nativas, etc. Indicadores de paisagem: identidade, distribuição, riqueza e proporções em uma porção do território ao longo da paisagem, porcentagem de território suscetível ao efeito de borda, indicadores de perturbação, etc.
    O FUTURO DA BIODIVERSIDADE
    A catalogação da biodiversidade mundial: critérios de levantamento. O estudo dos Pontos Quentes de diversidade (Hot Spots). O Programa de Avaliação Rápida (RAP). O Sistema BIOTROP (Programa Biológico de Diversidade Neotropical). O modelo de Wilson. O enfoque do WWF.
  3. OS ESPAÇOS NATURAIS: TIPOS E PROCESSOS

    A utilidade e a importância do estabelecimento de uma classificação de espaços naturais são inegáveis pois implicam que se conheçam as grandes semelhanças na Terra em detriimento das pequenas diferenças. Desta forma, são estabelecidos critérios para identificação dos aspectos coincidentes entre estas áreas naturais, permitindo a classificação. Abordam-se também os processos ecológicos que ocorrem na natureza, e que se têm revelado essenciais à preservação da diversidade biológica e da conservação dos espaços naturais.

    TIPOS DE ESPAÇOS NATURAIS
    Os biomas terrestres: florestas tropicais. Florestas pluviais subtropicais e temperadas. Florestas de coníferas da zona boreal. Florestas planicaducifólias de zonas temperadas e subpolares. Florestas e matas perenifólias esclerófilas. Desertos e semidesertos. Comunidades de tundras e desertos árticos desabitados. Pradarias tropicais e savanas. Sistemas mistos de montanha e planaltos. Os biomas aquáticos: áreas úmidas. Mangues. Recifes de coral. Os relevos cársticos.
    PROCESSOS ECOLÓGICOS NOS ESPAÇOS NATURAIS
    Processos em nível de população: estrutura genética da população. Interações entre indivíduos e meio ambiente. Processos em nível de comunidade: a natureza da comunidade. Índices de diversidade. O processo de sucessão e seus tipos. O conceito de clímax. Causas da sucessão. A concorrência, a predação e a perturbação na estrutura das comunidades: efeitos da concorrência. Efeitos da predação e da perturbação. Processos em nível de hábitat: introdução. Degradação e perda de hábitats. Contaminação. Obras e infra-estruturas. Desmatamento. Desertificação. Fragmentação de hábitats. O processo de fragmentação. Efeito de borda. A insularidade.
  4. USOS DOS ESPAÇOS NATURAIS

    Pretende-se demonstrar usos e atividades realizadas pela humanidade nos espaços naturais, introduzindo-se conceitos relativos ao uso do território e à explotação de ecossistemas. Da mesma forma, efetua-se uma profunda análise dos diversos modelos de aproveitamento do território e dos principais motores de mudança ao longo da história da humanidade.

    INTRODUÇÃO
    Sistema ecológico, uso do territorio e explotação. Bases ecológicas da explotação de um ecossistema. Antecedentes históricos. Usos e atividades nas áreas naturais.
    SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA
    Os sistemas agrícolas na atualidade: grandes cultivos das estepes. Cerealicultura de seca na região do bioma mediterrâneo. O cultivo . O cultivo em antigas zonas coloniais de clima tropical. Derrubada e queimada. O cultivo de arroz de subsistência intensiva.
    SISTEMA DE PRODUÇÃO PECUÁRIA
    Características gerais. Modelos de atividade pecuária: tipos de pecuária intensiva. Pecuária extensiva sedentária. Pecuária nômade. Pecuária transumante. O modelo agro-silvo-pastoral dos pastos do centro oeste e sudeste da Península Ibérica.
    SISTEMA DE PRODUÇÃO SILVÍCOLA
    Conceitos gerais. Tipos de explorações florestais. Silvicultura de retenção variável. Mineração florestal. Plantações e repovoamentos. Atual situação das florestas no mundo. Usos mais importantes das florestas na atualidade.
    ATIVIDADE PESQUEIRA
    Atual Situação da atividade pesqueira. Os ambientes de pesca: rios, lagos, açudes e áreas úmidas. A zona litorânea. Os oceanos. Tipos de pesca: a pesca tradicional e a pesca industrial. A pesca esportiva.
    ATIVIDADE CINEGÉTICA
    Atual situação da caça no mundo. Introduções de fauna. Tipos de atividades cinegéticas: caça de subsistência, caça esportiva, caça comercial.
    ATIVIDADE AGRÍCOLA COLETORA
    A atividade agrícola na atualidade. Tipos de práticas agrícolas: colheita de subsistência, colheita em grande escala, colheita de produtos de qualidade.
  5. CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES E DE ÁREAS NATURAIS

    A conservação da natureza é um processo de manutenção dos recursos naturais no qual intervêm fatores biológicos, econômicos, políticos, sociais e antropológicos. Em função destes aspectos, caracterizam-se as diversas estratégias de conservação adotadas em escalas nacional e internacional, e identificam-se as prioridades que uma estratégia global deve contemplar para o alcance de uma máxima eficácia.

