Master em Direção Estratégica em Engenharia de Software

Apresentação do Programa

A inovação e o empreendimento colocam-se como capacidades básicas para o gestor de empresas do século XXI.

A moderna gestão empresarial desenvolve-se em uma sociedade global e em contínua evolução interconectada através das Tecnologias da Informação e as Telecomunicações. Parte importante desta evolução diz respeito à capacidade das organizações para conceber, desenvolver e manter um software de qualidade. Essa disciplina é conhecida pelo nome de Engenharia de Software.

Para enfrentar esses desafios, não basta possuir uma formação de ponta especializada em Desenvolvimento de Software. Como fator diferencial, o gestor deve adquirir a capacidade de contribuir com uma visão global que se materialize em ações sistêmicas, integrais e inovadoras que lhe permitam liderar seu projeto empresarial com êxito.

Fruto desta experiência formativa - interdisciplinar e internacional -, o aluno adquirirá uma sólida formação científica e profissional em Engenharia de Software que lhe permitirá desempenhar cargos de gerência em áreas de sistemas e de direção de empresas de software com uma visão de projetos.

Engenharia de Software é definida informalmente como uma arte e uma ciência e formalmente como um processo de manufatura de software: um conceito e uma noção amplamente debatidos que, atualmente, pela importância do software na vida organizacional, devem ser superados por uma visão superior e organizacional para responder tanto às novas organizações de desenvolvimento de software que surgiram dentro das empresas e quanto a empresas com vida própria: as empresas de software. Por essa razão, o Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software é uma proposta que não se limita à visão tradicional da Engenharia de Software, seja formal ou informal, mas estuda o processo de software como um negócio a ser administrado e que contribui com valor a empresas e trabalhadores. Este argumento faz do Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação - Especialização Engenharia de Software um programa com formação empresarial, gestão do ativo das pessoas e desenvolvimento de software com ênfase no valor de negócio.

A definição do Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação - Especialização Engenharia de Software, que conjuga a visão tecnológica e a de negócios, permite a profissionais e executivos de diversas áreas chegar a um perfil em que se potencializa o aspecto estratégico do software nas organizações, sem desligá-lo de seus aspectos técnicos. Esse duplo enfoque do Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software, em matéria de Administração de Empresas e Desenvolvimento e Manutenção de Software, é muito adequado para perfis profissionais formados em:

  • Áreas técnicas como departamentos de sistemas, onde poderão liderar projetos de concepção, desenvolvimento e manutenção de software com um enfoque sistêmico e global.
  • Áreas de Empresa, nas quais poderá aplicar as mais modernas técnicas de liderança de empresas de tecnologia (onde o desenvolvimento de software tem um papel fundamental).

Tudo isso, unido ao enfoque para a excelência operacional, sustentada por um excelente nível acadêmico e um projeto curricular flexível e na medida ao aluno, faz do Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software o elemento de formação essencial para afiançar uma sólida carreira profissional no desempenho de cargos executivos na Empresa do século XXI.

A quem é dirigido

Por sua orientação executiva, o Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software dirige-se a formar profissionais dinâmicos, criativos e motivados para liderar projetos empresariais de desenvolvimento de software.

Serão avaliados:

  • Experiência profissional de mais de 5 anos.
  • Estudos de engenharia ou do campo empresarial (Administração de Empresas, Economia).
  • Interesse em dar resposta à competitividade dos novos negócios usando o desenvolvimento de sistemas de software como elemento essencial da estratégia organizacional.

Titulação

A conclusão com sucesso do Programa permitirá que você obtenha a titulação do  Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software.

Após a conclusão com êxito do Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade em que se matriculou.

Estrutura do Programa

O Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software compõe-se de 18 disciplinas, um Estudo e Resolução de Caso (ERC) e uma Dissertação de Master (DM). Cada disciplina permite conhecer e compreender os fundamentos da estratégia empresarial, os aspectos de engenharia de software relacionados e suas aplicações associadas. O objetivo é conseguir uma visão global da Engenharia de Software, com um enfoque de negócios, que permita compreender o papel da criação de valor dos sistemas de software, seja em empresas de software ou em organizações em geral, em que os sistemas de software têm hoje em dia uma função fundamental.

A duração estimada do Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação – Especialização Engenharia de Software é de 85 créditos distribuídos da seguinte maneira: 70 créditos de disciplinas, 5 créditos de Estudo e Resolução de Caso e 10 créditos da Dissertação do Master.

Em relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um Programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, por isso o aluno pode formalizar a matrícula a qualquer momento, sempre que houver vagas.
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, dispõe-se de uma duração mínima do Programa de 18 meses, contabilizados da data de entrega do primeiro volume até a data de recepção do teste de avaliação da última disciplina.
  • O tempo máximo de que se dispõe para realizar o Programa é de 24 meses. Nesse período de tempo, o aluno deve ter aprovado de maneira bem-sucedida todas as atividades avaliadas, bem como ter aprovado o Trabalho Final do Master.

