Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação

Apresentação do Programa

A inovação em negócios exige a moderna gestão empresarial e a imanente existência da internet e da sociedade global, demanda que empresas, organizações, instituições e atividades cotidianas estejam conectadas ao espaço das TICs a fim de promover inovações organizacionais tecnológicas, comerciais, financeiras, entre muitas outras.

Isto conduziu a um quadro, hoje, de empresas informatizadas que precisaram passar por complexos processos de mudança que incluíram digitalizar e virtualizar processos de negócios, dando lugar a novas formas e modos de trabalho.

O programa do Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação tem como foco o desenvolvimento de conceitos e habilidades para formar pessoas capazes de responder e dar soluções a estas empresas e a esta evolução.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática do desenho dos conteúdos permite dirigir o Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação a profissionais de diversas titulações (engenheiros, médicos, advogados, licenciados, entre outros) que desejam adquirir os conhecimento, as habilidades e as capacidades necessárias para gerenciar um posto de Direção de Sistemas e TIC, dirigir um projeto de mudança organizacional usando TICs ou que desejam assessorar empresas que buscam responder à competitividade dos novos negócios.

O programa busca formar pessoas que vinculem as estratégias dos negócios com os desenvolvimentos tecnológicos, que aproximem a tecnologia das necessidades das diversas áreas empresariais para alcançar os objetivos estratégicos e que impulsionem as estratégias a partir das TICs.

Por sua orientação executiva, o Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação se compromete com a formação de profissionais dinâmicos, criativos e motivados por planejar, melhorar e/ou liderar projetos de empresas engatilhados pelas TICs.

Avaliar-se-á no candidato:

  • Experiência no uso das TICs em funções e setores empresariais.
  • Interesse por analisar e avaliar a mudança nas organizações afetadas pelas TICs.

Titulação

Ao finalizar o programa com êxito, o aluno receberá o diploma expedido pela Universidade em que tenha se matriculado sob o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

O tempo máximo de que se dispõe para concluir o Programa é de 24 meses. Neste período de tempo, o aluno deve superar com êxito todas as atividades avaliativas e a Dissertação de Master ou Tese de Grau.

Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, o programa dispõe de uma duração mínima de 18 meses.

Por ser um programa a distância e não estar sujeito a classes presenciais, não se fixa uma data específica de início do curso, de maneira que o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento sempre que haja vagas disponíveis.

A estrutura de créditos do Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação é a seguinte:

PARTES CRÉDITOS
1a Parte: FASE PRÉVIA 14 créditos acadêmicos
2a Parte: FASE OFICIAL 66 créditos ECTS1
3a Parte: A Fase Oficial compõe-se de: 11 disciplinas obrigatórias 50 créditos ECTS
4a Parte: Práticas Externas 6 créditos ECTS
5a Parte: Dissertação de Máster 10 créditos ECTS

1. A equivalência em créditos pode variar segundo a universidade titulante. Um (1) crédito ECTS (European Credit Transfer System) equivale a 25 horas. Se o aluno cursa o programa matriculado em uma universidade não pertencente ao Espaço Europeu de Educação Superior (EEES), a relação entre créditos e horas pode variar.

Objetivos

  • Integrar tecnologias, aplicações e serviços próprios das TIC a ambientes de trabalho empresarial e multidisciplinares.
  • Automatizar a gestão corporativa aplicando conceitos e técnicas de integração de sistemas e seus mecanismos de implantação e integração organizacional.
  • Dirigir sistemas, serviços e instalações informáticas, utilizando ferramentas e técnicas estratégicas, proporcionando e alinhando a visão de TI com plano estratégico de negócios.
  • Criar e implementar um projeto de TIC.
  • Elaborar e desenvolver um plano estratégico focado em um modelo funcional de gerência de recursos humanos e técnicos.
  • Dirigir e gerenciar projetos tecnológicos de integração, desenvolvimento e inovação, com critérios de qualidade e garantias de segurança para pessoas e bens.
  • Administrar as ferramentas e serviços TIC da empresa, integrando aos mesmos os conceitos de BI, datawarehousing e datamining para a tomada de decisões.
  • Implantar soluções e-commerce e estratégias de mídias sociais segundo as estratégias da organização e atendendo critérios de eficiência, qualidade, padrões e modelos de boas práticas.
  • Adaptar os produtos, serviços e processos da organização em função das novas tecnologias disponíveis.
  • Analisar a situação atual da organização e estabelecer melhorias em seus processos através do uso de ferramentas TIC. Compreender e saber aplicar o funcionamento e a organização das tecnologias das nova geração, software intermediário e serviços.
  • Administrar e avaliar mecanismos de certificação e garantia de segurança no tratamento e acesso à informação em um sistema de processamento local ou distribuído.
  • Analisar as necessidades de informação originadas em um contexto e conhecer o processo de construção de um sistema de informação.
  • Avaliar servidores e aplicações adequados para ambientes empresariais.
  • Analisar e propor soluções de trabalho mediante tecnologias de gestão de conhecimento.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa do Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação são:

  • Gerencia de um departamento, área, função, etc., de sistemas ou novas tecnologias.
  • Diretor de projetos de negócios tecnológicos.
  • Diretor de projetos de negócios baseados em tecnologias.
  • Assessor externo ou consultor empresarial em estratégias de mudanças baseadas em TICs.