    CONSERVAÇÃO: CONCEITOS PRELIMINARES
    Estratégias de conservação: políticas preventivas, políticas de conservação de espaços, políticas de conservação de espécies. A conservação como um processo em quatro etapas: proteção, planejamento, gestão e monitoramento/acompanhamento.
    CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES PROTEGIDAS
    A proteção das espécies: as espécies ameaçadas segundo a UICN, prioridades de conservação, segundo situação de ameaça, carácter emblemático, singularidade genética, função ecológica, etc. Planejamento da proteção de espécies: marco jurídico internacional (convênio CITES), tipos de planos (de ação, de conservação, de recuperação), o processo de planejamento (avaliação de ameaças, objetivos, prioridades de ação, suporte científico e técnico, avaliação de custos), a estrutura e o conteúdo do plano. Gestão e monitoramento de espécies ameaçadas: metodologias.
    CONSERVAÇÃO DE ESPAÇOS PROTEGIDOS
    Conceito de área natural protegida. As áreas naturais protegidas na História: antecedentes da proteção de espaços. Classificação das áreas naturais protegidas: categorias de proteção e categorias de manejo, categorias segundo a UICN, as reservas da biosfera, categorias do WWF. Objetivos das áreas naturais protegidas. Processo de seleção de áreas naturais protegidas: critérios e condicionantes. Aspectos críticos no êxito das reservas segundo as teorias da conservação: o tamanho da reserva, as dinâmicas e a heterogeneidade, o contexto da paisagem, a conectividade entre hábitats fragmentados, os elementos naturais e artificiais de uma reserva, as zonas de amortecimento. Outras considerações acerca das áreas naturais protegidas: o problema da certeza quanto à mudança e da incerteza quanto à sua direção, implicações antropológicas e sociais na conservação de reservas, aspectos políticos e econômicos na conservação de reservas. As áreas naturais protegidas: categorias e caracterização.
  6. GESTÃO DE ESPAÇOS NATURAIS

    Os princípios básicos da boa gestão da conservação são amplamente explicados neste capítulo, bem como os métodos de gestão sustentável de uma área natural. Por essa razão, é necessário explicar o perfil a ser apresentado pelo gestor e o papel que ele ocupa tanto na tomada de decisões como na resolução de conflitos. Deste modo, expõe-se também a necessidade e a metodologia de monitorização do espaço natural objeto de estudo.

    GESTÃO PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS DA CONSERVAÇÃO: PRINCÍPIOS GERAIS
    Por que é necessária a gestão? Quatro princípios básicos para uma boa gestão da conservação: perpetuação dos processos ecológicos e composição da biodiversidade, minimização de ameaças externas e maximização dos benefícios, conservação dos processos de evolução e flexibilidade da gestão minimamente intrusiva.
    GESTÃO PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS DA CONSERVAÇÃO: APLICAÇÕES
    Como são elaboradas as decisões para a gestão das reservas? Gestão dos níveis de população. Gestão de hábitats. Gestão de ecossistemas. Integração das áreas naturais ao entorno.
    ÓRGÃOS COLABORADORES: PARTICIPAÇÃO PÚBLICA
    O papel do gestor: perfil, tomada de decisões, resolução de conflitos. A integração de grupos interinstitucionais na gestão de uma área natural: principais grupos implicados, o envolvimento da sociedade civil no processo de decisão, dinâmicas de interação, os fóruns de discussão, avaliação de avanços, etc.
    MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO EM ÁREAS NATURAIS
    Monitoramento e acompanhamento no planejamento da gestão de uma área natural: métodos de monitoramento. Uso de indicadores: indicadores de biodiversidade, conservação da paisagem, desenvolvimento da área, etc.
  7. RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA

    Neste capítulo serão adquiridos, de forma prática e simples, os conhecimentos necessários para executar bem uma restauração sustentável de um entorno perturbado. Quanto a isso, não se deve esquecer os critérios paisagísticos a serem estabelecidos e aplicados na escolha do uso final para a zona restaurada, na escolha do método de restauração e do material de restauração e, finalmente, no projeto das fases do processo restaurador.