A estrutura de créditos do programa Master em Direção Estratégica em Engenharia de Software está na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª Parte: Estratégia de Negócios 15 4 150
2ª Parte: Direção de Pessoas 8 3 80
3ª Parte: Software, Tecnologia e Negócios 47 12 470
4ª Parte: Estudo e Resolução de Caso e Dissertação de Master  15 5 150
TOTAL 85 24 850

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula

b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral

  • Compreender e dominar os conceitos básicos relativos à concepção, desenvolvimento e manutenção de software de qualidade como parte da estratégia de desenvolvimento empresarial. 

Objetivos específicos

  • Compreender o fenômeno do desenvolvimento de sistemas de software como o fundamento de novas estratégias empresariais-base e de inovações organizacionais.
  • Conhecer os princípios e metodologias para o desenvolvimento e manutenção de sistemas de software.
  • Conhecer os princípios e métodos da engenharia a fim de obter um software de forma rentável, que seja confiável e funcione eficientemente.
  • Conhecer e dominar os elementos que sustentam a gestão da mudança organizacional que supõe o desenvolvimento e implantação de sistemas de software; seus efeitos e sua disposição em um projeto de negócios e tecnológico.
  • Conhecer e dominar as ferramentas e as técnicas estratégicas de negócios que permitem conceber, gerar e desdobrar uma estratégia de negócios baseada nos sistemas de software.
  • Conhecer e dominar técnicas e ferramentas de direção de pessoas para a direção estratégica de novos negócios de base sustentável no software.
  • Possibilitar a avaliação da limitação, a justificação de novas aplicações e a tomada de decisões estratégicas quando se veem envolvidos recursos de desenvolvimento de sistemas de software.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa de Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação - Especialização Engenharia de Software são:

  •  Gerência de departamento ou área de sistemas.
  •  Diretor de projetos de negócios tecnológicos.
  •  Diretor de projetos de negócios baseados em software.
  •  Assessor externo ou consultor empresarial em estratégias de mudança organizacional através da incorporação dos sistemas de software.
  •  Diretor de projetos de criação de empresas de base Tecnológica.

Plano de estudos

O programa do Master em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação - Especialização Engenharia de Software possui uma estrutura curricular baseada em 4 partes formativas:

  • 1ª PARTE: ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS (150 HORAS)

A primeira parte permite compreender de que maneira uma organização prepara uma estratégia de mudança e planeja seu desenvolvimento organizacional.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na seguinte tabela:

  • 2ª PARTE: DIREÇÃO DE PESSOAS (80 HORAS)

A segunda parte permite compreender e criar estratégias de mudança organizacional através das pessoas e de equipes de trabalho.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a segunda parte são mostradas na seguinte tabela: 

  • 3ª PARTE: SOFTWARE, TECNOLOGIA E NEGÓCIOS (470 HORAS)

A terceira parte permite conhecer as ferramentas que convertem uma organização tradicional em uma organização em rede baseada em sistemas de software. Permite conseguir uma visão global dos negócios quando estão envolvidos o desenho, o desenvolvimento e a manutenção de sistemas de software, considerando-se temas estratégicos.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a terceira parte são mostrados na seguinte tabela:

  • 4ª PARTE: Estudo e Resolução de Caso e Dissertação de Master (150 HORAS)

Esta última parte de Trabalhos Finais do Master procura fazer com que o aluno internalize os conteúdos das disciplinas expostos mediante a realização de dois trabalhos práticos: Estudo e Resolução de Caso e Dissertação de Master.

4ª Parte: Estudo e Resolução de Caso e Dissertação de Master
TRABALHOS FINAIS DE MASTER HORAS
Estudo e Resolução de Caso 50
Dissertação de Master 100
TOTAL 150
  • Estudo e resolução de Caso (ERC) fixa seu objetivo na análise estratégica de uma solução empresarial na área da Engenharia de Software com formato de "Boas práticas". O objetivo é demonstrar que o aluno possui a capacidade de assumir um trabalho de nível de pós-graduação em um campo, tema, domínio ou espaço de conhecimento. O caso pode ser a base da dissertação a ser realizada em seguida e seu conteúdo será definido de comum acordo entre o tutor e o aluno.
  • Dissertação do Master (DM) deve ser uma contribuição ao campo da Direção Estratégica em Engenharia de Software com uma grande componente de aplicação e que respeite a doutrina da teoria da administração, da ciência da gestão, da economia e da Engenharia de Software, disciplinas vinculadas ao campo dos negócios e das novas tecnologias. Seu conteúdo será ajustado às normas estejam definidas para tais fins.