Plano de estudos

Master Universitario em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação possui uma estrutura curricular baseada em 2 partes formativas:

  • 1a PARTE: FASE PRÉVIA

A Fase Prévia orienta-se à aprendizagem daqueles conhecimentos, habilidades e atitudes que são necessários para um aproveitamento ideal do Master, em sua Fase Oficial. Composto por disciplinas focadas em temas que se consideram precedentes ou constituem uma base necessária para a compreensão dos temas da Fase Oficial. Por isso, também costumam ser identificados como Requesitos Prévios.

As disciplinas da Fase Prévia apresentam-se na seguinte tabela:

  • 2a PARTE: FASE OFICIAL

A Fase Oficial orienta-se à aprendizagem daqueles conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem obter uma formação avançada e orientada à especialização profissional no campo da Direção Estratégica em Tecnologias da Informação.

As disciplinas e os créditos ECTS correspondentes à Fase Oficial são apresentados na seguinte tabela:

Descrições dos Cursos

1a PARTE: FASE PRÉVIA

  1. INOVAÇÃO, CULTURA E GESTÃO DO TRABALHO NA SOCIEDADE DA COMUNICAÇÃO

    Nesta disciplina compreende-se e reflete-se sobre o papel inovador das tecnologias na sociedade contemporânea.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    INOVAÇÃO: FUNDAMENTOS CONCEITUAIS E TEÓRICOS
    Schumpeter e a economia da inovação. Inovação: aspectos conceituais (noção, tipos, inovação e mudança, quebrando mitos ou histórias de inovações). Inovação em contexto (Garantias da inovação: agentes de inovação e curvas de difusão, Motores da inovação: inovadores e empreendedores, Estratégia de inovação: estratégias para tecnologias inovadoras emergentes, Operadores da inovação).
    CULTURA DO TRABALHO
    As bases da mudança (O paradigma da tecnologia da informação, O surgimento de uma nova economia, Cultura, instituições e organizações da economia informacional). A mudança na cultura do trabalho (Evolução do trabalho na nova era tecnológica, A evolução da estrutura do emprego, A tecnologia da informação e o trabalho, ideais da inovação, e comunidades de prática).
    GESTÃO DO TRABALHO
    O trabalho no campo da informação (características do processo de trabalho informacional. A nova relação entre capital e trabalho. Transformação de trabalho: individualização e flexibilidade). Teletrabalho (Tipos de teletrabalho. Teletrabalho e organizações. Benefícios obtidos a partir do Teletrabalho).
  2. GESTÃO SEM DISTÂNCIAS

    Nesta disciplina, o estudante é apresentado aos conceitos e técnicas do e-Management, e compreende o significado, a natureza e o alcance da função de gestão e da direção sem distâncias em/de projetos e empresas.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    SUPERANDO AS DISTÂNCIAS
    Contexto da Gestão e Direção sem Distâncias (definição, NTIC, Infraestrutura para o e-Management). Âmbitos de Gestão e Direção com Distâncias (Cooperação, Outsourcing, Cosourcing, Off-Shore, Teletrabalho, Outplacement/Inplacement). Modos de gestão e direção para poupar distâncias (presencial, semipresencial, não presencial, virtual).
    A GESTÃO SEM DISTÂNCIAS NO DISCURSO ORGANIZACIONAL
    Modelos de maturidade de implantação de estratégias de externalização mediante o uso de tecnologias de informação e comunicação (implantação, Modelo de Capacidade de Maturidade, Evolução da Maturidade). Áreas envolvidas na gestão e direção sem distâncias (Gestão e Direção de Projetos, Gestão e Direção de funcionalidades, Gestão e Direção Geral de Empresas).
    SISTEMAS TELEMÁTICOS PARA GESTÃO E DIREÇÃO SEM DISTÂNCIAS
    Sistemas Telemáticos para Gestão e Direção (STGD). STGD de projetos. STGD de funcionalidades. STGD geral de empresas.
  3. SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DA MUDANÇA