    QUE É RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA?
    Conceitos preliminares: restauração, reabilitação, recuperação, recriação etc. O papel da restauração ecológica na conservação: um processo complementar na conservação. Modalidades da restauração ecológica.
    AVALIAÇÕES DE IMPACTO E RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA
    Elementos do processo: impacto ambiental, qualidade ambiental, fragilidade ambiental, indicadores de impacto ambiental, a extensão de um impacto, importância de um impacto. Elementos intrínsecos: o Estudo de Impacto Ambiental. Conteúdo e metodologia geral da A.I.A: análise do projeto e suas alternativas, identificação dos fatores ambientais do entorno suscetíveis de receber impactos. Identificação de impactos: matrizes causa-efeito, matrizes escalonadas, etc. Outros métodos de identificação e valoração de impactos: sistemas de rede e de gráficos, sistemas cartográficos, métodos baseados em indicadores, métodos quantitativos, etc. A restauração ecológica no processo de avaliação do impacto.
    ASPECTOS PRELIMINARES AO PROCESSO DE RESTAURAÇÃO
    Aspectos centrais na restauração ecológica: identificação de processos degradativos, determinação de objetivos alcançáveis, desenvolvimento de metodologias para alcançar os objetivos, incorporação dos métodos na gestão do território e no planejamento estratégica, monitoramento da restauração. O produto: voltar à situação do ecossistema original. Viabilidade e autenticidade: questionários para estabelecer o planejamento, comportamento e avaliação dos projetos de restauração. Escala do projeto de restauração: determinação dos níveis no projeto de restauração. Custos: determinação de técnicas para a avaliação de custos.
    PROCESSO DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA
    Técnicas e processos empregados na restauração ecológica: conservação in situ (perpetuação da vida selvagem, granjas/cultivos de espécies nativas). Conservação ex situ (parques zoológicos, aquários, jardins botânicos, bancos de germoplasma e de sementes).
  8. CASOS PRÁTICOS DE GESTÃO E CONSERVAÇÃO DE ESPAÇOS NATURAIS

    Recompilação de exemplos práticos atualizados concernentes ao processo de planejamento da gestão e da conservação de um espaço natural, com a incorporação dos conceitos de restauração ecológica caso ocorra alteração no meio devido à localização de uma instalação ou à realização de uma atividade na área.

    Exemplo prático do processo de participação por parte de diferentes atores interinstitucionais. Estudo de recuperação de uma pedreira.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

  • Dr. Antonio Maya Frades. Doutor em Geografia. Professor da Universidade de León, Espanha.
  • Dra. Leonor Calvo Galván. Doutora em Ciências Biológicas. Professora da Universidade de León, Espanha.
  • Dr. Xavier Elías Castells. Doutor em Engenharia Industrial. Diretor da Bolsa de Subprodutos da Catalunha, Espanha.
  • Engº. Omar Gallardo. Engenheiro Civil de Minas. Professor da Universidade de Santiago do Chile, Chile.
  • Dra. Rosalba Guerrero Aslla. Doutora em Engenharia Metalúrgica. Professora da Universidade de Piura, Peru.
  • Engª. Icela Márques de Rojas. Engenharia Civil. Professora da Universidade Tecnológica do Panamá, R. P. Panamá.
  • Mtra. Emilia Gámez Frías. Professora da Universidade de Guadalajara, México.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos, pela Universidad Politécnica de Cataluña, Espanha, Mestre em Gerenciamento de projeto e de desenho, pela Politécnica de Milán, Itália. Professor da Universidad de Buenos Aires, Argentina. Diretor da Fundación Universitaria Iberoamericana (FUNIBER) Argentina.
  • Dr. Oscar Arizpe Covarrubias. Chefe do Laboratorio Ecologia de Sistemas Costeiros. Professor-Pesquisador Titular C de Dedicação Exclusiva, Chefe do Laboratorio Universidad Autónoma de Baja California Sur.

Professores e Autores

  • Dr. José Ulises Rodríguez Barboza. Doutor em Engenhria de Estradas, Canais e Portos (UPC).
  • Dr. Otoniel A. Sanabria Artunduaga. Doutor em Engenharia de Estradas, Canais e Portos (UNAL).
  • Dr. (c). D. Eduardo García Villena. Engenheiro Industrial e Mestre em Engenharia Ambiental (UPC).
  • Dr. (c). D. Kilian Tutusaus Pifarré. Licenciado em Ciências do Mar (ULPGC).
  • Ing. Diana I. Quintero Torres. Mestre em Engenharia Ambiental (Universidade Nacional de Colômbia).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.