A produção dos Trabalhos Finais do Master poderá começar paralelamente ao estudo das disciplinas do Programa, segundo a conveniência e disponibilidade do aluno. Entretanto, aconselha-se dedicar o último trimestre do Master para sua confecção e redação definitiva. O trabalho será fiscalizado por um professor-tutor, cuja designação virá em função da temática escolhida.

Descrições dos Cursos

1a PARTE: ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS

  1. Direção e Planejamento Estratégico

    Esta disciplina se enfoca no pensamento estratégico aplicado à direção e oferece um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo inerente aos entornos instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO UM MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento estratégico e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico validado internacionalmente. A matriz SWOT como um valioso instrumento do planejamento estratégico.
    A IMPLANTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Elaboração de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medida. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
  2. Reengenharia, Estratégia e Direção de Sistemas e TIC

    A disciplina prepara para compreender o amplo papel que as TIC desempenham nas organizações; desde seu reposicionamento estratégico dentro da reengenharia organizacional até sua gestão estratégica como recurso empresarial.

    SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E ORGANIZAÇÕES
    Apresentação. Sistemas de Informação (funções, componentes e tipologia). SI nas organizações (função e classificação). SI para a direção. Impacto das TIC na concepção de um negócio.
    ESTRATÉGIA PARA O S/TI
    Introdução. Direção e Planejamento Estratégico de S/TI. Ferramentas de análise (Fatores críticos de êxito, Maturidade tecnológica da organização, Mudança organizacional, Benefícios e Custos da Mudança, Avaliação da Implantação).
    DIREÇÃO DE S/TI
    Introdução. Gestão Funcional dos SI. Alternativas estratégicas de desenvolvimento. Formas de organização da função SI.
    REENGENHARIA
    Introdução. Conceito. Gestão e Reengenharia. Aplicações. Casos de êxito.
  3. Gestão Estratégica dos Recursos Humanos

    A disciplina prepara para adquirir uma visão global do papel do diretor de Recursos Humanos no século XXI, abrangendo as áreas de atividade da gestão e a integração à estratégia empresarial. Deste modo, dá uma panorâmica nos efeitos da globalização nos RH, as novas tecnologias na Gestão do RH e os Sistemas de controle de Gestão do RH.

    ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
    Introdução. Estratégia Organizacional. Direção estratégica e mudança. Direção Estratégica e seus processos fundamentais. Traços e tendências da atual GRH. Necessidade do modelo funcional da GRH. Exercícios.
    GRH: TECNOLOGIA PARA SEU DIAGNÓSTICO, PROJEÇÃO E CONTROLE
    Introdução. Tecnologia para o diagnóstico, projeção e controle da GRH. Características da força de trabalho. Tecnologia das Tarefas. Grupos de interesse, políticas e resultados. Exercícios.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DOS RH E OTIMIZAÇÃO DE PLANILHAS
    Introdução. O processo Integrador e Sistêmico do planejamento dos RH. Determinação e Otimização de planilhas. Indicadores tangíveis e intangíveis. Auditoria ou quadro de comando integral na GRH. Exercícios.
  4. Sociedade da Informação e da Mudança

    A disciplina prepara para desenvolver uma visão de conjunto que contextualiza a gestão da mudança cultural e tecnológica. Proporciona as bases e planejamentos para a passagem para a Sociedade da Informação e do Conhecimento e seus efeitos organizacionais na administração empresarial.

    ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: MUDANÇA GENERALIZADA 
    Mudança para a Sociedade da Informação. Impulsores da mudança atual: globalização - tecnologia - informação. Impactos da mudança global. 
    ADEQUAÇÃO ORGANIZACIONAL À MUDANÇA: GESTÃO DA MUDANÇA CULTURAL E TECNOLÓGICA 
    Inovação como proposta de adequação. Culturas e organizações inovadoras. Visão da organização do ponto de vista da informação.
    DA SOCIEDADE REDE ATUAL À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
    Fundamentos, indicadores e características da economia em rede atual. Para a economia do conhecimento. Impacto da gestão do conhecimento nas organizações. 
    PARA A ADMINISTRAÇÃO ABERTA
    Introdução. Conceitos básicos sobre a sociedade da informação. Situação do Estado ante a Sociedade da Informação. A administração aberta: as tecnologias da informação e as comunicações nos processos administrativos. Síntese: para uma sociedade da informação sustentável.

2a PARTE: DIREÇÃO DE PESSOAS

  1. Técnicas de Resolução de Conflitos e Negociação

    A disciplina prepara para aprofundar os conhecimentos teóricos e práticos relativos aos conflitos, estratégias de resolução e habilidades básicas para resolução.