    Nesta disciplina, contextualiza-se a gestão da mudança cultural e tecnológica, proporcionando as bases e fundamentos para o trânsito para a Sociedade da Informação e do Conhecimento e suas consequências organizacionais na administração empresarial.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: MUDANÇA GENERALIZADA
    Trânsito para a sociedade da informação (tendências e efeitos, transição e quadro conceital). Economia da informação (Antecedentes e características). Impactos da mudança (novos setores industriais, novas estratégias competitivas, novas estruturas organizacionais).
    ADEQUAÇÃO ORGANIZACIONAL À MUDANÇA: GESTÃO DA MUDANÇA CULTURAL E TECNOLÓGICA
    Inovação como proposta de adequação. Culturas e organizações inovadoras. Visão da organização do ponto de vista da informação (A organização aprendiz, Implantação e integração das tecnologias da informação como um processo de aprendizagem organizacional, Estratégia de competitividade baseada no binômio tecnologias da informação/informação, Análise da organização do ponto de vista da informação, Nascimento e consolidação de uma nova cultura nas organizações).
    DA SOCIEDADE REDE ATUAL À SOCIEDADE DA MUDANÇA
    Internet e economia em rede (dados, história e aspectos tecnológicos da internet, leis, características e implicações da economia em rede). Em direção à economia do conhecimento (Economia do conhecimento, O conhecimento como valor organizacional, Impactos da gestão do conhecimento no âmbito das organizações). Impacto da gestão do conhecimento nas organizações (Economia do conhecimento, O conhecimento como valor organizacional, Impactos da gestão do conhecimento no âmbito das organizações). Globalização e sociedade da informação (Da comunicação à alfabetização digital, A regulação da rede global).
    POR UMA ADMINISTRAÇÃO ABERTA (ANEXO)
    Conceitos básicos sobre a Sociedade da Informação. Situação do Estado ante a Sociedade da Informação. A administração aberta: As TICs nos processos administrativos. Por uma Sociedade da Informação Sustentável.
  4. AMBIENTES VIRTUAIS DE TRABALHO COLABORATIVO

    Esta disciplina ensina o conceito e as tecnologias associadas ao trabalho colaborativo da gestão de equipes organizacionais à gestão de equipes a distância midiatizadas pelos entornos virtuais.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    CONCEITOS ESSENCIAIS: DO AMBIENTE VIRTUAL AO AVTC.
    A interação entre pessoas. Ambientes virtuais e AVTC. Colaboração, cooperação e trabalho compartilhado. Construtivismo e construcionismo: uma base de aprendizagem ativa. Cognoscitivo versus Cognitivo.
    EM DIREÇÃO AO UM AVTC: BASES PARA CONSTRUIR UM AMBIENTE VIRTUAL.
    Introdução. Abordagens socioculturais da aprendizagem como base do trabalho na sociedade contemporânea. Pensamento crítico como base do processo de resolução de problemas entre pessoas. Dinâmicas de grupo como sustento de organizações entre pessoas. Modelos tecnológicos de compartilhamento, colaboração e cooperação.
    TECNOLOGIAS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM AVTC.
    CSCW e CSCL. Tecnologia groupware. Soluções e tecnologias para o trabalho compartilhado no AVTC (Sistemas proprietários e abertos, casos: BSCW, Moodle, Facebook, e Gmail).
  5. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

    Esta disciplina familiariza o aluno com o contexto científico da pesquisa e suas exigências conceituais e metodológicas. Apresenta as diversas etapas de um processo de pesquisa, favorecendo o desenvolvimento de habilidades e destrezas no planejamento metodológico do Projeto Final ou Dissertação de Master, assim como na elaboração de um relatório ou memória de pesquisa.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    ASPECTOS EPISTEMOLÓGICOS DA PESQUISA CIENTÍFICA.
    O que é a epistemologia? O que é um paradigma? Conhecimento e ciência. Concepção empírico positiva. Concepção hermenêutica ou interpretativa. Poiesis e praxis: uma chave na compreensão dos paradigmas.
    O PROCESSO DE PESQUISA CIENTÍFICA.
    Etapas do caminho. Como iniciar uma pesquisa? O projeto: ponto de partida. Escolha do tema. Formulação do problema. Formulação das perguntas de pesquisa. Definição de objetivos. Elaboração de hipótese. Justificação da pesquisa. Definição do título.
    CONSTRUÇÃO DO QUADRO TEÓRICO.
    O que é um quadro teórico? Revisão da bibliográfica: documentação e busca de informação. O que procurar?: fontes primárias, secundárias e terciárias. Onde procurar?: localização virtual e/ou física. Que literatura consultar em profundidade?: critérios para a seleção. Como ler textos acadêmicos?: estratégias para a leitura e compreensão de textos escritos. Reproduzir / compreender um texto: mais além do tudo ou nada. Conselhos úteis para a leitura de textos acadêmicos. Como registrar a informação? Elaboração do quadro teórico: orientações.
    ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA METODOLÓGICA.
    Definição do tipo de projeto de pesquisa. Classificação das variáveis. Definição operacional da variável. A amostragem. Técnicas e instrumentos de coleta de dados. A observação participante. Grupo nominal. Técnica Delphi. Entrevista em profundidade. Grupos de discussão. História de vida. Procedimentos para a análise dos dados. Análise qualitativa dos dados. Análise de conteúdo. Análise do discurso.
    O RELATÓRIO DE PESQUISA.
    Partes de um relatório de pesquisa escrito. Aspectos formais na redação de trabalhos científicos. A composição de textos escritos: o processo de escrita. Questões textuais. Propriedades textuais básicas. Normas internacionais de citações bibliográficas. Normas gerais para citações no texto. Referências bibliográficas ao final do texto. Alguns critérios para autoavaliar um relatório de pesquisa.

2a PARTE: FASE OFICIAL

  1. DIREÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

    Esta disciplina se enfoca no pensamento estratégico aplicado à direção e oferece um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo inerente aos entornos instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO UM MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento estratégico e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico validado internacionalmente. A matriz SWOT como um valioso instrumento do planejamento estratégico.
    A IMPLANTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Elaboração de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medida. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
  2. REENGENHARIA, ESTRATÉGIA E DIREÇÃO DE SISTEMAS E TICS

    Nesta disciplina se compreenderá o papel organizacional das TICs, desde seu reposicionamento estratégico dentro da reengenharia organizacional, até sua gestão estratégica como recurso empresarial.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E ORGANIZAÇÕES
    Apresentação. Sistemas de Informação (funções, componentes e classificação). SI nas organizações (papel e classificação). SI para a direção. Impacto das TICs no desenho de um negócio.
    ESTRATÉGIA PARA S/TI
    Introdução. Direção e Planejamento Estratégico de S/TI. Ferramentas de análise (Fatores críticos de êxito, Maturidade tecnológica da organização, Mudança organizacional, Benefícios e Custos da Mudança, Avaliação da Implantação).
    DIREÇÃO DE S/TI
    Introdução. Gestão Funcional dos SIs. Alternativas estratégicas de desenvolvimento. Formas de organização da função SI.
    REENGENHARIA
    Introdução. Conceito. Gestão e Reengenharia. Aplicações. Casos de êxito.
  3. DIREÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS TIC

    Esta disciplina apresenta boas práticas de gestão de projetos tecnológicos para negócios eletrônicos a partir de um paradigma que une a visão de negócios com a visão tecnológica. Toma como base, por um lado, o PMBOK como fontes de boas práticas de gestão e, por outro, a engenharia de software como fonte de boas práticas vinculadas aos projetos TIC.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    TEORIA DO PROJETO E-BUSINESS
    Projetos: uma visão teórica. Teoria de Projetos. Teoria do projeto e-business.
    GESTÃO DE PROJETOS
    Noção de Gestão de Projetos. A gestão de projetos segundo o PMBOK. Modelos de Maturidade de Gestão de projetos.
    ENGENHARIA DE SOFTWARE E GESTÃO DE PROJETOS
    Análise de projetos por tipo de dimensão. O problema do desenvolvimento em informática (problemas, causas, maneiras de evitar).
    METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO E-BUSINESS
    Definição da estratégia. Definição da aplicação e-business. Desenvolvimento e desdobramento. Uso e evolução. Exemplo. Soluções e-business.
  4. BUSINESS INTELLIGENCE

    Esta disciplina permite conhecer o campo da Inteligência de Negócios em seus aspectos técnicos como de negócios, para em seguida terminar com uma revisão do impacto no manejo da informação e de conteúdos documentais.

    Algunos temas que se abordan en la asignatura son:

    DOS DADOS À INFORMAÇÃO
    Introdução. Definição de Business Intelligence. A problemática atual do acesso à informação. A evolução dos sistemas de informação. Necessidade dos sistemas de Business Intelligence. Condições para adotar um sistema de Business Intelligence. Requerimentos básicos de um sistema de Business Intelligence. Custos e benefícios de implementar um sistema de Business Intelligence.
    ARMAZÉNS DE INFORMAÇÃO: FUNDAMENTOS DO DATAWAREHOUSING
    Introdução. Definição de um datawarehouse. Características dos dados contidos em um datawarehouse. Datamarts. O catálogo de um datawarehouse. Alineamento da tecnologia com os objetivos de negócio. Critérios tecnológicos.
    DATAWAREHOUSE (I): FERRAMENTAS DE VERIFICAÇÃO À
    Introdução. Sistemas de suporte à decisão. Ferramentas de consulta e informes. Ferramentas de análise multidimensional.
    DATAWAREHOUSE (II): TÉCNICAS PARA O DESCOBRIMENTO DE INFORMAÇÃO
    Descobrimento de informação e mineração de dados. Dos dados às decisões. Verificação de hipótese ante o descobrimento da informação. O processo genérico de mineração de dados. Operações de mineração de dados. Técnicas de mineração de dados. Atores que intervêm em um projeto datamining. Metodologias de desenvolvimento para os projetos de datamining. Aplicações de mineração de dados.
    ACESSO E RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO TEXTUAL
    A problemática do acesso da informação na internet. Mecanismos de busca na internet. Possíveis soluções. Que atrai as empresas à mineração de textos? Cenários de trabalho e principais operações de mineração de textos. Ferramentas de análise de textos. Motores de busca avançados. Recopilações de informação na internet.
  5. GESTÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS

    Esta disciplina oferece uma visão global do papel do diretor de Recursos Humanos no século XXI, abrangendo as áreas de atividade da gestão e da integração à estratégia empresarial. Assim faz uma panorâmica dos efeitos da globalização nos RRHH, das novas tecnologias na Gestão de RRHH e dos Sistemas de controle de Gestão de RH.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
    Introdução. Estratégia Organizacional. Direção estratégica e mudança. Direção Estratégica e seus processos fundamentais. Traços e tendências da atual GRH. Necessidade do modelo funcional de GRH. Exercícios.
    GRH: TECNOLOGIA PARA SEU DIAGNÓSTICO, PROJEÇÃO E CONTROLE
    Introdução. Tecnologia para o diagnóstico, projeção e controle da GRH. Características da força de trabalho. Tecnologia das Tarefas. Grupos de interesses, políticas e resultados. Exercícios.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH E OTIMIZAÇÃO DE PLANILHAS
    Introdução. O processo Integrador e Sistêmico do planejamento de RH. Determinação e Otimização de planilhas. Indicadores tangíveis e intangíveis. Auditoria ou quadro de direção integrada na GRH. Exercícios.
  6. TÉCNICAS DE DIREÇÃO E LIDERANÇA ORGANIZACIONAL

    Esta disciplina apresenta e se aprofunda nos estilos de liderança e direção, sua relação, diferenças, importância e enfoques teóricos, bem como as competências e habilidades necessárias para seu exercício.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    INTRODUÇÃO À IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA E DA DIREÇÃO EMPRESARIAL
    Introdução. O principal recurso humano: as pessoas. A personalidade: integração das esferas cognitiva e afetiva. Esfera cognitiva. Esfera afetiva. A direção e a psicologia social. Que é liderança? Que é um líder? Características dos líderes. Classificações de líderes. Funções do líder. Definição, diferenças e funções do líder e do diretor. A cultura empresarial, valores e os processos de mudança. Importância da liderança organizacional.
    ENFOQUES TEÓRICOS NO ESTUDO DA DIREÇÃO E DA LIDERANÇA, SUA EVOLUÇÃO
    Introdução. Pré-história da liderança. A revolução industrial. A escola clássica da organização científica- líder autoritário. Escola das relações humanas - líder democrático. Modelo burocrático-líder carismático. Líder fatores sociais. A teoria behaviorista- teoria traços - líder qualidades psicológicas. O desenvolvimento organizacional - líder grupal. Direção participativa. Escola sistêmica da administração-teorias da contingência. Líder orientado à tarefa e às relações. Teoria situacional da liderança de P. Hersey e K. Blanchard. Teoria da contingência. Teoria da contingência de Fiedler. Teoria trajetória-meta. Teoria normativa de V. Vroom e P. Yetton. Teoria Z. Teoria Alpha. Direção estratégica - mudança por valores - competências. Liderança transformacional ou carismática. Liderança transcendente. Liderança ressonante. Exercícios.
    ESTILOS DE LIDERANÇA
    Introdução. Definições. Fontes e bases de poder. A autoridade. Autoridade, direção e poder. Estilo de liderança. Tipos de estilos de liderança clássicos. Liderança autocrática. Liderança democrática. Liderança laissez faire (em francês, quer dizer: deixar fazer) Outros tipos de liderança. Modelo R. Likert. Modelo de H. Leavitt. Modelo de P. Hersey e K. Blanchard. Modelo de V. Vroom. Liderança paternalista. Liderança pragmática. Liderança moralista. Liderança tecnocrática. Liderança coaching. Liderança filiada. Liderança coercitiva. Modelos de estilos de liderança contemporâneos. Princípios essenciais dos líderes na condução dos homens. Liderança eficaz. Exercícios.
    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LÍDER E DO DIRETOR
    Introdução. As competências e as habilidades do líder e do diretor. Enfoques das competências. Tipos de competências. Determinação das principais competências gerais no desenvolvimento da atividade profissional. Análise dos resultados de uma pesquisa comparativa de diretores turísticos líderes com não líderes quanto ao nível de desempenho. Avaliação das características pessoais. Chaves para a liderança contemporânea. Técnicas para o estudo das competências pessoais. Técnicas abertas. Tipos de personalidade. Técnicas e ferramentas para o trabalho do líder. Exercícios.
  7. TÉCNICA DE DIREÇÃO DE EQUIPES DE TRABALHO