    INTRODUÇÃO À ANÁLISE DOS CONFLITOS
    Definições e tipos. Causas que os geram.  Fases pelas quais atravessam e as consequências deles.
    ESTRATÉGIAS E MÉTODOS PARA RESOLVÊ-LOS
    Manejo, fases e curvas de resolução do Conflito. Negociação, Mediação e Arbitragem.
    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NECESSÁRIAS NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS NA EMPRESA
    Competências Emocionais, Sociais, Cognitivas e pessoais. Habilidades negociadoras.
  2. Técnicas de Direção de Equipes de Trabalho

    A disciplina prepara para amadurecer os elementos teóricos e práticos sobre os grupos e equipes de trabalho, suas características, técnicas e ferramentas para sua gestão eficaz.

    AS EQUIPES DE TRABALHO
    Expor e argumentar as principais considerações teóricas que sustentam o trabalho em equipe. Aplicar criativamente em sua equipe estas considerações na prática cotidiana. Transformar sua equipe até que chegue a ser considerada eficiente e autodirigida. Interpretar e pôr em prática as regras de trabalho em equipe, assim como chegar ao consenso. 
    PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR EQUIPES
    Expor e argumentar as reflexões-chave em que descansa o trabalho das redes sociométricas. Aplicar criativamente em sua equipe uma metodologia válida para as reuniões e sessões de trabalho em equipe. Implantar em seu raio de ação as ferramentas estudadas para obter a eficiência do trabalho em equipe. Interpretar e pôr em prática a direção por objetivos e por resultados.
    A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE 
    Aplicar as técnicas estudadas para garantir a qualidade da tomada de decisões. Treinar de forma prática nas diferentes técnicas que permitem gerar mais ideias e selecionar as melhores para sua implementação. Cultivar a sua criatividade e a de sua equipe. 
  3. Ambientes Virtuais de Trabalho Colaborativo

    A disciplina prepara para interiorizar o conceito e as tecnologias associadas ao trabalho colaborativo; da gestão de equipes organizacionais até a gestão de equipes a distancia mediados por ambientes virtuais.

    CONCEITOS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM AMBIENTES VIRTUAIS 
    Sociocultura do trabalho. Teorias socioculturais sobre o trabalho. Pensamento crítico e resolução de problemas. Colaboração e cooperação para o trabalho compartilhado. Colaboração e cooperação. Dinâmica de grupos. Trabalho compartilhado em colaboração e cooperação tendo por suporte o computador. Ambientes virtuais para o trabalho compartilhado em colaboração e cooperação em ambientes virtuais. Pensamento crítico no trabalho compartilhado em colaboração e cooperação em ambientes virtuais. Exercícios. 
    TECNOLOGIAS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM AMBIENTES VIRTUAIS 
    Tecnologia groupware. Introdução a groupware. Modelos de compartilhamento, colaboração e cooperação em groupware. Terminologia groupware. Utilidades groupware. Utilidades groupware assincrônico. Utilidades groupware sincrônico. Questões de desenho groupware. Processo de desenho groupware. Aspectos do processo de desenho groupware. Exercício.
    SOLUÇÕES PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM AMBIENTES VIRTUAIS 
    Categorias de soluções groupware. Sistemas de conferência por computador. Sistemas de bate-papo (chat). Sistemas de gestão de processos de trabalho. Sistemas de reunião eletrônica. Sistemas de aplicações compartilhadas. Sistemas de quadros compartilhados. Sistemas de coautoria. Sistemas hipermídia multiusuário. Ambientes virtuais colaborativos. Sistemas de programação de grupos. Sistemas de audioconferência. Sistemas de videoconferência. Exemplos de soluções groupware. Agnes. Groupkit. Habanero. Hotcoom. Lotusnotes. NetMeeting. Opencoast. Skipe. Tango. Teamrooms. Exercícios. 
    FERRAMENTAS INTEGRADAS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM AMBIENTES VIRTUAIS 
    Estudo descritivo de ferramentas integradas para o trabalho compartilhado em ambientes virtuais. Análise comparativa de ferramentas integradas para o trabalho compartilhado em ambientes virtuais. Exercícios. 

3a PARTE: SOFTWARE, TECNOLOGIA E NEGÓCIOS

  1. Linguagens e Paradigmas de Programação

    A disciplina mostra as generalidades das linguagens de programação, assim como as particularidades da filosofia da construção destas ferramentas que tornam possível que o mundo mova-se por meio dos computadores. Nesse espaço de exposição das linguagens e paradigmas de programação, pedem passagem os modelos de programação que definem linguagens e paradigmas. Do mesmo modo, a disciplina permite aprofundar as questões teóricas da programação funcional, com a utilização do Scheme, uma linguagem de programação que pode ser utilizada para a implementação de vários modelos de programação e que permite a conceitualização deste paradigma de programação.