    Esta disciplina mostra os elementos teóricos e práticos sobre os grupos e equipes de trabalho, suas características, técnicas e ferramentas para sua gestão eficaz.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    AS EQUIPES DE TRABALHO
    Expor e argumentar as principais considerações teóricas que sustentam o trabalho em equipe. Aplicar criativamente a sua equipe estas considerações na prática cotidiana. Transformar sua equipe até que chegue a ser considerada eficiente e autodirigida. Interpretar e pôr em prática as regras de trabalho em equipe, bem como chegar ao consenso.
    PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR AS EQUIPES
    Expor e argumentar as reflexões-chave nas quais estão baseadas o trabalho das redes sociométricas. Aplicar criativamente a sua equipe uma metodologia validada para as reuniões e sessões de trabalho em equipe. Implantar no raio de ação as ferramentas estudadas para obter a eficiência do trabalho em equipe. Interpretar e pôr em prática a direção por objetivos e por resultados.
    A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
    Aplicar as técnicas estudadas para garantir a qualidade da tomada de decisões. Treinar de forma prática nas diferentes técnicas que permitem gerar mais idéias e selecionar as melhores para serem implementadas. Cultivar sua criatividade e a da equipe.
  8. E-COMMERCE E MARKETING SOCIAL MEDIA 

    Esta disciplina mostra e aprofunda em dois temas essenciais e muito vinculados entre si: o comércio eletrônico (apresentado desde seus fundamentos conceituais até os tecnológicos) e as novas formas de marketing (apresentadas desde seus fundamentos até a mudança produzida pelas TIC e dão lugar ao marketing em ambiente informático). Conclui-se com uma metodologia que propõe uma estratégia de marketing em um espaço de comércio eletrônico.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    COMÉRCIO ELETRÔNICO
    e-Commerce: aspectos conceituais. Sociedade da Informação e internet: novos paradigmas. Generalidades sobre Comércio eletrônico. e-Commerce: TICs para o comércio eletrônico. Comunicações e Redes. Interfaces servidor e cliente. Tecnologias de pagamento eletrônico. e-Commerce: comércio eletrônico nas organizações: na administração (A2A, A2B, A2C), na empresa (B2A, B2B, B2C), no consumidor (C2A, C2B, C2C). e-commerce: aspectos de segurança (criptografia, assinaturas e certificados digitais, protocolos de segurança, arquiteturas).
    MARKETING
    Marketing e organização, política, gestão e direção comercial. Análise comercial e adaptação às mudanças do mercado. Função comercial. Técnicas de Marketing, venda e negociação comercial. Comércio eletrônico e marketing. Marketing internacional. Plano de ação comercial.
    METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO
    Introdução. Necessidade de uma metodologia. Metodologia de implantação.
  9. SEGURANÇA ELETRÔNICA E LEGISLAÇÃO

    Esta disciplina mostra a complexidade da natureza dos riscos associados na utilização geral e global da tecnologia da informação, tanto sob a perspectiva tecnológica como das possíveis responsabilidades legais derivadas do uso ilegal ou abusivo delas.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    CONFIANÇA, SEGURANÇA E SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
    Confiança e segurança da informação. Segurança de Informação e desenvolvimento econômico. Segurança, confiança e negócio eletrônico.
    TECNOLOGIA E ORGANIZAÇÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
    Mensuração do risco e gestão da segurança (MAGERIT). Salvaguardas gerais para a Informação. Mecanismos de controle de acessos e intrusões. Mecanismo de cifragem e negócio eletrônico. Assinatura digital. Infraestrutura de senha pública.
    A INFRAESTRUTURA PARA A CONSTRUÇÃO DE CONFIANÇA
    Avaliação e certificação de segurança das TIs. Reconhecimento internacional de avaliações e certificados de segurança de tecnologias. Avaliação e certificação da gestão da segurança nas organizações. Assinatura e comércio eletrônico europeus.
    QUADRO NORMATIVO E REGULATÓRIO DA SEGURANÇA E DO COMÉRCIO ELETRÔNICO. ASSINATURA DIGITAL, PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E DELITOS INFORMÁTICOS
    Privacidade, segurança e confidencialidade (os tópicos jurídicos do comércio eletrônico). Leis, recomendações e declarações no contexto da segurança e do comércio eletrônico. Leis de assinatura eletrônica no âmbito da UNCITRAL, da Comunidade Européia, da Espanha. Leis de assinatura eletrônica na América-latina. Leis de proteção de dados pessoais na Europa. Leis de proteção de dados pessoais na América-latina. Tipo de delitos informáticos: sanções penais às vulnerações em matéria de segurança de sistemas e confidencialidade da informação (delitos informáticos mais extensos, os diferentes tipos existentes, bem como as características). O papel das Administrações Públicas. Epílogo: o estrangeiro começa no escritório.
  10. SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL E SERVIÇOS CLOUD COMPUTING