    INTRODUÇÃO
    APRESENTAÇÃO À DISCIPLINA
    LINGUAGENS E PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO
    História. Conceito de linguagens de programação. Classificação das linguagens de programação. Outras classificações de paradigmas de programação. Evolução temporal das linguagens de programação. 
    PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL
    Linguagens de programação. Avaliação de uma expressão. Definição de novas funções. Quote. Algumas funções do Scheme. Outros exemplos de definição de funções. Resumo.
    PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL COM O SCHEME
    Modelo de substituição. Ordem de avaliação normal v/s de aplicação. Macros. Conceitos prévios. Os macros.
    PROCEDIMENTOS DE ORDEM SUPERIOR
    Listas no Scheme. Funções como dados de primeira classe . Funções como argumentos. Funções sem nome. Tipos de dados de primeira classe. Funções que devolvem funções. Let. Resumo.
    ABSTRAÇÃO DE DADOS
    Pares do Scheme. A agregação de dados não tem razão de ser primitiva. Abstração de dados e barreira de abstração. Tipo abstrato de dados sequência (ou lista). Mais sobre os diagramas box-and-pointer. 
    DADOS HIERÁRQUICOS
    Listas hierárquicas. Uso das funções de listas hierárquicas. Árvores binárias. Árvores genéricas.
    RECURSIVIDADE.
    A recursão. O custo espacial da recursão. Processos recursivos e iterativos. Outros exemplos de processos recursivos e processos iterativos. Resumo.
  2. Arquiteturas, Redes e Sistemas Distribuídos 

    Esta disciplina revisa de maneira descritiva os conceitos fundamentais de redes de computadores e de sistemas distribuídos, tendo como base as arquiteturas atuais como Internet e sua relação com arquiteturas de alto desempenho de sistemas distribuídos, introduzindo as questões importantes relacionadas com a disponibilidade, segurança, confiabilidade e integridade da informação em e entre as redes.

    INTRODUÇÃO À INTERCONEXÃO DE REDES
    Introdução aos sistemas de redes. Tipos de arquiteturas. Conceito de sistema distribuído.
    MODELOS E ARQUITETURAS
    Modelo OSI. Arquitetura Internet. Arquitetura Cliente-Servidor. Requisitos de segurança para as novas arquiteturas: Heterogeneidade de domínios; mobilidade e segurança. Novas arquiteturas: FARA, TRIAD, IPNL, HIP, I3, HIP3, etc.
    SISTEMAS DISTRIBUÍDOS ABERTOS
    Modelos de referência. Arquiteturas e padrões. Computação orientada a serviços. Base de dados distribuída. Grades computacionais. Vantagens dos Sistemas Distribuídos. Desvantagens dos Sistemas Distribuídos.
  3. Tecnologia Web e Web Engineering

    A disciplina revisa todos os conceitos, características, componentes e técnicas ligadas à Web, tanto do ponto de vista das tecnologias Web como da Web Engineering, que busca produzir sistemas e aplicações confiáveis, abrangentes e de alta qualidade.

    DESCRIÇÃO GERAL
    Sistemas de Informação Web. Tecnologias disponíveis.
    ARQUITETURA E COMUNICAÇÃO
    Arquitetura por camadas. Comunicação Cliente Servidor. Protocolos de comunicação.
    DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS WEB
    Engenharia de Requisitos para a Web. Modelagem de aplicativos Web. Arquitetura e Organização de Informação. Ferramentas Disponíveis. Melhores práticas e recomendações.
    SEGURANÇA
    Comunicação segura, métodos de autenticação. Criptografia, assinaturas digitais e certificados. Segurança da parte do servidor. Segurança da parte do cliente.
    GESTÃO DE PROJETOS WEB
    A equipe de desenvolvimento Web. Medidas de qualidade para a Web. Riscos do projeto. Controle de Avanços. Estimativa de custos. Metodologias ágeis e aplicativos Web.
    TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO
    Linguagem de Marcada Extensível (XML). Serviços Web (Web Services).
    APLICATIVOS
    Sistemas de Gestão de Conteúdos (CMS). Portais Web. Sistemas de Comércio Eletrônico. Fornecedores de Serviços e Aplicativos (Application Service Provider - ASP).
    TENDÊNCIAS
    Computação em rede (Grid Computing). Computação na nuvem (Cloud Computing). Execução Assincrônica e Pedidos XML (AJAX). Web Semântica. Aplicativos Web para celulares.
  4. Análise e Desenho Integral de Sistemas e Requerimentos

    A disciplina expõe uma visão integral do estudo dos sistemas organizacionais a partir de todas as dimensões da análise e do desenho: por um lado, dos sistemas até os requerimentos e, por outro lado, da óptica organizacional até o nível de detalhe dos dados.