    Esta disciplina dá uma visão ampla e extensa do conceito e noção de integração empresarial através da informação, revisando a integração a partir do aspecto organização e tecnológico, e os conceitos essenciais da integração baseada nas TICs como ERP, SCM e CRM.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    VISÃO ORGANIZACIONAL DA INTEGRAÇÃO: FORNECIMENTOS, CLIENTES E SISTEMAS
    Fundamentos. Cadeia de valor. Exemplo de Integração de Cadeias de Fornecimentos. Reflexões.
    VISÃO TECNOLÓGICA DA INTEGRAÇÃO: ASPECTOS CONCEITUAIS DE INTEGRAÇÃO E-BUSINESS
    Importância de e-business. Mudança organizacional. Estratégia do negócio. E-Business: implementação. Business enginering.
    SISTEMAS DE PLANEJAMENTO EMPRESARIAL (ERP)
    Aspectos conceituais. Integração na gestão da informação. Integração dos ERPS. Escolha do fornecedor. Impacto estratégico no retorno do investimento. Implementação. Desafio estratégico aos ERP. Principais fabricantes espanhóis.
    GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ERA DIGITAL
    Introdução. A mudança nas empresas. Gestão de recursos humanos. A tecnologia na gestão do recurso humano.
    GESTÃO DAS RELAÇÕES DE FORNECEDORES (SCM)
    Introdução. A cadeia de fornecimentos. Definição. Gestão da cadeia de fornecimentos. Execução do SCM no e-business. Reflexões.
    GESTÃO DE RELAÇÕES DOS CLIENTES (CRM)
    Introdução. Aspectos conceituais. Estratégia. Implementação. Escolha do fornecedor. Integração. Fabricantes. CRM e comércio eletrônico: e-CRM.
    ANEXO: MODELO BÁSICO DE UM SOFTWARE ERP
  11. GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

    Nesta disciplina, o objetivo geral é revisar detalhadamente o espectro de conceitos, instrumentos e tecnologias associadas à gestão do conhecimento e à aprendizagem organizacional.

    Alguns temas abordados na disciplina:

    NATUREZA E VALOR ORGANIZACIONAL DO CONHECIMENTI
    Fundamentos do conhecimento (definições, propriedades, classificações, conhecimento explícito versus tácito). A sociedade do conhecimento: uma evolução social. A dimensão organizacional do conhecimento (Modelo da Nonaka e Takeuchi, Características intrínsecas do conhecimento, Residencialidads e procedência do conhecimento). Informação versus conhecimento. Espirais de conhecimento. Medição do conhecimento (capital intelectual, inventário de conhecimento, modelos de medição de intangíveis, Modelo Intelect). KAM (Knowledge Assessment Methodology 2012).
    FUNDAMENTO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO
    As Tecnologias da Informação. Missões da Gestão do Conhecimento. Objetivos da Gestão do Conhecimento. Conclusões.
    GESTÃO DO CONHECIMENTO: TECNOLOGIAS E SISTEMAS
    Principais funções das ferramentas sob a visão centrada no conhecimento (armazenamento, distribuição). A modificação do conhecimento explícito. Classificação das ferramentas em função do processo de gestão de conhecimento (Gestão de documentos, Sistemas workflow, Portais corporativos e redes de conhecimento, Sistemas e-Learning, Sistema de trabalho colaborativo, Ferramentas do Business Intelligence)
    APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
    A nova cultura empresarial: a aprendizagem organizacional. O ativo e sua medição nas organizações. Medição do capital intelectual (Nonaka-Takeuchi, Edvinsson, Bueno, Sveiby, Balanced score card (Quadro de Comando Integral), Kaplan-Norton). Modelos de maturidade. Modelos de maturidade de capacidade (Software Capability Maturity Model -SW-CMM, SPICE, Bootstrap, Trillium). Modelos de maturidade de gestão de projetos (OPM3, Organizational Project Management Maturity Model, PMMM, Project Management Maturit yModel). Modelo de maturidade para pesquisa-ação em sistemas de informação. Modelos de maturidade de habilidade de mudança (Change proficiency maturity model). Modelos de maturidade de gestão do conhecimento.
    PARA NOVOS PARADIGMAS NA DOCÊNCIA E NA PESQUISA: E-LEARNING
    Introdução: a formação na sociedade do conhecimento. Para um novo modelo de ensino e aprendizagem (Tendências na formação, Novas vias de aprendizagem, Contribuições das tecnologias da informação a formação/aprendizagem, Redes de informação/formacção, Perspectivas de futuro, Docência e aprendizagem em um contexto rico em informação. Internet, o WWW como ferramenta educativa. Por um modelo baseado na Web para docência e aprendizagem. As provocações (Web e mudança, marco estratégico). As TICs na educação: notas das experiências (Aspectos positivos, Sobre materiais e recursos digitais, Sobre o 2.0: blogs, wikis e redes sociais, Sobre as redes sociais, Aspectos negativos, A formação on-line). As TICs na formação: provocações de gestão formativa e do processo de formação (funções, papeis e provocações das TIC na formação).
  12. PRÁTICAS EXTERNAS

    Esta disciplina tem o propósito de promover o treinamento e o desenvolvimento de competências gerais, específicas e/ou transversais do Master Acadêmico em curso. Consiste na realização de atividades profissionais em um contexto profissional autêntico.