    ANÁLISE ORGANIZACIONAL
    Análise de sistemas e de estruturas. Produtos informáticos em um contexto organizacional
    ANÁLISE INFORMÁTICA
    A Análise nos paradigmas de desenvolvimento. A Análise nos processos de software. Tipos de Análise informáticas. Do Desenho do projeto ao Desenho da solução, passando pela análise.
    TIPOS DE ANÁLISE
    Análise Organizacional. Análise estrutural. Análise dinâmica. Análise funcional. Integração de análise. Outras ferramentas e análise.
  5. Modelamento de Dados e Concepção de Bases de Dados

    Esta disciplina apresenta os conceitos de base de dados e o mecanismo de modelamento. Do mesmo modo, incide no modelo relacional como uma ferramenta de modelamento apoiado no modelo DER (Diagrama Entidade Relação) e a utilização de tipos e subtipos como unidades básicas de informação. Otimiza-se o armazenamento de informação com a normatização de dados, até evitar a redundância.

    INTRODUÇÃO À BASE DE DADOS
    Dado versus Informação. Modelos gerais de sistemas de dados.
    CONCEITOS GERAIS
    Modelos de Dados. Sistemas Manejadores de Base de dados (DBMS).
    DESENHO CONCEITUAL
    Fases no desenho de base de dados. Modelamento Conceitual. Modelo Entidade Relação (DER Estendido). Modelamento usando Modelo ER. Modelo Relacional.
    MANEJO RELACIONAL DE DADOS 
    Restrições de Integridade. Criação e Modificação de Relações. Álgebra Relacional. SQL. Cálculo Relacional.
    DESENHO DE BASE DE DADOS RELACIONAIS
    Conceitos Gerais. Tips para desenho de esquemas. Dependências Funcionais. Normalização. Algoritmos de desenho. Dependências multiavaliadas e quarta forma normal. Outras dependências e formas normais.
    ARQUITETURA DOS MANEJADORES DE BASE DE DADOS
    Processamento de Consultas e Otimização. Algoritmos básicos para o processamento de consultas. Processamento de Transações. Conceitos de transações. Propriedades de transações. Controle de Concorrência. Recuperação.
  6. Gestão e Segurança de Redes

    A disciplina prepara para utilizar a ferramenta adequada, em cada circunstância, para realizar uma gestão de Redes segura e ideal. Dentro do correto funcionamento, a identificação os riscos da informação e a segurança do sistema são de vital importância.

    SEGURANÇA DE REDES
    Introdução. Segurança da Informação. Ameaças. Mecanismos de segurança. Padrões de Controle de acesso. Planejamento e administração de sistemas seguros. Trusted Computer System Evaluation Criteria (TCSEC). Information Technology Security Evaluation Criteria (ITSEC) Common Criteria for Information Technology Security Evaluation (DC). Comunicações e segurança em redes. Código malicioso. Criptografia. Ferramentas de segurança.
    GESTÃO DE REDE
    Áreas de aplicação. Centros de Gestão de Rede e gestão integrada. Modelos de gestão. Modelo de informação. Modelo de comunicações. Monitoramento remoto de redes (RMON).
  7. Gestão de Bases de Dados e Recursos de Informação

    A disciplina introduz os conceitos e soluções que um Administrador de Tecnologias da Informação deve conhecer para obter uma gestão adequada da informação em sua Organização como parte de um projeto de Engenharia de Software.

    GESTÃO TECNOLÓGICA DA INFORMAÇÃO
    Introdução. A Informação. A Gestão do Conhecimento. A Informação como recurso. Os Sistemas de Gestão de Base de dados.
    DEFINIÇÃO DO TRABALHO DO ADMINISTRADOR DE BASE DE DADOS
    Introdução. Administração de Base de Dados, Dados e Sistema. Tarefas do Administrador de base de dados. Tipos de Administradores de Base de dados. O Administrador de Base de dados na Organização.
    DEFINIÇÃO DO AMBIENTE DE BASE DE DADOS
    Introdução. Definição da Estratégia. Instalação do Servidor de Base de dados. Atualizações do Servidor de Base de dados. Definição de padrões.
    MODELAMENTO DE DADOS
    Introdução. Componentes de um Modelo de Dados. Fases do Desenho de Modelos de Base de dados. Normatização.
    DESENHO DE APLICATIVOS COM ACESSO À BASE DE DADOS
    Introdução. SQL. Definição de Transações. Bloqueios.
    INTEGRIDADE DE DADOS
    Introdução. Integridade Estrutural. Integridade Semântica.
    DISPONIBILIDADE DA INFORMAÇÃO
    Introdução. Custo do Downtime. Problemas de Disponibilidade. Seguro da disponibilidade.
  8. Processo de Negócio de Software

    A disciplina apresenta o conceito e noção de Processo de Software, entendido como uma ferramenta organizacional e um sinal de maturidade organizacional de unidades informáticas, a fim de interpretar o processo de software como uma unidade de negócios empresarial. O processo de software apresenta-se vinculado aos tradicionais paradigmas de software amplamente utilizados no planejamento de projetos informáticos e igualmente está associado a conceitos de projetos de software. Por último, relaciona-se o processo de software com a estrutura de um escritório de projetos como uma instância de gestão organizacional do conhecimento associado às atividades de software em uma organização. Conceitos e características essenciais de um processo de software.

    CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DE UM PROCESSO DE SOFTWARE
    Conceito de processo. A qualidade e o risco como eixos do processo. Os processos de apoio organizacional: SCM e SEPG. Ferramentas CASE e ambientes de trabalho. Modelos de processos de software e de melhorar de qualidade (CMM, CMMI, SPICE, Trillium, etc.).
    PARADIGMAS E PROCESSOS DE SOFTWARE
    Processo de software e sua relação com a Engenharia de Software. A mudança em um paradigma sob a direção de um processo de software.
    PROJETOS E PROCESSOS DE SOFTWARE
    Processo de software e sua relação com a Gestão de Projetos. A mudança no desenvolvimento de software da gestão de projetos.
    ESCRITÓRIO DE PROJETOS E PROCESSOS DE SOFTWARE
    O escritório de projetos como unidade estratégica organizacional. O escritório de projetos de software como motor da mudança organizacional. Ferramentas para um Escritório de Projetos.
  9. Business Intelligence e Gestão Documental

    A disciplina prepara para conhecer o campo da Inteligência de Negócios em seus aspectos técnicos e de negócios, para em seguida terminar com uma revisão do impacto no manejo da informação e de conteúdos documentais.

    DOS DADOS À INFORMAÇÃO
    Introdução. Definição do Business Intelligence. A problemática atual do acesso à informação. A evolução dos sistemas de informação. Necessidade dos sistemas do Business Intelligence. Condições para adotar um sistema do Business Intelligence. Requerimentos básicos de um sistema do Business Intelligence. Custos e benefícios de implementar um sistema do Business Intelligence.
    ARMAZENAGEM DE INFORMAÇÃO: FUNDAMENTOS DO DATAWAREHOUSING
    Introdução. Definição de um datawarehouse. Características dos dados contidos em um datawarehouse. Datamarts. O catálogo de um datawarehouse. Alinhamento da tecnologia com os objetivos de negócio. Critérios tecnológicos.
    DATAWAREHOUSE (I): FERRAMENTAS DE VERIFICAÇÃO
    Introdução. Sistemas de suporte à decisão. Ferramentas de consulta e relatório. Ferramentas de análise multidimensional.
    DATAWAREHOUSE (II): TÉCNICAS PARA A DESCOBERTA DE INFORMAÇÃO
    Descoberta de informação e mineração de dados. Dos dados às decisões. Verificação de hipótese frente a descobrimento de informação. O processo genérico de mineração de dados. Operações de mineração de dados. Técnicas de mineração de dados. Agentes que intervêm em um projeto datamining. Metodologias de desenvolvimento para os projetos de datamining. Aplicativos de mineração de dados.
    ACESSO E RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO TEXTUAL
    A problemática do acesso da informação na Internet. Mecanismos de busca na Internet. Possíveis soluções. Que atrai as empresas para a mineração de textos? Cenários de trabalho e principais operações de mineração de textos. Ferramentas de análise de textos. Mecanismos avançados de busca. Recopilações de informação na Internet.
  10. Integração dos Sistemas de Gestão Empresarial

    A disciplina prepara para adquirir uma visão ampla do conceito e noção de integração empresarial mediante a informação revisando a integração do aspecto organização e tecnológica, e os conceitos essenciais da integração baseada nos TICs como ERP, SCM e CRM.