    Para isso, designa-se um professor-tutor da Universidade e um tutor da instituição onde se realizam as práticas. Os dois tutores supervisionarão e acompanharão as atividades e tarefas desenvolvidas pelo aluno durante o período de Práticas.

  13. DISSERTAÇÃO DE MASTER

    A Dissertação de Master (DM) é o desenvolvimento de um projeto aplicado que oferece novidades ao campo de conhecimentos do programa de estudos. O DM deve ser elaborado de acordo com os alineamentos e normativas exigidas para uma atividade deste tipo. Durante todo o processo, contar-se-á com a assessoria da equipe acadêmica e de um Orientador de Mestrado, especialista no tema objeto de estudo.


Observação: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla. Doutor Engenheiro em Eletrônica, pela Universidade de Barcelona. Engenheiro em Eletrônica pela Universidade de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidade Ramón Llull, Espanha. Coordenador da Área PDi – Área de Projetos, FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidade Politécnica de Catalunha e pela Universidade de Córdoba. MBA Executive, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidade do País Basco. Engenheiro Superior de Telecomunicação, Escola Superior de Engenheiros de Bilbau. Diretor de PDi na Virtual Ware Group – Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Ms. Saúl Domingo Soriano. Master em Direção Geral de Empresas pelo Instituto Catalão de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Ms. Angélica Agudelo Reina. Master e Pós-graduado em SAP Materials Management – Sales and Distribution. Ampla experiência em consultoria funcional de ERP’s em diferentes setores da indústria e em análise de operações industriais. Coordenadora Acadêmica do Programa de Master em Direção Estratégica de Tecnologias da Informação e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dra. Isabel De La Torre Díez. Doutora em Telecomunicações pela Universidade de Valladolid. Professora da Universidade de Valladolid em temas relacionados a serviços telemáticos, databases, business intelligence. Pesquisa de Pós-doutorado sobre Informática Biomédica.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez. Engenheiro Superior de Telecomunicação e de Gestão de RR.HH. e Ciências Empresariais - MBA IESE. Master em Redes e Serviços avançados em Internet pela Universidade Politécnica de Madri. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado. Doutora em Telecomunicações pela Universidade do País Basco. MSc. em Management of Manufacturing Systems pela Universidade de Cranfield, Inglaterra. Experiência em Projetos P D i. Professora da Universidade do País Basco.
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutor Engenheiro pela Universidade Politécnica da Catalunha e MBA pela Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dra. Izel Marez. Doutora em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidade Politécnica da Catalunha. Professora da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidade Politécnica da Catalunha. Especialista em Projetos de Cooperação e Gestão9 Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De Abajo. Doutora pela Universidade de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria de Sinal, Comunicações e Eng. Telemática da Universidade de Valladolid.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos, pela Universidade Politécnica da Catalunha, Espanha. Mestre em Gerenciamento de projeto e de desenho, pelo Politécnico de Milão, Itália. Professor da Universidade de Buenos Aires, Argentina. Professor da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidade Politécnica da Catalunha. Diretor Acadêmico da Área de Meio Ambiente da Fundação Universitária Ibero-americana.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidade Politécnica de Catalunha e pela Universidade de Córdoba. MBA Executive, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidade do País Basco. Engenheiro Superior de Telecomunicação, Escola Superior de Engenheiros de Bilbau. Diretor de PDi na Virtual Ware Group – Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz. Doutorando em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina. Master em International Business – Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME. Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dr. (c) Saúl Domingo Soriano. Doutorando pela Universidade de León. Master em Direção Geral de Empresas pelo Instituto Catalão de Tecnologia de Barcelona. Master em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Master e Especializações, FUNIBER.
  • Dra. (c) Gabriela Larrea Madinyá. Doutoranda em Projetos, pela Universidade Internacional Ibero-americana. Master em Direção Estratégica pela Universidade Politécnica da Catalunha. Especialista em estratégias de comunicação e comercialização aplicando novas tecnologias.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo. Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidade Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Master em Computer Science na Universidade Estadual de Campinas, Brasil.
  • Ms. Virginia Saman. Engenheira em Informática de Gestão da Universidad Santa María de Chile, Campus Guayaquil. Master em Logística (França).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal da FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário fornecer alguma informação adicional.

Uma vez recebida a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.