    VISÃO ORGANIZACIONAL DA INTEGRAÇÃO: FORNECIMENTOS, CLIENTES E SISTEMAS
    Introdução. Fundamentos. Cadeia de valor. Exemplo de Integração de Cadeias de Fornecimentos. Reflexões.
    VISÃO TECNOLÓGICA DA INTEGRAÇÃO: ASPECTOS CONCEITUAIS DE INTEGRAÇÃO E-BUSINESS
    Importância do e-business. Mudança organizacional. Estratégia do negócio. E-Business: implementação. Business Engineering.
    SISTEMAS DE PLANEJAMENTO EMPRESARIAL (ERP)
    Aspectos conceituais. Integração na gestão da informação. Integração dos ERPS. Seleção do fornecedor. Impacto estratégico no retorno do investimento. Implementação. Desafio estratégico aos ERP. Principais fabricantes espanhóis.
    GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ERA DIGITAL
    Introdução. A mudança nas empresas. Gestão de Recursos Humanos. A tecnologia na gestão do Recurso Humano.
    GESTÃO DAS RELAÇÕES DE FORNECEDORES (SCM)
    Introdução. A cadeia de fornecimentos. Definição. Gestão da cadeia de fornecimentos. Colocação em andamento do SCM no e-business. Reflexões.
    GESTÃO DE RELAÇÕES DOS CLIENTES (CRM)
    Introdução. Aspectos conceituais. Estratégia. Implementação. Seleção do fornecedor. Integração. Fabricantes. CRM e comércio eletrônico: E-CRM.
    ANEXO: MODELO BÁSICO DE UM SOFTWARE ERP
  11. Direção e Gestão de Projetos Tecnológicos

    Esta disciplina apresenta práticas ideais de gestão de projetos tecnológicos para projetos de engenharia de software a partir de um paradigma que une a visão de negócios com a visão tecnológica, e tomando como base, por um lado, o PMBOK como fonte de boas práticas de gestão e, por outro lado, a engenharia de software, como fonte de boas práticas vinculadas a projetos de software.

    TEORIA DO PROJETO TECNOLÓGICO
    Projetos: uma visão teórica. Teoria de Projetos. Teoria do projeto tecnológico. 
    GESTÃO DE PROJETOS
    Noção de gestão de projetos. A gestão de projetos segundo o PMBOK. Modelos de Maturidade de Gestão de Projetos. Marcos de referência de melhores práticas de gestão. 
    ENGENHARIA DE SOFTWARE E GESTÃO DE PROJETOS
    Análise de projetos por tipo de dimensão. O problema do desenvolvimento informático. 
    METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS TECNOLÓGICOS
    Definir a estratégia. Definir a aplicação e-business. Desenvolvimento e desdobramento. Uso e evolução. Exemplo. Soluções e-business.

Observação: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla. Doutor Engenheiro em Eletrônica, pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Eletrônica pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Ramón Llull, Espanha. Coordenador da Área P D i – Área de Projetos, FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos. 
  • Ms. Angélica Agudelo Reina. Mestrado e Pós-graduação em SAP MM e SD (Materials Management – Sales and Distribution). Ampla experiência em consultoria funcional de ERP’s em diferentes setores da indústria, e em análise de operações industriais. Coordenadora Acadêmica do Programa Mestrado em Direção Estratégica de Tecnologias da Informação e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dra. Isabel De La Torre Díez. Doutora em Telecomunicações pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de Valladolid em temáticas vinculadas a serviços telemáticos, base de dados, business intelligence. Pesquisador Pós-doutoral sobre Informática Biomédica.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez. Engenheiro Superior de Telecomunicação e de Gestão de RH. e Ciências Empresariais - MBA IESE. Mestrado em Redes e Serviços avançados em Internet pela Universidad Politécnica de Madrid. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado. Doutora em Telecomunicações pela Universidad del País Vasco. MSc. in Management of Manufacturing Systems pela Universidad de Cranfield, Inglaterra. Experiência em Projetos P D i. Professora da Universidad del País Vasco. 
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutor Engenheiro pela Universidad Politécnica de Cataluña e MBA pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • DraIzel Marez. Doutora em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  •  Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De Abajo. Doutora pela Universidad de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria do Sinal, Comunicações e Eng. Telemática, da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos pela Universidad Politécnica de Cataluña, Espanha. Mestrado em Gerenciamento de Projeto e de Desenho pela Politécnica de Milão, Itália. Professor da Universidad de Buenos Aires, Argentina. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Diretor Acadêmico da Área de Meio Ambiente da Fundación Universitaria Iberoamericana. 
  •  Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos. 
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz. Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  •  Dr. (c) Saúl Domingo Soriano. Doutor candidato pela Universidad de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER. 
  • Dra. (c) Gabriela Larrea Madinyá. Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Direção Estratégica pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em estratégias de comunicação e comercialização aplicando novas tecnologias.
  •  Ms. Pedro Chávez Chiclayo. Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidad Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Master in Computer Science na Universidade Estatal de Campinhas em São Paulo (Brasil).
  •  Ms. Virginia Saman. Engenheira em Informática de Gestão da Universidad Santa María de Chile Campus Guayaquil. Mestrado em Logística (França). 

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal da FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário fornecer alguma informação adicional.

Uma vez recebida a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.